domingo, 18 de novembro de 2012

Clima de Flick pretenso poético

por mares sempre antes navegados...

 paul klee vem falar comigo no meio da noite

depois de tudo, paz felina. é domingo.



sábado, 17 de novembro de 2012

Clima de Flick 3

Agora deu para limpar a memória do telefone...

lisboa com trilha de fado.
a musa do parque.
andar com fé eu vou.
fado, viela, bacalhau, clichet.



Clima de Flickr 2

meu clichet de sempre. de toda hora.
madman. yes i am.
já é natal.
ursos polares são koalas gigantes.
miami cinza.



Clima de Flickr

Uma imagem vale mais que mil palavras...

completamente clichet.
valor agregado/marca ou frescura mesmo?
de 2012 fui para 1962.
não esquece-los jamais. não esquecer jamais.
meu clichet. e de muita gente.
grafite é a tatuagem da cidade.
tentaram "censurar" AK 47 no grafite.
para começos de futuros auspiciosos




quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Red Dawn

-Papai, eu quero ver Red Dawn.
-Filha, este filme foi da minha geração.
-Refilmaram, agora sem russos. 

-Daddy, I want to watch the movie Red Dawn.
-Little daughter, this movie was of my generation.
-Remade, now without Russians.


 In times of recycling. Everything back. 
 Em tempos de reciclagem, tudo volta.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Eu e minhas fidelidades...

Quando você tem "fidelidades" que remontam a adolescência, você não é um chato tradicionalista. Você apenas teve critério cedo demais. Nada além. Agradeça. 
O mesmo perfume.


A mesma água.

http://www.releituras.com/caioabreu_menu.asp
Um texto maravilhoso, o mesmo.






A mesma esquizofrenia musical, Obrigado Meu Deus.

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Pedra do Leme


Cada um tem sua Meca. My Mecca.






Esta é By googlemaps

Por do Sol em Ipanema/ Sunset

Rio de Janeiro as 19h05min. 
Rio de Janeiro, 7PM DST

Posto 6

O meu quintal na infância. My childhood backyard.

Cidade Olímpica - Agenda


Em uma semana o Rio de Janeiro foi visitado : pelo maior atleta olímpico da atualidade, Usain Bolt. Pela maior atleta olímpica, Nadia Comaneci. E pelo  maior atleta olímpico da história, Michael Phelps. Realmente, Rio - Cidade Olímpica.

In a typical week in Rio : Usain Bolt, Nadia Comaneci and Michael Phleps. The greatest athlete of the moment. The greatest gymnast of all time. And the greatest of all. Really, Rio - Olympic City.

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Imagens


Um pouco de Lisboa


Minhas aventuras na República Portuguesa.
Parodiando Miguel Esteves Cardoso.


Em Portugal, respondendo sobre Copa do Mundo. Pessoas ávidas por informações. Up to date em tudo, até na recente ocupação de Manguinhos. Vendo Felipão como um bom garoto propaganda de São Paulo. Num evento irretocável do Turismo de São Paulo, SeCopa, Ministério dos Esportes. Ministério do Turismo e Embratur.
E vendo estes lusitanos tão bem informados do Rio de Janeiro e do Brasil, temos uma certeza de algo muito forte unindo estes dois Países. E lusitanos pessimistas consigo mesmo e aparentemente esperançosos com este novo Brasil. Cientes disto. E nós estávamos lá explicando, falando, exibindo as nossas conquistas, nossos números.

E um pouco mais de visões de Lisboa

Claro que Lisboa é uma delícia por ser nostálgica,
ser do passado
ter um som de fado.

Mas Lisboa é uma delícia por ser moderna. Inventiva. Ah, lusitanos, se vocês conseguissem se ver e se vender como o que são. Lisboa teria a aura de Berlin. No LX Factory, que ambientaação de algo "wannabe nova york", mas deliciosa. E nem falo da pretensa modernidade do Parque das Nações e Estação Oriente. A LX Factory é imperdível. De dar vontade de laborar por lá. Ou de trazer projeto similar para cá.

http://www.lxfactory.com/PT/welcome/

http://www.lxfactory.com/PT/welcome/


E o fado bem relido. Moderno e ao mesmo tempo tradicional. Perfeito. Mariza.

Como os americanos estão nos vendo

Por trabalho andanças. E a certeza de ver que os gringos já estão vendo este Brasil novo. Que não é mais apenas "exótico". No Texas, Deus, no Texas, que vinte anos antes era comum não saberem a diferença entre Brasil e Austrália, fato comprovado. Num show ouvimos que o Rio de Janeiro é a esquina do mundo. Em outro uma vendedora comenta "meu Pai ia muito a Taiwan, agora tem ido ao Rio e São Paulo para negócios". Frases como "Brasil, Rio de Janeiro, Olympic Summer Games..."
Miami, Dallas e Nova York. Trabalhando duro e divulgando o Rio de Janeiro.
Pois bem nestas andanças, apresentando o turismo não apenas na ótica de lindas fotos panorâmicas, mas sim de fatos panorâmicos como o Morro do Alemão ou as intervenções por todo o Estado. Passando para os americanos segurança. Mostrando que estamos "working in progress" para a construção de um País rico, sem miséria. Um País classe média.
E o prazer de na Madison, poder brincar com que estamos trabalhando tanto, com cursos de capacitação, que quem sabe nos Jogos Olímpicos nossos taxistas estejam falando melhor inglês que os taxistas de Nova York.

Uma vista clichet.



Um shot de imagem do Sbarro. Meu trash querido.



Podem falar o que quiserem do Romero Britto. O cara é o maior designer brasileiro. Se você quiser ignora-lo como artista plástico, veja o mesmo como o maior artista gráfico, designer, de todos os tempos do Brasil, ainda que seja ele um artista de Miami.


O prazer de dormir com este visual.


MadMan. Yes, I am. In fact. Você nunca foge do seu destino. Ele sempre te encontra. 




sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Memória, infância e música

Bateu saudade da minha irmã. Lembrei que ela "tirou" estas duas músicas no violão atendendo a pedidos meus.
No woman no cry é quase um Pai Nosso. É um hino.
Obrigado, Mana.

domingo, 30 de setembro de 2012

Um Rio para se ver e viver

Ontem acompanhamos 30 jornalistas estrangeiros numa visita ao Morro do Alemão. Todos ficaram encantados com a história da ocupação, com a fórmula da UPP e com a nossa conquista de espaço e territórios. E, é claro, com a vista.
Um dica, vale o passeio. Vale ver o Rio por um novo ângulo.
Ver que a dignidade vem sendo resgatada.
Ver que territórios antes inimagináveis, hoje a população tem acesso.
Carioca, visite o Morro do Alemão. Os turistas já estão fazendo isto antes de quem mora e vive por aqui.

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Cosme e Damião

Eis um hábito do Rio, especialmente do Rio de Janeiro suburbano, tão em moda graças a novela do João Emanuel Carneiro e o subúrbio carioca ficcional do Divino, que fica perto da Pavuna e Madureira ao mesmo tempo, bem, houve época que hoje era o corre-corre atrás dos Saquinhos de balas e doces.

Eu não vejo isto com olhos religiosidade, mas sim de hábitos e costumes. E faz parte deste Rio que a gente ama, este Cosme e Damião. Tiremos o peso de "religião contra religião" que por vezes tentam instaurar jogando cultos evangélicos contra religiões afro-brasileiras. O culto a Cosme e Damião não é adoração, é veneração. Ao que é bom e do bem. E agradar crianças, bem, tenho certeza de que Deus não tem como não gostar de quem leva um sorriso para uma criança. Em especial aquela alheia ou desconhecida.

Meu "Cosme & Damião" deste ano é bastante auspicioso. Caramelos, marron glacê e chocolates Fauchon. Tudo de bom e doce para quem merece.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Sem ufanismo, o momento é nosso


Apresentação do Estado da Bahia como Sede da Copa no Projeto Goal to Brasil em Paris
Fui criado desde cedo aprendendo a respeitar todas as culturas. Esta bênção de ser brasileiro e ser ninado ou com "Over the Rainbow"  ou "Meu Pai Oxalá". Esta mistura que a classe média obtusa brasileira se envergonhava, é um dos diferenciais do Brasil.

Com esta visão de que não existem culturas superiores, mas sim diferentes eu fui criado. E assim permaneci. Em tempos de globalização com o Euro, sim pois sou do tempo de viajar pela Europa com Escudo, Peso, Franco, Marco, Dracma, Lira...(Ah, da Lira eu sinto falta, aqueles bilhetes com muitos números e coloridos, divertida como a Itália.) Bem, nestes hábitos de velho, ainda mantenho alguns. Exemplo: meu porta moeda de viagem é uma caixinha redonda de filme. Será que alguém ainda se lembra da caixa de filme , película para máquina fotográfica?  (Que se torna uma raridade, pois hoje é tudo digital) Aquele hábito carioca de tirar fotos e mandar fazer o "contatão" das em branco e preto no Honório em Ipanema. Saudosismo a parte, o Rio de Janeiro vive um momento único.

Conversei com uma boa quantidade de jornalistas. A proposta da UPP foi algo realmente que funcionou de prático e de imagem. E segurança é sim um problema também de percepção. Por mais que em diversos momentos a imprensa tenha confundido desejo com realidade,  a filosofia UPP foi um dos maiores acertos ocorridos neste País nos últimos 50 anos. E com inclusão social vem o mercado consumidor. E eu vejo os amigos mais esquerdistas vendo índices de consumo como indicador social. O que é benéfico. O Brasil é um mercado gigante potencial. E assim estamos sendo vistos pelo Mundo.

O que faz o Brasil despertar este desejo não é o dinheiro do Eike Batista. Não é o dinheiro dos nossos milionários, não é a riqueza do Pré Sal, não é a Petrobras, mas sim um mercado potencial enorme de pessoas comuns. Agregado ao charme, sim o charme do Rio. O Rio é  o destino da moda. Inegavelmente. Sempre na torcida para que este crescimento seja estruturante e que ajude a romper as ainda existentes barreiras da desigualdade social e de problemas graves de infra estrutura. Não só para o Rio, mas para todo o Brasil. 

Mas falemos da França. Longe de falar mal da França, Dona Odette Gissy, minha professora de francês dos tempos de criança me daria uma bronca, já que ela me considerava um dos mais francófanos de seus alunos por conhecer Rabelais e Moliére. Mesmo que Paris tenha se tornado um destino tão óbvio, uma espécie de Disney para quem quer dizer que foi a Europa, ainda assim, Paris tem seu charme e como disse no início que temos que compreender culturas, assim entender que a falta de apreço pelo banho dos franceses vem da mentalidade rural desta País. (Sempre falava isto e encontrei em Paris uma brasileira residente que divide a mesma opinião).Um país que teve seu peso agrícola muito forte, e ainda tem, vide as lideranças anti trangênicos dos pequenos produtores que fazem uma grande luta, e que tem meu apoio. Assim eles não tem o hábito e o gosto que nós, um pouco índios que somos, temos pelos dois banhos diários. Mas vamos falar uma verdade, eles são piores de filas que nós brasileiros. 

Falando especificamente de Paris. Por ocasião da Rio+20 a imprensa criticava a falta de quartos de hotéis no Rio, pois bem, eles estavam fazendo falta em Paris. Com alta nos preços. Em pesquisa realizada pela FSB foi comentado os problemas de internet no Rio, pois os mesmos problemas aconteceram em Paris por ocasião simultânea de 3 eventos que juntos não davam nem um terço da dimensão de um Encontro como a Rio+20. Mas nós brasileiros herdamos dos nossos ancentrais portugueses o excesso de senso crítico com nós mesmos. E preferimos achar que o errado só acontece no Brasil.

E antes que falem se estamos preparados para organizar grandes eventos, bem, todos os anos realizamos o maior Carnaval do Mundo. Então somos vocacionados para grandes eventos no nosso DNA. Não é ufanismo, é fato.

FIFA Copa das Confederações 2013


Importante ressaltar : Copa das Confederações é um teste. Estive na Alemanha durante a mesma. E poucas coisas funcionavam. Informações desencontradas, pessoal sem o treinamento marcial alemão...e em 2006, parecia um passe de mágica. Tudo funcionava como um relógio. Importante conversar muito com imprensa especializada e "chatos de plantão". Copa das Confederações é teste. 
Pois se não, os pequenos erros que venham a ocorrer, devido aquele senso crítico com nós mesmos, pode parecer uma hecatombe. Não é. Fica a dica para o pessoal competente do Ministério dos Esportes. Falar para imprensa e população que estaremos diante em 2013 de um TESTE. Um ensaio. Onde se permite acertos e pequenos erros.

Em tempo:
Na Alemanha tinha goteira nos estádios, banheiros que não funcionavam, pessoal de informação sem saber exatamente indicar centro de imprensa etc e tal...e repito, em 2006 organizaram uma Copa impecável.
2013 é teste. Não transformemos eventuais carrapatos em rinocerontes.

sábado, 15 de setembro de 2012

Bike com ar condicionado

Simples, basta pedalar atrás do cara do gelo. Desfrute da paisagem e vá mais devagar.

Naturalidade de nascença + carioca

Cariocas podem ser de Buenos Aires, Madrid, Milão, Berlin e até do Rio de Janeiro. O carioquismo é naturalmente aceito e assimila outras naturalidades. Se existe bi-nacionalidade, o Rio de Janeiro criou a bi-naturalidade.

Rio de Janeiro

Globetrotter por ofício e prazer, fica certeza inequívoca, "Amar o Rio sobre todas as Cidades" não é uma Lei ou Mandamento, é uma simples questão de bom senso.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Livro delícia

"Darth Wader and Son" - Ganhei de Dia dos Pais de minha filha. O livrinho é uma delícia. Seja para "star wars maníacos" ou para quem apenas tem a referência de memória do filme, que passa a ser aquela cultura pop básica.

Recomendo. Em cada página, aquele poder sumarizado das grandes charges, precisas no conjunto da obra, como as da New Yorker, por exemplo.

O livro na Amazon
http://www.amazon.com/Darth-Vader-Star-Wars-Chronicle/dp/145210655X/ref=sr_1_sc_1?ie=UTF8&qid=1346975377&sr=8-1-spell&keywords=darth+wader++and+son

Manter--se fiel


Manter-se fiel as suas origens, desde adolescência, não é oligofrenia quando a causa é nobre. A minha é nobre: ouvir com a mesma frequência Dead Kennedys, Ramones, The Clash que Cole Porter, Gershwin e Jobim. Agora no caso, ouvindo um disco obrigatório, (ainda chamo CD de Disco. Mas não seria já o CD um dinossauro?), bem, Ella Fitzgerald Song Book do Cole Porter é obrigatório. O maior easy listen de todos os tempos, mas easy listen não precisa ser lounge chatinho bossanova com jeitão de muzak de super mercado.


terça-feira, 4 de setembro de 2012

A maior conquista olímpica do Brasil

Um atleta brasileiro derrota o "Usain Bolt". Numa arrancada única. Sensacional. Consegue a maior conquista olímpica da história do esporte brasileiro. E a mídia deu mais destaque ao valor da transação do Hulk do Porto para o Zenit e a falta do Adriano ao treino. 
Quando você coloca que esta conquista não foi sobre o Usain Bolt, mas sim contra um atleta olímpico que também é paralímpico. Um bi amputado que competiu com atletas da elite mundial, esta conquista ganha tons épicos. A vitória de Alan Fonteles sobre Pistorius, por tudo que Pistorius representa, deveria colocar o nosso para atleta no Panteão dos "Monstros Sagrados do Esporte". E para quem gosta de Atletismo, de esporte, sem necessidade de comiseração, pena ou qualquer sentimento similar, apenas pelo prazer do esporte, foi algo genial. Não entendi o destaque pífio dado pela mídia e pelas entidades do esporte. Repito : foi a maior conquista olímpica brasileira de todos os tempos. Foi como vencer o Dream Team completo com Jordan e Johnson numa final.
A surpresa do estádio, do narrador, de todos. Só parece não ter impressionado a nossa mídia que deu um destaque pequeno a esta grande conquista. E cá entre nós, a arrancada foi sensacional.



 

sábado, 1 de setembro de 2012

Copacabana

Copacabana é Nova York de sandálias Havaianas e bikini.

Alguns locais "wannabe" Manhattan afloram na Princesinha. E isto é bom. Enquanto aguardamos a abertura de um espaço cultural como o MIS, uma ida ao The Bakers na Santa Clara, uma pedalada até o Leme para constatar que "Do Leme ao Pontal não há nada igual no Mundo" e uma passada no Guerin para comprar o melhor pão da Cidade, você tem a certeza de que muita coisa mudou para melhor por Copacabana. E ela não perdeu sua essência tumultuada, neurótica e deliciosa. Ai te ti Copacabana.

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Embaixadores do Rio

Existem dois caras que globalizaram o Rio, antes do Rio estar na "Ordem do dia" mundial. O britânico Ronald Biggs, sim,  o "Ladrão do Trem Pagador" colocou o Rio de Janeiro no mapa. Tive o prazer de conhecer a figura pessoalmente em Santa Tereza, e ele esbanjava simpatia e carinho pelo Rio. Biggs colocou o Rio como "roteiro idílico". Ou, ao menos, como "rota de fuga".
O outro que já mostrou o Rio globalizado, desta vez o "estilo Lapa"  para o mundo, foi Mano Chao. Morou por aqui. Bebeu em botequim da Gomes Freire, andava de noite pela Lapa e mostrou este jeito brasileiro para o mundo. Este jeito "Lapa" de ser.
Foram embaixadores do Rio que hoje o mundo vê.
Este Rio de Janeiro que os Jogos Olímpicos colocaram definitivamente no mapa.
Obrigado, Mano Chao.
Obrigado, Ronald Biggs.

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Bairros do Rio - Catete

Me encanta esta quase dupla personalidade do Catete entre o Clássico e o popularesco. Uma mistura de nobreza ultrapassada com a descontração de um subúrbio carioca. Nitidamente difere de Copacabana. E ainda mais difere de sua natural continuação, o Flamengo. E me traz lembranças lusitanas. Expressas como um café bom.

Neste encontro entre o naiff , o decadente, o europeu, o africano, a desordem, a tentativa de se organizar, no meio disto um bairro sedutoramente globalizado. Cara de subúrbio carioca e Cidade grande ao mesmo tempo, só no Catete ou Londres.

O bairro tem um potencial para ser explorado para moradia e ateliê de jovens artistas. Perto de tudo, cheio de Metrô, com aluguéis ainda baratos em relação ao restante da Zona Sul carioca.

Duas, ou uma galeria, especializada em novos artistas pode fazer este bairro "bombar". O melting pot dele tá pronto. E é dos bons. Tem um certo conservadorismo que o coloca mais primitivo, menos Zona Sul. E isto ainda o faz mais interessante.

O Catete tem tudo para ser um bairro descoberto por novos artistas.