sábado, 3 de dezembro de 2016

Obrigado Chapecoense

Obrigado Chapecoense.
Mostrou que é possível fazer um trabalho sério num Clube pequeno. Que fique o exemplo para todos os pequenos clubes. Para os grandes, o exemplo de responsabilidade fiscal e sucesso. 
Obrigado Chapecoense - pelos momentos doloridos e lindos cono , por exemplo : a viuvez da jovem gravida do Thiaguinho ou a mãe do goleiro Danilo. 
Obrigado Chapecoense - por trazer de volta, ainda que com dor e lembrança conhecidos distanciados pelo o dia a dia, aí você resolve prestar mais atenção nos conhecidos próximos que vc se esquece de dar atenção , retornar ligação e encontra aquele e mail que vc não respondeu. E que agora não adianta responder.
Obrigado Chapecoense - por mostrar que o Brasil é um só. E que o "monopólio da dor" não é só nordestino ou periférico dos grandes centros, como no clichet, para o bem e para o mal.
Obrigado Chapecoense - por mostrar que a humanidade não é de todo mal. Olha a Colômbia. Que fez em 24 horas um evento lindo - sem empreiteiras, super faturamento, sem grades alugadas, compra se telões, cercadinhos vips, camarote e farra com dinheiro público...Foi lindo, Colômbia. Lindo, simples, organizado e emocionante. Que os governantes brasileiros aprendam. Pois só realçou como desaprendemos muita coisa em nome dos padrões escrotos pseudo modernos com objetivo de faturar mais.
Obrigado Chapecoense, neste momento de renascimento do futebol brasileiro, não poderia ser a Globalização e internacionalização dos times do Brasil ser com a turma dos Cartolas do Brasil. Precisávamos de vocês.
Obrigado Chapecoense.

terça-feira, 25 de outubro de 2016

3 Capitães


O Futebol brasileiro perdeu os 3 capitães do Tri da Jules Rimet. Bellini, Mauro e Carlos Alberto. Parece que com isto fechamos um Portal e não um ciclo.  Do chamado "futebol romântico" , que teve seu fim decretado de fato na Copa de 1974. Mas, historicamente, termina com a conquista definitiva da Jules Rimet pelo Brasil. Aos envolvidos, o muito obrigado com reverência e gratidão. 

(Definitiva até ser derretida em 1983.)



segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Tijolinho

Eleitor Carioca

Quando o Segundo Turno chegou, diferente de muita gente, eu comemorei. O carioca havia feito seu "voto político" e faria um Segundo Turno Técnico entre duas propostas diferentes. Ambas inclusivas. Independente do pensamento econômico que dá o norte a cada candidato. Mas como bandeira, ambos chegaram ao Segundo Turno por representarem novas caras ao poder, novas lideranças e UMA NOVA FORMA DE FAZER POLÍTICA.

E como num passe de mágica, tivemos um retrocesso. 

-Não falamos de Programas. 
-Não falamos como cada um dos candidatos vai falar com as EMPRESAS DE ONIBUS.
-Não falamos da Prefeitura e as Empreiteiras
-Não falamos como vai ser a relação da Prefeitura com as OS.
-Não falamos como vai se cuidar, se ocupar o "Legado Olímpico" de concreto.
-Não falamos de Educação - de qualidade - o papo saiu dos trilhos e resolvemos debater se o menino deve ou não usar saia.

Então, sou obrigado a entender que no fundo, o que o eleitor carioca gosta e quer é a forma velha da política. Esquecemos o principal neste segundo turno. Ficamos no FLA-FLU da preferência e da rejeição. Usando todos os nossos arquétipos básicos, preconceitos, estereótipos, sofismas e com isto parece que era o que queríamos, pois aí as Redes Sociais se inflamaram. No que existia de pior nos candidatos e em nós mesmos.

(Se alguém me perguntar quem inflamou, pela lógica não seria o candidato com 30 pontos de vantagem, né? Feio. Muito feio.)

Com este ausência de debate sabe quem ganhou?
As empresas de ônibus. As empreiteiras. As OS. Os velhos fornecedores de sempre.
Sabe quem perdeu?
O CARIOCA.






segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Sociedade narcisista


“If liberty means anything at all, it means the right to tell people what they do not want to hear.” 

Nossa sociedade, de tão narcisista, começou a identificar que o pensamento diferente do outro, o discordar,  como um absurdo vindo de um "narciso perverso" que lhe oprime. O nome disto é intolerância disfarçada de psicologia simplória.

Exemplo trazido pelas Redes Sociais. Queremos ver no Facebook apenas o que concordamos. Queremos postar uma foto, um comentário, por mais ridículo que seja, mas não queremos que discordem de nós. Queremos nos expor sem o ônus da exposição. Sem o diálogo.  Sem a brincadeira.  Seja a leveza ou o escárnio. Faz parte da exposição. Sempre foi assim com os "famosos de verdade", que motivo faria ser diferente como "anônimos explícitos"?

A mesma rede social que deu boca, tirou os ouvidos. Resolvemos tipificar, de toda forma, quem pensa diferente da gente. De "vampiros emocionais" a "narcisos perversos" e outras coisas. Limiar de uma sessão de terapia - com um psicólogo que lê livro de auto ajuda - ou  de um adolescente jogando a culpa para o outro. O outro é intolerante. O outro é chato. O outro é malvado. Sempre a culpa é do outro. Ouvir algo diferente é "chato". Não censure a opinião alheia como se fosse um ataque pessoal. Não é. Lembre-se : ao se expor, você se tornou um "anônimo exposto" que sofre as consequências dos famosos. Foi a sua opinião divergente que foi contrariada. Não você.

E os atuais algoritmos do Facebook estão colaborando para esta "rede social fechada", onde as pessoas cada vez mais impactam os iguais e se afastam do diferente.  

Vivemos o Mundo que queremos a concordância total. De "porteira fechada". Ou concorda com tudo, ou está errado. Ou pior, quem não concorda com você é tão seu inimigo que quer destruir sua auto estima. Quer destruir o que você acredita. 

Então, quando você postar um comentário de expressão de opinião : pode ser política ou sobre gastronomia ou futebol (meu Deus, como temos críticos gastronômicos hoje em dia), quando você postar uma foto que expresse algo, seja mais que tolerante. Seja inteligente. Não foi contra você. Foi apenas alguém que pensa diferente de você. Ou que achou a sua foto ou comentário bobo.


segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Rio 2016 - Aprovação do carioca

Em primeira mão hoje na Coluna do Ancelmo , divido aqui um pouco mais do Painel de Pesquisa que fizemos sobre a Rio2016.
O estudo, que compreendeu um Varredura do ambiente on line e redes sociais, também contou com duas coletas de amostra em campo. Com residentes e não residentes na Cidade.
Longe de usar aquele otimismo exagerado, mas vive-se a possibilidade de um momento de "Redenção" da Cidade. Após a realização do Mega evento e a sensação de que fomos bem no desafio. O "orgulho"de ser carioca ficou em alta.
Talvez tenhamos aprovado o evento, Jogos Olímpicos, pelo mesmo ter assumido nosso DNA. Se na Copa houve a imposição do "Padrão Fifa", nos Jogos Olímpicos usamos o "Padrão Gambiarra". Celebramos a nossa forma de fazer as coisas. E deu certo. 

Parabéns, Rio.
Pequena degustação de 4 perguntas.





Pergunta 1
Você acha que o Rio se saiu bem durante a realização dos Jogos Olímpicos?

SIM     75%
NAO    13%
NS/NQO 12%
Pergunta  2
O Sr(a) achou a Cidade melhor nos Jogos Olímpicos que na Copa do Mundo?

SIM  78%
NAO  10%
NS/NQO 12%
Pergunta 3
O Sr(a) ficou com vontade de praticar mais esportes depois da realização dos Jogos?
SIM  67%
NAO 21%
NS/NQO 12%
Pergunta  4
O Sr(a) acha que a Cidade vai ficar melhor depois dos Jogos Olímpicos?
SIM 70%
NAO 19%
NS/NQO 11%



DataScript
ESPECIFICACOES:
Objetivo:
Levantar junto a eleitores da área de estudo a percepção sobre a realização dos JOGOS OLIMPICOS NA CIDADE
Local:
Município do Rio de Janeiro
Período do Campo:
17 a 20 de Agosto de 2016

624 Entrevistas (Apenas residentes Rio de Janeiro)
Universo:
A pesquisa foi realizada junto a eleitores com 16 anos ou mais da área de estudo
Amostra:
Representativa da população das áreas em estudo, elaborada por quotas proporcionais em função das variáveis significativas a saber:
-Sexo
Dados TSE

-Grupos de Idade
16-17, 18-24, 25-29, 30-39,40-49, 50 e +

-Localizacao Geográfica : Setores Censitários IBGE

Controle de Qualidade:
Houve filtragem em todos os questionários após a realização das entrevistas. Houve Fiscalização em aproximdamente 20% dos questionários
Apresentação dos Resultados:
Para efeito de tabulação foram considerados as seguintes variáveis:
Total
Sexo(masc e fem)
Grupos de Idade (16-24, 25-34, 35-49 e mais de 50 anos)
Observação:
As pesquisas/perguntas cujas as somas das personagens não totalizam 100% são decorrentes de arrendondamentos ou múltiplas respostas.

Rio 2016 - Aprovação do carioca

Em primeira mão hoje na Coluna do Ancelmo , divido aqui um pouco mais do Painel de Pesquisa que fizemos sobre a Rio2016.
O estudo, que compreendeu um Varredura do ambiente on line e redes sociais, também contou com duas coletas de amostra em campo. Com residentes e não residentes na Cidade.
Longe de usar aquele otimismo exagerado, mas vive-se a possibilidade de um momento de "Redenção" da Cidade. Após a realização do Mega evento e a sensação de que fomos bem no desafio. O "orgulho"de ser carioca ficou em alta.
Talvez tenhamos aprovado o evento, Jogos Olímpicos, pelo mesmo ter assumido nosso DNA. Se na Copa houve a imposição do "Padrão Fifa", nos Jogos Olímpicos usamos o "Padrão Gambiarra". Celebramos a nossa forma de fazer as coisas. E deu certo. 

Parabéns, Rio.
Pequena degustação de 4 perguntas.





Pergunta 1
Você acha que o Rio se saiu bem durante a realização dos Jogos Olímpicos?

SIM     75%
NAO    13%
NS/NQO 12%
Pergunta  2
O Sr(a) achou a Cidade melhor nos Jogos Olímpicos que na Copa do Mundo?

SIM  78%
NAO  10%
NS/NQO 12%
Pergunta 3
O Sr(a) ficou com vontade de praticar mais esportes depois da realização dos Jogos?
SIM  67%
NAO 21%
NS/NQO 12%
Pergunta  4
O Sr(a) acha que a Cidade vai ficar melhor depois dos Jogos Olímpicos?
SIM 70%
NAO 19%
NS/NQO 11%



DataScript
ESPECIFICACOES:
Objetivo:
Levantar junto a eleitores da área de estudo a percepção sobre a realização dos JOGOS OLIMPICOS NA CIDADE
Local:
Município do Rio de Janeiro
Período do Campo:
17 a 20 de Agosto de 2016

624 Entrevistas (Apenas residentes Rio de Janeiro)
Universo:
A pesquisa foi realizada junto a eleitores com 16 anos ou mais da área de estudo
Amostra:
Representativa da população das áreas em estudo, elaborada por quotas proporcionais em função das variáveis significativas a saber:
-Sexo
Dados TSE

-Grupos de Idade
16-17, 18-24, 25-29, 30-39,40-49, 50 e +

-Localizacao Geográfica : Setores Censitários IBGE

Controle de Qualidade:
Houve filtragem em todos os questionários após a realização das entrevistas. Houve Fiscalização em aproximdamente 20% dos questionários
Apresentação dos Resultados:
Para efeito de tabulação foram considerados as seguintes variáveis:
Total
Sexo(masc e fem)
Grupos de Idade (16-24, 25-34, 35-49 e mais de 50 anos)
Observação:
As pesquisas/perguntas cujas as somas das personagens não totalizam 100% são decorrentes de arrendondamentos ou múltiplas respostas.