domingo, 29 de janeiro de 2012
Descoberta do entardecer
sábado, 14 de janeiro de 2012
Bar Gaspar , uma boa idéia

O Rio tem uma qualidade ímpar. Ele aceita o que vem de fora com facilidade. Apenas faz sua leitura e aperfeiçoa. Transforma em algo carioca. É um comportamento de uma Cidade portuária aberta a tendências, mas sobretudo uma Cidade que sabe colocar a sua assinatura em tudo o que recebe. Do sanduíche Bauru a Feijoada, tudo no Rio parece ter um tempero carioca, que não discorda do original, apenas tropicaliza, coloca o acento carioca.
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Canecão
Eu não vou tomar partido da legalidade, que se encontra ao lado da minha querida UFRJ, nem da forma pouco clara que o Canecão era "cedido" aos antigos proprietários, mas o fato que fica triste para uma Cidade como o Rio ver a ausência de uma casa de espetáculos do porte do Canecão na Zona Sul.sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
sábado, 17 de dezembro de 2011
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Santos e Barcelona
Messi ainda é absoluto. Sem dúvida. O único ser humano que joga mais bola que ele em atividade é brasileiro. É a Marta. O Barcelona contudo tem ao seu lado um "barcelonismo" que faz com que as pessoas percam o juízo crítico. Até os juízes. Com perdão do quase trocadilho.
Um time não pode ser um grande time com um goleiro ruim. Ok, vai ter gente falando do Felix em 70 com exemplo. Mas o Valdés me passa tanta segurança quanto o Clemer ou Danrlei, quer dizer, nenhuma.
Outro fato. O Barcelona só ganhou aquela do Real Madrid pois conseguiram expulsar o Pepe antes do jogo começar. A guerrinha de nervos entre o retranqueiro Mourinho e o falso bom mocismo do Guardiola contaminou o clima. Dois grandes venecedores. Mourinho pela competência. Pela tática e pela retranca. Guardiola, bem, por enquanto, pelo acaso. Ainda falta a confirmação como técnico. Por enquanto é um grande treinador.
O time do Barcelona tem um monte de "anão frágil" que quando levam um toco desabam. E o juiz, acreditando no "barcelonismo", se convence que eles jogam pelo "bem do futebol" e marca faltas.
Puyol chega sempre atrasado. Tem vontade. Mas o Leandro Guerreiro que jogava no Bota também tinha esta vontade e era amado pela torcida ao chutar a bola para a lateral.
O Barça é mais time que o Santos. Mas o mesmo Barça já perdeu uma final com gol de Adriano Gabiru. Ou seja, em futebol, quase tudo é possível.
O problema do Santos não é o Barcelona. É o próprio Santos. Que, com todo respeito e carinho ao talento já confirmado do Neymar, ainda em evolução, e o talento esperado e ainda não revelado do PH Ganso, tem no seu centroavante o homem mais decisivo de verdade do time. E pode ser Borges que decida tudo.
Se o Muricy abrir mão do que sabe fazer melhor : jogar na retranca e reclamar do juiz, podemos ter um bom jogo. Mas ainda assim não vale acordar as 8 da matina no domingo. Isto é horário de missa.
Agora "peloamordeDeus" chega de acharem que o Barcelona joga pela arte. Ou que "é o melhor time da história" e outras baboseiras. O Barcelona tem um craque genial. Um fora de série, que é o Messi. Mantém a bola muito tempo em sua posse, rodando de um lado para o outro. Mas Iniesta. Xavi. Pedro. Eu não escolheria na minha pelada. E se jogassem comigo, não se criavam. Basta que os juízes tratem os jogadores do Barcelona como homens. E não como meninas jogando contra meninos.
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Darwin em cordel

terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Pelé - o Maomé do Brasil
Pelé foi gênio. Foi. Sem dúvida. Foi o maior? Pode ter sido.
Scout?
Engraçado que as mesmas pessoas que criticam o scout, falam que Pelé foi Tri. Vejamos pela história. Em 58 o menino fenômeno que entrou no meio da Copa e assombrou o Mundo. Em 62 foi tão útil quanto o Ronaldão (aquele zagueiro do cabelo estranho) em 94. Jogou um jogo e mais nada. Mas Deus nos deu Amarildo e Garrincha naquela Copa. Na Inglaterra não viu a bola. Em 70, numa equipe cheia de monstros, fez chover. Em 74, prevendo uma Copa forte, tal qual na Inglaterra em 66, se recolheu e estrategicamente não disputou para não correr o risco de manchar a imagem do mito.
Lances geniais em 70
Pelé tem lances geniais. Da Copa de 70 Tem um chute do meio de campo. Que não entrou. Uma cabeçada contra a Inglaterra, que não entrou. Um drible mágico no goleiro uruguaio, que não entrou.
Repito que não tenho nada contra o Pelé jogador. Ainda que o homem tenha tido suas falhas, como lutar para não reconhecer uma filha fora do casamento. Mas em campo, pelos lances que vi, foi realmente um craque.
Respeito muito a história do gênio Pelé. Mas me reservo ao direito crítico de não ver o mesmo como uma verdade absoluta em relação a gênios , que também não vi ao vivo, como Didi e Garrincha ou que eu tenha visto, como Maradona
E incrível como ninguém se lembra da cotovelada que ele deu no uruguaio na semi-final da Copa de 70. Hoje com o vídeo teria pegado um gancho e não jogaria a final.
sábado, 3 de dezembro de 2011
sábado, 26 de novembro de 2011
A CBF, escândalos e Nahom Chomsky

Um dos pensadores mais interessantes do mundo Moderno, Nahom Chomsky, traçou um modelo de domínio das massas dentro do sistema de "livre mídia e mercado". Considero obrigatório a compreensão disto para aprendermos a ler na entrelinha da notícia e da "não notícia". Copiarei aqui um resumo dos 10 passos para dominar pessoas que se julgam livres e inteligentes, ou ao menos razoaelmente alfabetizadas e informadas.
1. A estratégia da distração. O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração, que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundação de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir que o público se interesse pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. "Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado; sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja com outros animais (citação do texto "Armas silenciosas para guerras tranquilas").
2. Criar problemas e depois oferecer soluções. Esse método também é denominado "problema-ração-solução". Cria-se um problema, uma "situação" previsa para causar certa reação no público a fim de que este seja o mandante das medidas que desejam sejam aceitas. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o demandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para forçar a aceitação, como um mal menor, do retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços púbicos.
3. A estratégia da gradualidade. Para fazer com que uma medida inaceitável passe a ser aceita basta aplicá-la gradualmente, a conta-gotas, por anos consecutivos. Dessa maneira, condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990. Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que teriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.
4. A estratégia de diferir. Outra maneira de forçar a aceitação de uma decisão impopular é a de apresentá-la como "dolorosa e desnecessária", obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrificio imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Logo, porque o público, a massa tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que "tudo irá melhorar amanhã" e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isso dá mais tempo ao público para acostumar-se à ideia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.
5. Dirigir-se ao público como se fossem menores de idade. A maior parte da publicidade dirigida ao grande público utiliza discursos, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade mental, como se o espectador fosse uma pessoa menor de idade ou portador de distúrbios mentais. Quanto mais tentem enganar o espectador, mais tendem a adotar um tom infantilizante. Por quê? "Ae alguém se dirige a uma pessoa como se ela tivesse 12 anos ou menos, em razão da sugestionabilidade, então, provavelmente, ela terá uma resposta ou ração também desprovida de um sentido crítico (ver "Armas silenciosas para guerras tranquilas")".
6. Utilizar o aspecto emocional mais do que a reflexão. Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional e, finalmente, ao sentido crítico dos indivíduos. Por outro lado, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de aceeso ao inconsciente para implantar ou enxertar ideias, desejos, medos e temores, compulsões ou induzir comportamentos...
7. Manter o público na ignorância e na mediocridade. Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. "A qualidade da educação dada às classes sociais menos favorecidas deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que planeja entre as classes menos favorecidas e as classes mais favorecidas seja e permaneça impossível de alcançar (ver "Armas silenciosas para guerras tranquilas").
8. Estimular o público a ser complacente com a mediocridade. Levar o público a crer que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto.
9. Reforçar a autoculpabilidade. Fazer as pessoas acreditarem que são culpadas por sua própria desgraça, devido à pouca inteligência, por falta de capacidade ou de esforços. Assim, em vez de rebelar-se contra o sistema econômico, o indivíduo se autodesvalida e se culpa, o que gera um estado depressivo, cujo um dos efeitos é a inibição de sua ação. E sem ação, não há revolução!
10. Conhecer os indivíduos melhor do que eles mesmos se conhecem. No transcurso dosúltimos 50 anos, os avançosacelerados da ciência gerou uma brecha crescente entre os conhecimentos do público e os possuídos e utilizados pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o "sistema" tem disfrutado de um conhecimento e avançado do ser humano, tanto no aspecto físico quanto no psicológico. O sistema conseguiu conhecer melhor o indivíduo comum do que ele a si mesmo. Isso significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos, maior do que o dos indivíduos sobre si mesmos.
sábado, 19 de novembro de 2011
Pretenso post poético
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Petróleo, Royalties e Rio de Janeiro

Este post não é bairrista. Apenas apela para a inteligência. E bom senso. Coisa que nem sempre gera debate.
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Futebol, Brasil e o Flamengo

Depois eu falo de Londres. Hoje eu quero falar de futebol.
Falar do Flamengo.
Não. Não sou rubro-negro. Em que pese no primeiro Fla-Flu de minha vida, onde o Flu ganha, se me lembro de 3 ou 4, eu, ao lado de toda diretoria do Flu, tive a ousadia de berrar "Mengo!". Mas não era flamenguismo, era ser do contra. Ser gauche.
Por ter crescido numa família Flaminense, nunca me senti apaixonado por nenhum time. Mas sim pelo futebol. E, pela história de cada time. De cada título. E o Flamengo que eu conheci. O Flamengo da história, não era o Flamengo do time genial do Zico e Cia que caminhava a frente dos demais. O Flamengo de verdade, da história, era um time que se superava. Era um time onde a torcida, a estrela. Não tinha os talentosos assombrosos de um Botafogo de Didi, Garrincha e Nilton Santos. Sim, que me desculpem os craques rubro-negros do passado, mas eles não eram gênios, Deuses assombrossos do futebol. Mas juntos pareciam times mágicos. Capazes de derrotar adversários mais fortes. E desta teoria surge a magia da camisa e frases feitas cabotinas como "Deixou chegar, agora é nossa...".
Assim eu vi o Flamengo. Onde a arrogância da torcida era compreendida porque ela sabe que faz a diferença. E como sabe. Só foram sempre vitoriosos com uma equipe superior apenas naquele momento dos anos 80. No mais era a equipe da superação. Capaz de fazer o mais fraco vencer o mais forte. Mas sem apelar para um coitadismo. Pelo contrário, usar a força dos que querem a vitória. Foi assim na final de 92 e em diversos outros momentos de orfandade de talento como de um Zico ou de um Ronaldinho Gaúcho.
Assim eu vi o Flamengo. Um time de superação. Não de estrelas. De força de uma camisa. De contrariar matemáticos e teorias. E este ano de 2011, entendam, o Vasco é o Flamengo.
sábado, 29 de outubro de 2011
Post musical - Diana Krall
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Palavra difícil
ou Amigos retrospectiva.
Amigos,
dividimos o bem maior
que é dado aos mortais:
a adolescência,
um estado intermediário entre
a felicidade e a responsabilidade.
O divertimento como preocupação maior
Futebol na rua.
-"Olha o carro!"
Vinho barato,
algumas brigas,
primeiras mulheres
primeiros porres e
rock.
Chega uma hora que é hora de agradecer
por este tempo.
De agradecer a tanta gente,
por tanta coisa.
Ao Artur pela calma, hospitalidade e paciência
ao Garça pelos discos que roubei e pela
companhia dominical no 557
lembras?
o Cau,
não sei bem porquê,
meio Judas,
mas amigo e amado.
Ao Porfírio
pelo mau gosto e alegria.
Ao Marcelinho,
que perguntava:
"Quando a gente crescer será que a gente vai se ver?"
e eu o vejo todo dia após o meio-dia.
Ao Pião
que um dia já soube jogar futebol.
As meninas,
amigas e namoradas,
algumas que ficaram pro Caritó,
outras que casaram e não deixaram
o endereço.
Aos velhos
que curiosamente
ficaram menos velhos
agora que eu também envelheci.
Ao avô que me adotou
e que aceitei com orgulho ser o neto postiço.
Obrigado pela amizade,
pelas viagens Brasil afora seguindo a bola.
Ao Estação Botafogo
contribuindo para meu pseudointelectualismo adolescente.
A Fluminense FM,
que sinto a falta até hoje quando ligo o rádio.
Faço minha homenagem "póstuma":
Não sintonizo os 94.9 no dial do FM. Jamais.
Ao Urgência,
(André, Carlos e Adam),
a mais cult de todas as bandas de rock,
pelos ensaios barulhentos na casa 434 da
Khalil Gibran. E aos amigos que não
considerei, mais por preguiça
que por falta de importância,
um abraço com carinho.
domingo, 23 de outubro de 2011
domingo, 16 de outubro de 2011
Rua da Carioca fechada, caos e cidadania

Ok. A Rua da Carioca ficou fechada em função de uma tragédia. Uma explosão de gás em um restaurante que funcionava com alvará/licença de funcionamento, provisório desde 2008. Para o caminho do primeiro mundo, onde riscos são mitigados, onde a vida tem valor ainda é um caminho. A prova que não basta um País se encher de dinheiro. Se não se encher de pensamento ético. E ética não é o moralismo classe média udenista obtusa, mas sim o se colocar no lugar do outro. Fazer a coisa certa. Enfim, precisamos nos organizar sim, sem perder o espírito brasileiro e carioca, mas o importante é não se transformar numa gigante Nação Emergente. Que fala como no bordão do programa humorístico "Tô pagando. Se tô pagando eu posso. Tudo meu".
Junto ao gargalo de logística/infraestrutura e educação, devemos colocar mais um: CIDADANIA. Sem cidadania, ficaremos no meio do caminho. Vendo a oportunidade de desenvolvimento de um País simplesmente ficando no vôo de uma galinha.
Sobre a Rua da Carioca, ela para pedestres ficou um momento delicioso de caminhar numa manhã com Sol meio tímido. Vale a sugestão. Andar pela mesma no dia de semana estava valendo como um passeio. Devolver a rua aos pedestres. Eis uma boa idéia que o antenado Prefeito Eduardo Paes deve estar pensando.
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
Padroeira e Dia das Crianças

Uma das coisas mais emblemáticas e étnicas do Brasil é ter uma "Virgem Negra", como Nossa Senhora de Aparecida, de Padroeira. (Ok, a Polônia também é consagrada a uma Nossa Senhora Negra), mas como tudo no Brasil tem-se no conceito em que todos são brancos e negros ao mesmo tempo, fica interessante e deveria servir para baixar ou acabar com qualquer nesga de preconceito étnico que possa existir.
Pensei no que poderia unir o "Dia das Crianças" com "Nossa Senhora de Aparecida". E me lembrei que com uns 10 ou 11 anos, voltando de uma viagem de carro pelo Sul com um avô postiço e dois irmãos verdadeiros, ainda que não de sangue, paramos na Basílica. O avô postiço, uma espécie de rádio relógio de informações, falava da Basílica com a desenvoltura de um guia turístico. Como estamos em 1981, a câmera de vídeo tape VHS, que parecia algo "profissional" chama atenção dos demais. Além de estarmos acompanhado por um senhor de fama profissional por ser ligado a mídia e ao esporte. Mas isto foi apenas um detalhe. No momento em que ele elevava seus pensamentos, lembro que na minha mochila havia uma bola. Achamos o piso da basílica interessante. E jogamos futebol. Fazendo um "Gol a Gol" de um lado para outro e com direito a jogadas driblando adversários imaginários que eram bancos e cadeiras.
Não era um heresia ou desrespeito. Quando se tem 10 ou 12 anos, futebol é uma coisa sagrada. Estávamos no lugar certo.
Viva o Dia das Crianças.
Salve Nossa Senhora de Aparecida. Independente de credo merece nosso pensamento elevado. Em nome de um Brasil.
O crédito da foto, datada dos anos 80, não tem efeitos não, é de Waltter Lima e eu descolei na web.
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Steve Jobs
Não falo da marca apenas. Longe de ver como um monstro capitalista que nos transformou em ávidos consumidores de computadores coloridos ou "bonitinhos". Mas sim como o visionário que buscou fazer diferente. Em alguns momentos quebrou a cara. Como acontece com todos os ousados e pioneiros. Faz parte. domingo, 2 de outubro de 2011
Aeroporto Santos Dumont
Quanto mais viajo, seja pelo Brasil seja até no interior da Turquia, tenho notado que os aeroportos cada dia que passa estão mais parecidos. De mobiliário as lojas. Fora o uso exagerado de vidros que ultrapassou a palavra tendência e parece que é lei.sábado, 24 de setembro de 2011
Rock in Rio 2011
Sou jovem demais para o Elton John e velho demais para a Katy Perry. Mas tive irmãos mais velhos que ouviam Elton John e uma filha que ouve Katy Perry.domingo, 18 de setembro de 2011
Miss Angola

No futebol eu sempre torço para Seleções Africanas. Um terceiro mundismo pessoal. E quando realizaram o concurso de Miss no Brasil, deu a "beleza africana" de uma angolana linda. Quem sabe na Copa de 2014 finalmente não tenhamos um campeão oriundo do continente africano?
sábado, 17 de setembro de 2011
Sócrates
Nina Simone - PPP Post pretenso poético
Para mim ela é um arcano. Amo Nina Simone.
Sou o homem das escolhas
insensatas e sábias
que mais me ferem
para proteger o outro
Pretenso anjo caído
não tem amores,
tem protegidos.
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
domingo, 11 de setembro de 2011
9/11 - O "Onze de Setembro"

Talvez na nossa geração seja a "Morte do Kennedy". Tipo onde todos se lembravam em qual local se encontravam quando souberam da notícia. Mas com certeza deixou mais sequelas no Mundo que a morte do marido da Jacqueline Kennedy Onassis. Se a morte do Presidente americano tirou a América da inocência. 0 11 de setembro instaurou a paranóia no Mundo que achava livre da paranóia pós Guerra Fria ou calma e ocaso do IRA e ETA.
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Surpresa na TV
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Encontro de Irmãos
Um café entre irmãos. Com cigarros apagados. Em menos de uma hora, toda uma vida passada a limpo. Com julgamentos e absolvições expressas. Sem condenações, apenas o tempo como senhor da razão.










