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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Real Madrid e Barcelona



Após o trabalho de oito até as oito, uma ida ao Maracanã, digo Bernabeu.

Toda vez que entro no Bernabeu me vem a imagem da Seleção de 82. Onde eu esperava encontra-la. Lembro até do Balão que subia com o Colombia 86. E a Seleção Brasileira de Falcão, Zico e Socrates, ficou no meio do caminho, assim como a Copa Colombia 86, que foi Mexico 86.

Madrid está triste como eu nunca a vi. A crise é bem sentida na Espanha e sobretudo no orgulho de grande nação. Ferida.

O metrô custa um euro e cinquenta, praticamente o mesmo preço que o metrô do Rio de Janeiro. Onde ganhamos em Real.

O jogo. Bem, todo jogo na Europa, até entre times populares, os estádios se tornam cada dia que passa um espetáculo mais elitista, talvez exceto na Alemanha onde o ingresso é bizarramente barato. Mas ingressos, equivalentes as nossas cadeiras, entre 85 e 140 Euros. E dentro do Estádio, que falta faz a nossa "Torcida". Um espetáculo a parte. Que vejam um Fla- Flu e depois me falem.

Europeu chega na hora do jogo. Claro. Seu lugar está marcado e respeitado. E a torcida do Real Madrid aguarda até o início do jogo para entrar completa. Parece um hábito da torcida tricolor carioca que sempre tem tempo para um último choppinho antes do jogo.

Jogadores se aquecendo ao som de música pop, de Queen, de música erudita, bem, fica um espetáculo meio patético, pois parecem estar numa coreografia fora do tempo. Um ballet desajustado.

Antes gols memorávies para a torcida do Real. E o Vasco da Gama devidamente homenageado. O gol de Raul, naquela final em Tóquio, passou umas quatro vezes. Dá-lhe Vascão. Vice Mundial não é para qualquer um.

Ligada calefação. Ainda bem que uso um casaco e camiseta. Pois estava no calor de Moça Bonita. Não entendia os casacos. Ali dentro estava mais quente que Moça Bonita as quatro da tarde com horário de Verão. Me senti fazendo bronzeamento artificial.

Que grama. Que contraste de uniformes. 

Na chamada dos jogadores, o marrento Mourinho, ainda que não seja unanimidade, disparado o mais aplaudido. Sempre acho que algo está errado quando o mais aplaudido é o técnico ou o DJ.

O jogo em si foi como todo jogo contra o Barcelona. Eles rodam a bola. Os baixinhos do Barcelona caem. Juiz marca falta. Messi desequilibra. O Real Madrid com um bando de jogadores que seriam recusados na Série B do Paulistão. Cristiano Ronaldo se futebol fosse um esporte individual seria um dos maiores de todos os tempos. E o resultado um empate. Um a um.

Depois um "barraco" uma confusão. O bom garoto e gênio da bola Messi teria cuspido em Arbeloa. Não sei o que Arbeloa fez em campo com Messi, mas se eu fosse torcedor do Real Madrid, também teria tido esta vontade.

A foto que ilustra este post é do Atlético de Madrid. Meu time por razões óbvias. Primeira: igual a camisa do meu Bangu. Segunda: Foi o primeiro uniforme da AAFC - Associação Atlética Flexa Carioca. Terceiro: a obviedade dos times óbvios é chata demais.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Santos e Barcelona

Messi ainda é absoluto. Sem dúvida. O único ser humano que joga mais bola que ele em atividade é brasileiro. É a Marta. O Barcelona contudo tem ao seu lado um "barcelonismo" que faz com que as pessoas percam o juízo crítico. Até os juízes. Com perdão do quase trocadilho.


Um time não pode ser um grande time com um goleiro ruim. Ok, vai ter gente falando do Felix em 70 com exemplo. Mas o Valdés me passa tanta segurança quanto o Clemer ou Danrlei, quer dizer, nenhuma.


Outro fato. O Barcelona só ganhou aquela do Real Madrid pois conseguiram expulsar o Pepe antes do jogo começar. A guerrinha de nervos entre o retranqueiro Mourinho e o falso bom mocismo do Guardiola contaminou o clima. Dois grandes venecedores. Mourinho pela competência. Pela tática e pela retranca. Guardiola, bem, por enquanto, pelo acaso. Ainda falta a confirmação como técnico. Por enquanto é um grande treinador.


O time do Barcelona tem um monte de "anão frágil" que quando levam um toco desabam. E o juiz, acreditando no "barcelonismo", se convence que eles jogam pelo "bem do futebol" e marca faltas.


Puyol chega sempre atrasado. Tem vontade. Mas o Leandro Guerreiro que jogava no Bota também tinha esta vontade e era amado pela torcida ao chutar a bola para a lateral.


O Barça é mais time que o Santos. Mas o mesmo Barça já perdeu uma final com gol de Adriano Gabiru. Ou seja, em futebol, quase tudo é possível.


O problema do Santos não é o Barcelona. É o próprio Santos. Que, com todo respeito e carinho ao talento já confirmado do Neymar, ainda em evolução, e o talento esperado e ainda não revelado do PH Ganso, tem no seu centroavante o homem mais decisivo de verdade do time. E pode ser Borges que decida tudo.


Se o Muricy abrir mão do que sabe fazer melhor : jogar na retranca e reclamar do juiz, podemos ter um bom jogo. Mas ainda assim não vale acordar as 8 da matina no domingo. Isto é horário de missa.


Agora "peloamordeDeus" chega de acharem que o Barcelona joga pela arte. Ou que "é o melhor time da história" e outras baboseiras. O Barcelona tem um craque genial. Um fora de série, que é o Messi. Mantém a bola muito tempo em sua posse, rodando de um lado para o outro. Mas Iniesta. Xavi. Pedro. Eu não escolheria na minha pelada. E se jogassem comigo, não se criavam. Basta que os juízes tratem os jogadores do Barcelona como homens. E não como meninas jogando contra meninos.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

E o melhor da FIFA vai para...

melhor do mundo 1993 baggio
copa do mundo 1994 baggio perde penalty na final

melhor do mundo 1997 ronaldo - o R9, o Fofão, o amigo dos Travecos
copa do mundo 1998 ronaldo amarela na final

melhor do mundo 2001 figo, melhor do mundo
copa do mundo 2002 figo e portugal humilhados na fase inicial

melhor do mundo 2005 ronaldinho
copa do mundo 2006, ronaldinho e o brasil apagados

melhor do mundo 2009 messi

o título que parece fadado ao fracasso na copa seguinte, eita maldição.juro que não estou "praguejando" a argentina