Não falo da marca apenas. Longe de ver como um monstro capitalista que nos transformou em ávidos consumidores de computadores coloridos ou "bonitinhos". Mas sim como o visionário que buscou fazer diferente. Em alguns momentos quebrou a cara. Como acontece com todos os ousados e pioneiros. Faz parte. quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Steve Jobs
Não falo da marca apenas. Longe de ver como um monstro capitalista que nos transformou em ávidos consumidores de computadores coloridos ou "bonitinhos". Mas sim como o visionário que buscou fazer diferente. Em alguns momentos quebrou a cara. Como acontece com todos os ousados e pioneiros. Faz parte. terça-feira, 19 de julho de 2011
Mac é Pop

No início da década de 90 não era fácil encontrar Mac. Nem nos Estados Unidos. Exceto na Costa Oeste/Califórnia, onde as lojas que vendiam Mac pipocavam. Até mesmo na Grande Maçã(nenhum trocadilho com a Apple) você tinha que rodar para encontrar acessórios e programas para Mac. Era uma coisa meio de "gueto".
No passado, quando você falava que usava Mac. Poderia causar algumas reações como : "Uau, o cara manda bem. É artista. Usa Mac." ou "Pernóstico e exibido este cara do Mac, meu PC faz a mesma coisa e é mais barato."
Agora o Mac não provoca reações de amor e ódio. Não é mais apenas uma plataforma preferida por "artistas" ou "alternativos". O Mac é pop. E graças a inclusão de consumo em nosso Brasil, aquela mesma que permitiu a pessoas que nunca viajaram para fora do País conhecer o exterior, este desenvolvimento de consumo, (torcendo que não seja uma bolha), trouxe a reboque a popularização do Mac. Hoje o Mac é pop.
Claro que produtos como o Ipod, Iphone e Ipad trabalharam esta marca. Produtos que traduziram categoria pelo bom marketing da Apple. Se antes era uma love mark restrita, a qual era defendida com unhas e dentes, hoje é preferida. Popularizada ao extremo. Menos love e mais mark.
Antes usar o Mac passava alguma coisa. Uma aura de artista. Hoje, não mais. A marca não agrega nenhum valor subjetivo ou aspiracional, mas o Mac continua muito mais interessante que a maior parte de seus concorrentes. E cada dia mais barato. Cada dia mais acessível.
Bom quando coisas boas saem do elitismo pretensioso e chegam a comunidades carentes. Que seja assim com a educação e com o chocolate belga.
Este Mac da foto é de 1993/4. Foi ligado e funcionou. Mesmo tendo ficado jogado por mais de 10 anos no meio da umidade. Deve ser convertido em um Bettario em breve.
sábado, 30 de junho de 2007
Iphone e a histeria

Claro que sou um daqueles que defende a plataforma Mac. Desde os tempos do Classic sou pró Mac. Isto faz quase 2 décadas. Uma época que até mesmo nos Estados Unidos não era fácil encontrar Mac. Menos na Califórnia, onde parece que o Mac sempre se fez presente.
Mas a Apple conseguiu algo que não é a cara da empresa. Ou Não deveria ser. Ela criou a histeria do consumismo para computadores. Não trocamos mais nossas máquinas por necessidade, e sim por um mera futilidade ou status. (Ou seria pelo delicado prazer consumista?) Se por um lado ver o computador sendo um eletrodoméstico é excelente, ver a correria do consumismo desenfreado como crianças no Natal é quase tola ou fútil .
Não que eu não queira também um Iphone...
