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quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Steve Jobs

Não falo da marca apenas. Longe de ver como um monstro capitalista que nos transformou em ávidos consumidores de computadores coloridos ou "bonitinhos". Mas sim como o visionário que buscou fazer diferente. Em alguns momentos quebrou a cara. Como acontece com todos os ousados e pioneiros. Faz parte.
Mas...Perseverou e venceu graças a coragem e a inovação.

Pela coragem de ter lançado um computador que não tinha local para disquete, e isto tem uns 15 anos. Já seria um pioneirismo. Pela coragem de usar "sabores" ao invés de cores. Pela coragem de "Pensar diferente", Steve Jobs merece sim nossa reverência.

Sei que diversos covardes enriquecem e ganham louros. Mas estes não ganham um pingo da minha admiração. Para mim vale a ousadia responsável. A vontade de torcer o familiar. Buscar a inovação.

Valeu, Steve Jobs.
A mensagem que você deixa para o mundo?

Think different.

Thanks.


terça-feira, 19 de julho de 2011

Mac é Pop

No início da década de 90 não era fácil encontrar Mac. Nem nos Estados Unidos. Exceto na Costa Oeste/Califórnia, onde as lojas que vendiam Mac pipocavam. Até mesmo na Grande Maçã(nenhum trocadilho com a Apple) você tinha que rodar para encontrar acessórios e programas para Mac. Era uma coisa meio de "gueto".


No passado, quando você falava que usava Mac. Poderia causar algumas reações como : "Uau, o cara manda bem. É artista. Usa Mac." ou "Pernóstico e exibido este cara do Mac, meu PC faz a mesma coisa e é mais barato."


Agora o Mac não provoca reações de amor e ódio. Não é mais apenas uma plataforma preferida por "artistas" ou "alternativos". O Mac é pop. E graças a inclusão de consumo em nosso Brasil, aquela mesma que permitiu a pessoas que nunca viajaram para fora do País conhecer o exterior, este desenvolvimento de consumo, (torcendo que não seja uma bolha), trouxe a reboque a popularização do Mac. Hoje o Mac é pop.


Claro que produtos como o Ipod, Iphone e Ipad trabalharam esta marca. Produtos que traduziram categoria pelo bom marketing da Apple. Se antes era uma love mark restrita, a qual era defendida com unhas e dentes, hoje é preferida. Popularizada ao extremo. Menos love e mais mark.


Antes usar o Mac passava alguma coisa. Uma aura de artista. Hoje, não mais. A marca não agrega nenhum valor subjetivo ou aspiracional, mas o Mac continua muito mais interessante que a maior parte de seus concorrentes. E cada dia mais barato. Cada dia mais acessível.


Bom quando coisas boas saem do elitismo pretensioso e chegam a comunidades carentes. Que seja assim com a educação e com o chocolate belga.



Este Mac da foto é de 1993/4. Foi ligado e funcionou. Mesmo tendo ficado jogado por mais de 10 anos no meio da umidade. Deve ser convertido em um Bettario em breve.

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Record Internacional


A Record Internacional nos canais de cabo pela Europa. Notícias fresquinhas do Brasil. E a noite/madruga pastores da Igreja Universal com a pregação de atrair fiéis. Nada que nos choque. Pois nos acostumamos. Eles não fazem nada que as Igrejas mais tradicionais não tenham feito. Buscar pessoas em momento de dificuldade.

Porém todos os pastores usam lap tops da MacIntosh.


A maçã que era o símbolo da "tentação" passa a estar mordidinha e exibida nos laptops dos pastores em pregação pela TV.