Vontade de acender um charuto, cubano, e beber um Mojito.
domingo, 14 de setembro de 2008
Post Musical de domingo
Vontade de acender um charuto, cubano, e beber um Mojito.
Pombos - O mistério
sábado, 13 de setembro de 2008
Lula pede para jornalista dedurar fonte
Em rápida conversa com os jornalistas, após participar de evento em Vitória (ES) para comemorar a primeira extração de óleo do pré-sal, o presidente disse aos repórteres que, se eles souberem quem fez a gravação e disserem a ele, ficará mais fácil. "A fonte falou com jornalistas, não foi comigo. Se algum de vocês souber e quiser facilitar a investigação, a gente pode resolver logo o problema. Se não, teremos que investigar com muita profundidade",afirmou Lula. Com base em agente anônimo da Abin, a revista Veja publicou matéria com transcrição de uma gravação de telefonema entre Gilmar Mendes e o senador Demóstenes Torres (DEM-GO) e acusou a agência como responsável. fonte (Reuters)
Ah, Presidente...Esta o senhor superou limites. Pedir para o jornalista "dedurar" a fonte, foi demais.
Entendemos que o marketing de Lula é se comportar como o homem normal. Dar palpite na seleção, falar da Petrobras, comentar as notícias, mas alguém deve lembrar a ele, embora tenha criado seu marketing do homem comum, ele é o mandatário do País. E que suas opiniões não tem o peso de um advogado, jornalista ou qualquer outro mero "influenciador" de opinião.
A opinião de Lula tem o peso institucional. Ou deveria ter. Quando ele diz: "Perguntem para o jornalista, ele deve saber a fonte..." é de uma falta de consideração com o trabalho da imprensa. Buscar tirar o peso da denúncia de seu governo. Joga a culpa logo em quem tenta levar luz a casos obscuros, a imprensa. Manda um jornalista rasgar o compromisso ético da profissão.
Lula tem um defeito, defeito que também sofria o ex-presidente Collor e o ex governador Garotinho, continua no palanque mesmo com o mandato.
Parece que tem mais alma de artista a espera do aplauso que de estadista com serenidade. Parece desejar ser amado. Você já é amado. O Bolsa família garantirá que o senhor continue sendo amado, Mr President.
Na foto Lula e outro craque da bola fora quando fala demais...
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
Sem saudosismo - Rio mágico desde sempre
Seleção no Engenhão

Sem querer bancar o "profeta do passado", eu esperava um fiasco. E depois que o convite para um camarote "Vip" onde era obrigatório a ida de "van" ao jogo, declinei e ainda achei mal pensado tal "camarote Vip". Se me convidam, eu vou com meu carro, de ônibus, de trem, de táxi, mas quem decide sou eu como chegar. Depois das ridículas camisas convite, agora esta bobagem de andar todo mundo como uma patética excursão de japonês numa Van.
Vamos, de van, aos motivos para o fracasso:
1- O Engenhão.
Pode até ser que um dia o estádio pegue. Por equanto ele só funciona para a torcida do Botafogo. Vamos lembrar que os botafoguenses iam ao Caio Martins em Niterói e a Marechal Hermes. Eles fazem parte de uma torcida que ama tão desesperadamente o seu time. Que ama seu time como um corno clássico, daqueles que sofre, chora e continua amando. Como eles cantam "Ninguém cala este nosso amor..."
A torcida do Botafogo é de longe a mais apaixonada e crítica. Ela praticamente se "auto imola". Ou seja, ir ao Engenhão para eles é moleza. Agora, para o carioca, o Engenhão ainda é uma coisa perto da Linha Amarela. Ele ainda não faz parte da Cidade. Da rotina. Pode ser que um dia venha fazer.
O Engenhão prova como no Brasil, a Cidade pouca ganha com estes equipamentos. O estádio não auxiliou em nada o entorno. Carece de um planejamento. Carece de estacionamento. As ruas próximas são escuras e estreitas. A população do entorno não ganhou nada com a construção do Engenhão. Se vier Jogos Olímpicos, será a mesma coisa. Maquiagem e nada de residual positivo pensado na inclusão e na melhoria para quem vive aqui.
2-Preço do Ingresso.
O olho cresceu. 200 pratas para ver o time do Dunga? Sei que internacionalmente não seria um preço salgado, mas estamos no Brasil. Eu pago 500 para ver a Marta no Maraca, mas para ver o time do Dunga. E...no Engenhão. Não obrigado.
3-O time.
Após um fracasso olímpico retumbante, queriam o que? Um time sem alma. Sem brilho e sem brio. Queriam que o carioca se comporte como um provinciano que acha o máximo ver a seleção brasileira? E os caras cobram que fiquem torcendo. Esta seleção está sem alma até na abordagem com a população. Os jogadores falam as mesmas desculpas. Parece ensaiado, mal ensaiado, mas ainda assim sem alma até na desculpa. Saudade de um rompante do Edmundo, uma tirada irônica de um Romário ou até da clareza, ainda que com um bom mocismo estudado, de um Zico.
4- O carioca.
Vamos entender que o Rio de Janeiro, que o carioca, não é um passivo telespectador do Faustão. O carioca tem uma alma diferenciada. Estão tentando matar esta alma carioca. Tentam transformar o Rio e o Brasil em algo pasteurizado, onde só caiba o caricato regional. No resto tem que ser igual e institucional. Tem que ser a cara de São Paulo. Mas o Rio tem uma alma diferente. Esta alma gauche, mas se preciso for, levantarei barricadas para proteger nosso carioquismo.
E para o carioca, se ficar vindo muito, virando figurinha fácil, o carioca começa a não dar valor. Perde a graça. A gente vaia o minuto de silêncio. Reclamou que o Papa tava vindo muito ao Brasil. A gente "chuta" o Caetano Veloso no Leblon, despreza aquele monte de atores que a gente sabe que viu, mas não lembra o nome. Não é ser blasé.
O carioca reclama do que é bom. Isto é o Rio de Janeiro. Alma de Corte.
Expliquem isto para quem vem fazer evento aqui. A Naomi Campbell tá ficando figurinha tão fácil que vai acabar em alguma festa com cobertura do "Sabba Show".
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
Atenção blogueiros
Tenho o cuidado, quase jornalístico ou policialesco, de checar o que posto neste blog. Afinal, não existe mais o "comentário despretensioso".
Vou narrar o fato ocorrido comigo que ilustra bem o fim do comentário despretensioso. E os blogs são ferramentas que mostram isto.
Tive uma reunião com uma "cabeça coroada" de uma determinada esfera de governo. Uma pessoa de história. Polêmica e sempre na cena dos últimos 8 anos da vida pública brasileira.
Ao ser apresentado, ele manda, direto: "O prazer é todo meu, Guto Graça. Vou conhecer o cara que me deu uma canelada no blog! Só te conhecia de texto..."
Eu respondi que não me lembrava. Não foi dissimulação. Realmente não lembrava. Quando eu aleguei, ele me lembrou o assunto e aí eu me lembrei com clareza.
Mesmo com todo o inconveniente que possa nos causar, a gente vê que a dita "micro-opinião" é uma realidade. E os blogs hoje são fonte de informação. Tem gente boa lendo.
E uma outra que a gente tem que se lembrar, uma que é eterna:
"quem bate esquece, quem apanha lembra"
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
Rio de Janeiro em dias de chuva

Chuva.
Ah, se a gente esquece o engarrafamento, tudo fica maravilhoso. Esta foto que recebi por mail, não veio o crédito do autor, é linda.
Uma prova que o Rio fica lindo em dias de sol e em dias de chuva.
sábado, 6 de setembro de 2008
Saudade ibérica
A trilha espanhola é por minha conta.
Presuntos Implicados.
"Como hemos cambiado"
Posts musicais e pessoais.
Fausto Wolff

No começo dos anos 90, o Antonio's ainda resistia no Leblon. Na mesa, Fausto Wolf me dá uma sacaneada : "Lê Proust, cita Borges e é heterosexual...coisa rara na atual geração..."
O bate papo continua e ele me fala:
Rapaz, mais ou menos faça o seguinte, tudo o que eu falar para você, faça exatamente ao contrário..."
Bom de texto. Bom de verve.
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
Rubéola - E ninguém fala nada...

Sinceramente, não sou médico, mas meus neurônios trabalham.
E minha vista ainda não se cansou de ler na "entrelinha".
Não se trata de "teorias da conspiração", mas...
O Brasil assina um pacto com a OMS -Organização Mundial de Saúde para erradicar a Rubéola do mundo.
Claro que isto foi uma pressão da OMS, que deve estar sendo pressionada por laboratórios que vendem a vacina de rubéola. Ok, assim é o capitalismo.
Criou-se um temor da rubéola como se a mesma fosse prima do ébola. Patético. Objetivo: dar saída nas vacinas compradas pelo Ministério da Saúde.
O que me espanta é ninguém da imprensa ter puxado esta versão.
Todo mundo tratando a "erradicação da rubéola" como se fosse a ordem do dia. A salvação para a saúde do Brasil.
Sobram perguntas...
Vamos apurar quais são os laboratórios que tem interesse nesta venda de vacina?
O que o Brasil ganhou assinando este pacto pela erradicação da rubéola com a OMS?
Qual o custo da rubéola aos cofres da saúde nos últimos 5 anos?
O que em números a rubéola causou no ano passado? Casos, problemas etc...
Quanto foi o investimento para esta campanha de vacinação agora em 2008?
(Publicidade, mobilização, remédios)
É por estas e outras que no Brasil a lepra tem casos como nas mais pobres nações africanas-aqui mesmo no Rio de Janeiro. Por isto que no Brasil se morre de dengue, de tuberculose...Mas da rubéola, o Ministro Temporão-que diversas vezes se sai bem, desta vez serviu de lacaio da OMS e ajudou aos amigos a vender vacinas, (sabe-se lá se estavam encalhadas). Ah, globalização que ainda trata o terceiro mundo como terra de oportunidades do colonialismo.
O Brasil precisa de um plano de saúde que considere a nossa realidade. Fábrica de vacinas. Pesquisas e estudos de doenças que laboratórios internacionais não se interessam mais. Ou de doenças tropicais. Países com problemas de nações miseráveis como o Brasil poderiam liderar isto. Aí sim é um terceiro mundismo interessante. Se bobear, o Chavez pega uma bandeira desta.
Um assunto chato: "Pimenta, de novo" - Por Luiz Garcia
Um criminoso, estilo "coroa corno" do Estadão, dá diversos tiros nas costas de uma jovem ex namorada e sai livre rindo da sociedade e dos pais da jovem que ele tirou a vida. Friamente. Cruelmente.
Fico pensando, se um louco resolver matar o Pimenta Neves, a culpa será de quem?| O Globo |
| 5/9/2008 |
Há assuntos que cansam pela repetição. Insistir neles mostra falta de informação ou de criatividade de quem escreve. Admito estar exposto às duas acusações se volto a falar no caso triste do jornalista Pimenta Neves, o homem que o Judiciário brasileiro não consegue botar na cadeia. Defendo-me: não é falta de novidades, muito menos de temas mais quentes. Acontece que o caso de Pimenta é especial: deve-se voltar a discuti-lo simplesmente porque, mais uma vez, seus advogados souberam usar características - ou defeitos - do sistema judiciário brasileiro para manter o jornalista em liberdade. Oito anos atrás, Pimenta - jornalista do primeiro time da imprensa paulista - matou, com tiros na cabeça e nas costas, uma namorada, 30 anos mais nova que ele. Ela anunciara o fim do romance, ele marcou um encontro num haras em Ibiúna e a fuzilou. Apesar de uma quantidade de provas e de testemunhas, o caso tramitou na Justiça paulista com lentidão exasperante. Pimenta sempre teve advogados hábeis e imaginosos. Não era possível evitar a condenação, mas eles conseguiram que o réu não passasse mais de alguns meses na prisão, e sob o regime camarada que o sistema reserva a réus com diploma e dinheiro. Agora, no Superior Tribunal de Justiça, a defesa tentou anular a condenação pela Justiça de São Paulo a 18 anos de prisão. Um detalhe é significativo: o juiz singular o condenara a 19 anos de reclusão, e o Tribunal de Justiça cortara um ano da pena porque Pimenta confessara espontaneamente o crime. Leigos têm direito a estranhar: que valor, que mérito tem essa espontaneidade, quando o crime foi cometido à luz do dia, na frente de testemunhas? Mas é a diferença que faz um advogado esperto e bem pago. No capítulo desta semana da triste novela, o STJ cortou três anos da sentença. Os ministros acharam que o juiz paulista exagerou na avaliação do trauma causado pelo homicídio na família da namorada. Não dá para discutir: avaliações do sofrimento alheio são sempre subjetivas. E esse não é dado mais relevante nessa tragédia sem desfecho. O que realmente faz diferença é o fato de que Pimenta ainda não vai para a cadeia. Só quando se esgotarem todas as possibilidades de recurso. Pode-se prever que, com a sua pauta pesada, o Supremo Tribunal Federal não vai julgar o caso tão cedo. Bons advogados podem garantir isso. E, é preciso convir, um réu de 71 anos talvez não disponha de 17 anos para oferecer ao sistema penal. Certamente o caso tem algumas características excepcionais. Crimes de paixão executados com frio planejamento são raros nas camadas mais rarefeitas da sociedade brasileira. O caso de Pimenta certamente não estimulou imitadores. Mas não é pelas circunstâncias do crime que ele desperta atenção especial. Mas sim pelo fato inegável de ser exemplo eloqüente da fragilidade do sistema jurídico em face da estratégia da postergação. O problema todo está na idéia do direito à liberdade até a condenação final. Pareceria mais justo admitir esse privilégio em circunstâncias excepcionais, claramente justificadas. Mas não, por exemplo, quando um cavalheiro matou premeditadamente e pelas costas alguém que ferira apenas o seu orgulho de macho. |
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
Cartola - Acontece
"Acontece". Cartola. Poderia ser "O mundo é um moinho" , daqueles sambas tristes que falam com a alma. Que tem a lágrima da emoção sincera.
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
Acidente na corrida e omissão da imprensa
Curiosamente a imprensa praticamente omitiu o acidente com vítimas, inclusive uma criança.
Os dados sobre um acidente como o que aconteceu? Como foi? Nome das vítimas...Praticamente foi ignorado.
Estranho não?
Lagoa, Ipanema, Cagarras...

Uma imagem fala mais que qualquer palavra, que me perdoem os poetas, mesmo porque o Rio de Janeiro, quase sempre nos deixa sem palavras.
Não podemos negar: morar nesta Cidade é um dos maiores salários indiretos que alguém pode ter. No dia que houver uma política de inclusão social-sem pilantropistas metidos a ongueiros modernos, mas no dia que tivermos uma política social, pensando realmente em quem precisa como um ser humano e não como um título de eleitor, pode ter certeza que nenhuma Cidade no planeta será capaz de superar o Rio.
sábado, 30 de agosto de 2008
Post de sábado
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
Stock Car - Coisa Caipira

Uma das coisas mais caipiras, ou com todo carinho e respeito a São Paulo, uma coisa de paulista, de classe "C" é expressar : "A maior premiação", "Um milhão de reais para o vencedor"...
domingo, 24 de agosto de 2008
Manhattan - Rio

Hoje, de tanto ouvir falar de eleições americanas, que pouco, muito pouco importa para nós-parece que esqueceram que vivemos no Rio e teremos uma eleição municipal em outubro. Tanto faz o "jabuticaba"* Obama ou o "cowboy aposentado" McCain. Para nós não muda nada. Não muda nada no mundo. Diferente de como tentam passar.
Neste clima, me transportei para Nova Iorque já que Washington seria muito sem graça.
Até o som entrou no clima "yorker", na lasagna que fiz em casa idem. Sim, a lasagna é um prato ítalo-americano. Não necessariamente uma lasagna do "Sbarro" -um local onde tudo tem o mesmo gosto do tempero e o cheiro de gordura. Mas aí entra a poesia e o bem comer.
Para finalizar cookies-chunk. Com o Ovomaltine.
A trilha não poderia ser outra, Bobby Short.
Viva Manhattan.
E Viva ainda mais o Rio.
*Jabuticaba - preto por fora, branco por dentro. E por acaso a preconceituosa América deixaria um negro ou um latino ser presidente? Um dia quem sabe, por enquanto não. Apenas a porta dos fundos.
sexta-feira, 22 de agosto de 2008
Irreverência que merece reverência

O mundo chato e politicamente correto pensou em condenar Usain Bolt. O jamaicano que escreveu seu nome como o maior destaque dos Jogos Olímpicos de Pequim, que me perdoe Mr Phelps, mas Usain pulverizou recordes numa competição morna como foram os dias de atletismo. É o nome que fica de Pequim.
E Olimpíadas é Atletismo e Natação, o resto é para contabilizar medalhas no quadro.
Na chegada dos 100 m uma brincadeira, uma irreverência, que não impediu a quebra do recorde. O Presidente do COI censurou sua "gracinha" ao cruzar a linha. Disse o dirigente que ele "desdenhou" dos demais competidores. Que me desculpe o chato engravatado que gerencia este negócio milionário de marketing camuflado de atração esportiva, mas foram os outros que desdenharam de si mesmos. Acompanho Atletismo com um interesse absurdo desde criança na década de 80 e nunca vi ninguém chegar com tamanha vantagem sobre os demais numa prova de 100 m.
Parecia ver um ser de outro planeta. Usain fez algo como "Cassius Marcelus Clay" -Ali fez com o boxear. Levou exatamente o entretenimento através da auto-confiança. O que chamaríamos de "marra".
O mundo chato censura quem age como tem que agir. Com a sinceridade. Com a naturalidade.
O mundo chato espera um comportamento padrão de executivo contido.
Como se buscasse um emprego, seguindo as dicas de um profissional. Parece esperar
o personagem. A mentira. O "enrustido". O bom mocismo falso.

Vão, com perdão da má palavra, a merda.
E viva Usain Bolt.
A leveza e a sinceridade. Um carioca diretamente da Jamaica de Bob Marley.
Uma espécie de Romário, de Ali. Gente de uma cepa especial.
Que merece o ouro e o aplauso pelo talento e sinceridade.
E a reverência pela sua irreverência.
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
Lei Seca - a sinceridade do carioca

Pesquisa realizada pelo DataRio e publicada pela Coluna Informe O Dia, mostra que para o carioca se parar a fiscalização, o povo vai beber e dirigir.
O Sr(a) acredita que se parar a fiscalização as pessoas vão infringir a lei e voltar a beber e dirigir?
SIM, Se parar de fiscalizar, multar e prender, as pessoas vão voltar 79%
NÃO, As pessoas já aprenderam e não vão voltar a beber e dirigir 12%
NS/NQOO 09%
Objetivo:
Levantar junto a eleitores da área de estudo a
percepção sobre a lei seca e suas aplicabilidades
Local:
Município do Rio de Janeiro
Período do Campo:
5 e 6 de agosto
Universo:
A pesquisa foi realizada junto a eleitores
com 16 anos ou mais da área de estudo
Amostra:
Representativa da população das áreas em estudo,
elaborada por quotas proporcionais em
função das variáveis significativas a saber:
-Sexo
Dados TSE
-Grupos de Idade
16-17, 18-24, 25-29, 30-39,40-49, 50 e +
-Localizacao Geográfica : Setores Censitários IBGE
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
Ronald Biggs

Se o Rio cristalizou uma imagem de paraíso, parte pelas imagens do Carnaval - sim eu já fui perguntado pelo Carnaval carioca na Bulgária - e por Ronald Biggs. Mr Biggs , um cara gente boa, era figurinha fácil em Santa Tereza, tive o prazer de almoçar uma vez com o mesmo.
Biggs foi o "Ladrão do Trem pagador" que assaltou na Inglaterra, fugiu para o Rio e aqui se fixou. Foi personalidade, irradiou o jeito carioca de viver e merece uma estátua. Ele fez o que nenhum homem público fez pela nossa Cidade em termos de divulgação.
Biggs foi mais eficiente que qualquer campanha publicitária da Embratur e congêneres.
Não fiquemos chatos achando que elogiar Ronald Biggs é permissividade.
Viva Biggs!
terça-feira, 19 de agosto de 2008
Guanabara

Nossa Baía é nome de nossa Cidade. Sim, São Sebastião do Rio de Janeiro, é a Guanabara, que me perdoem os fluminenses, niteroienses e similares, mas estou num momento extremamente carioca.
sábado, 16 de agosto de 2008
Madonna 50 anos
Um brasileiro - Caymmi

Quem trabalha com publicidade conhece a unidade de espaço "um Dorival" criado em homenagem a Caymmi. "Um Dorival" significa um espaço um pouquinho maior que o espaçamento normal, sem chegar a ser dois espaços. Afinal Caymmi sempre falava com pausas entre suas frases. Uma breve pausa.
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
Back to 60's - Quando o Rio era carioca
b
Nó
Pré-Sal e Petrobras

Por partes: Petrobras é uma empresa. Uma empresa, vamos firmar bem esta palavra, ainda que estatal, uma empresa.
segunda-feira, 11 de agosto de 2008
Da série- Motivos para amar o Rio
Recordes Olímpicos

Estes jogos de Pequim estão batendo diversos recordes. Um deles deve ser de paciência. Para quem não gosta muito de esporte, vê o noticiário dominado pelos Jogos. Para quem gosta sofre com uma fúria das emissoras tentando cobrir o maior número de eventos, ficando no vazio. Pois fazer cobertura jornalística não é apenas abrir o sinal do satélite. Tem que ter material humano capacitado e capaz. Jornalistas, comentaristas e sobretudo matérias.
E cá entre nós, polo aquático entre Hungria e Cazaquistão tem que ter muito amor pelo esporte. Para cobrir ou para assistir.
domingo, 10 de agosto de 2008
Dia dos Pais

Se a gente fosse brincar de "ser Deus", uma das coisas que poderia ser modificada na humanidade, seria simples: o ser humano não poderia procriar sem antes um teste de capacidade. Homens e mulheres viriam "de fábrica" com um chip de "poder procriar", mas este chip não estaria habilitado. Provou que pode ser pai ou mãe, você habilitaria a capacidade de procriar. Mas ninguém nasceria com esta capacidade pela natureza. Teria que ser demonstrada em uma prova. Como a prova do Detran.
Lugar estranho

Não se trata de falar mal da Barra da Tijuca, mas eita lugar estranho. Moro na Barra desde 2005. Moro é muito forte. Na verdade eu durmo na Barra. Fico reparando que nada que eu faço tem a Barra nos planos.


