Mostrando postagens com marcador chuva. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador chuva. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Frases do carioquismo


Ser carioca demanda entender esta frase em dias de chuva :

"Sombrinha é 5. "Familhão" é 10."

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Chuva no Rio



Sabe o carioca que gosta de chuva?
Pois é, sou eu.
Parece algo que contraria a essência carioca, mas não é. A cidade fica linda. E apesar do caos, em certos momentos parece que fica deserta. Como um Rio antigo. Até preto e branco o Rio fica. Fotos tiradas agora, as 15h50min pelo telefone. De dentro do carro.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Rio pintura impressionista Av Niemeyer 10h35min


Dia de Chuva
Deixo a chuva molhar
o pára-brisa do carro amarelo.
Pelo vidro molhado,
um mosaico.
Vejo o mundo parecer uma pintura impressionista.

Poesia Carioca 2000 Francisco Alves Editora




A origem do post foi a crônica do meu querido Mario de Almeida, falando de chuva, do Rio e de gotas de memórias.





sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Rio - Paineiras - Chuva



Apesar de carioca, eu gosto de chuva. Uma visão do Rio, numa sexta-feira 13, nublada e linda. Como uma mulher bonita de verdade é bonita sem maquiagem, sem photoshop, sem produção...O Rio é assim.

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Rio de Janeiro em dias de chuva


Chuva.
Ah, se a gente esquece o engarrafamento, tudo fica maravilhoso.
Esta foto que recebi por mail, não veio o crédito do autor, é linda.
Uma prova que o Rio fica lindo em dias de sol e em dias de chuva.

sábado, 28 de julho de 2007

Rio de Janeiro em sábados de chuva


Sempre acreditei que sábados de chuva no Rio são indulgentes. Eles perdoam a preguiça e o pecado de ficar em casa. Nada de dar um pulo no Jardim Botânico, um mergulho, uma caminhada no calçadão. Nada de caminhar por Ipanema, de uma água de côco no Arpoador. Olhar a fauna de Copacabana então, nem pensar.

Sábados de chuva são amigos do ócio.

Eles são indulgentes e compreensivos.

E nesta indulgência compreensiva de Tv desligada, cachorro brincando dentro de casa, de vontade de nada fazer, de desligar os telefones, de não responder e-mails. ..Bendito sábado de chuva. Hora de ouvir o Song Book de Duke Ellington cantado por Ella Fitzgerald.

Uma calma quase monástica na vida da gente.

Pois é, precisamos de sábados de chuva na nossa vida.

Para pensar em algo? Para refletir?

Claro que não. Precisamos de sábados de chuva para nada pensar.

E viva o Rio. Em dias de sol. Em dias de chuva.