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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

"The best camera is the One That's You"



Sabe aquele movimento, quase que "dogma", pois eu estou acreditando nisto "The Best Camera is the One That's With You". Foto de celular na pausa entre um trabalho e outro a gente preenche com vida. Com Rio. Este é nosso "mind the gap".

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Uma sexta, duas imagens




O Rio é lindo, seja a "Dubai" da Tijuca, digo Barra da Tijuca, antes das 8 da manhã. Uma foto despretensiosa, quase ao acaso.

A outra, parece uma bela imagem, mas é uma cena de terror. Retornando de uma reunião na Baixada, passei no Hospital do Fundão. Assustador. Como deixaram um hospital universitário ficar naquele estado? "Serve realmente esforçar o aprendizado dos jovens médicos, ou fazer desistir da medicina". Assim me falou uma ex aluna UFRJ e hoje médica do hospital. Concordo.

domingo, 10 de agosto de 2008

Lugar estranho


Não se trata de falar mal da Barra da Tijuca, mas eita lugar estranho. Moro na Barra desde 2005. Moro é muito forte. Na verdade eu durmo na Barra. Fico reparando que nada que eu faço tem a Barra nos planos.
Nos últimos 3 anos se  fui 8 vezes em restaurantes na Barra, foi muito. Eu corro e caminho em Ipanema. Eu bebo chá e café, alugo DVDs no Leblon. Bicicleta é na Lagoa. Compro CD em Copacabana. Jantar na Barra então, sem chances. Na Barra tudo parece um enorme mais ou menos. 
Já tentei ir em restaurantes da Barra que não sejam churrascarias rodízios, mas  tenho a impressão de estar em algo provinciano. Me sinto em Niterói. E olha que aquele restaurante cafona do Eike Batista nem fica na Barra.
Por estas e outras, que poderiam colocar uma placa na chegada ao Leblon:
"Sorria, você saiu da Barra"

A Barra não parece fazer parte da Cidade do Rio de Janeiro. É a sensação que nos deixa. Se é culpa da geografia ou dos humanos, aí eu não saberia responder. Ao invés de pensarem em separar a Barra do Rio, como um dia pensaram, pensemos em trazer a Barra para a Cidade do Rio de Janeiro.

quinta-feira, 17 de abril de 2008

São Paulo e Barra da Tijuca



Desde que sou criança o Professor Simon Wajntraub me intriga. Ele tinha espaço comercial de anúncio em alguma TV periférica que assistia-Manchete ou SBT- comunicando seu curso de oratória contra o medo de "falar em público e gagueira".
O curso dele, que na verdade a aprovação deve consistir em conseguir pronunciar o nome do mesmo, Simon Wajntraub, voltou a mídia.
Ontem no rádio o seu spot publicitário falava do seu curso de "Boas Falas" e no final ele dava os endereços de uma forma inusitada: São Paulo, Rio de Janeiro e Barra da Tijuca.
Ok que a Barra é uma coisa estranha ao Rio de Janeiro, mas a mesma ainda não é uma Cidade a parte...

terça-feira, 11 de setembro de 2007

Placas indecisas


Vejam estas placas colocadas, na entrada do Tunel de São Conrado, no final do viaduto do Joá. Uma diz que a velocidade máxima é de 80 km. A seguinte, menos de 10 metros, afirma que a velocidade é 60 km. Será que é para testar a capacidade de frenagem?

Dá para se decidir se é 60 ou 80 km?

quinta-feira, 30 de agosto de 2007

Paineiras, uma fuga do engarrafamento


Sou um dos poucos cariocas que gosta de chuva. O Rio fica lindo também em dias de chuva. Parece uma fotografia em branco e preto. Quem também gosta de chuva é a "maria-sem-vergonha". Conhecida também como "Impatiens". Por coincidência minha flor predileta. As fotos hoje são de uma manhã rumo ao Centro da Cidade, saindo da Barra da Tijuca. Pela Estrada das Paineiras, é claro. A neblina cinematográfica não é photoshop.

quarta-feira, 8 de agosto de 2007

Barra da Tijuca - Pertinho do Rio de Janeiro


A Barra da Tijuca até que se esforça. Mas ela não consegue fazer parte do Rio. Cidades independentes e vizinhas, como Recife-Olinda ou Vitória-Vila Velha, parecem ser mais próximas que a Zona Sul e a Barra da Tijuca.

Não se trata de um preconceito com os emergentes. Se nos anos 90 eles causavam algum incômodo com suas festas para cachorros e tapetes persas cortados nos carros, hoje, no esquecimento, eles foram apenas celebridades instantâneas coletivas. Não incomodam mais. E vivem ostracismo dos ex Big Brothers.

A culpa não é da geografia ou do Plano Lúcio Costa. Por mais que pensem que os prédios da Barra não tenham a cara do Rio, decididamente não é isto. Tudo bem que a ausência de esquinas tira uma das características do Rio, seja Zona Sul ou Zona Norte. A esquina, o boteco, a banca de jornal. Apesar que alguns botecos hoje vão se transformando em pés limpos para happy hour da galera. Mas o popular botequim, aqueles plantados nas esquinas, seja do subúrbio, seja de Copacabana, parece que na Barra inexiste.

A Barra também não é distante do Rio pelo cheiro de peixe frito nos quiosques da praia. Você sai para correr ou caminhar e sente o aroma de peixe frito.

Então o que faz a Barra ser algo diferente do Rio como Niterói? O que faz são as pessoas. Na Barra as pessoas se arrumam para ir ao Restaurante.

Na Barra existe a maior quantidade de mulheres suecas trangênicas, leia-se louras de farmácia.

A água da Barra deve alisar cabelos, como tem mulher de cabelo liso por lá.

Na Barra se tem a maior quantidade per capita de silicone.

Na Barra se encontra o maior número de mulheres com botox.

Mas a Barra tem seu mérito. Ela descriminalizou a ida a churrascaria com uma namorada. A Barra fez um traço de união entre zona norte e zona sul. Onde não tem nenhum inconveniente o filho de um banqueiro –de banco- ser vizinho de um dono de ferro velho. A Barra pode ser estranha, mas ela é democrática. Por isto, que apesar de tudo, a gente sorri. Pois que lugar do mundo pode ser tão agradável com verde, com mar limpo e vias outrora expressas. A Barra é excelente. E o melhor: é Pertinho do Rio de Janeiro.

segunda-feira, 25 de junho de 2007

Rio, Brasília e seus mauricinhos


O caso dos mauricinhos que espancaram a doméstica Sirley, na Barra da Tijuca, e ao justificarem que não sabiam que era uma doméstica, "haviam pensado que era uma prostituta", me lembrou o comentário dos mauricinhos de Brasília que mataram queimado o índio pataxó, Galdino. E disseram que achavam que era "apenas um mendigo".

Difícil é não se indignar com isto.