Mostrando postagens com marcador politicamente correto. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador politicamente correto. Mostrar todas as postagens

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Cinema e formação

Eu poderia citar um Bergman para fazer uma aura intelectual, ou um Tarantino para parecer contemporaneamente imbecil, mas minha formação como ser humano foi feita Linkpelos filmes de John Ford, Fellini e tudo de James Bond.

Simplório. Masculino que venera a mulher. Sem misogenia nem politicamente correto.

Que o mundo voltasse a ser politicamente incorreto e sincero.

ENTREVISTA LOBÃO - Como bem disse o Lobão...Tá um porre este bom mocismo hipócrita.


Meu filme de sábado. De ver uma vez por ano. De delirar com o onirismo pessoal.

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Irreverência que merece reverência


O mundo chato e politicamente correto pensou em condenar Usain Bolt. O jamaicano que escreveu seu nome como o maior destaque dos Jogos Olímpicos de Pequim, que me perdoe Mr Phelps, mas Usain pulverizou recordes numa competição morna como foram os dias de atletismo. É o nome que fica de Pequim.

E Olimpíadas é Atletismo e Natação, o resto é para contabilizar medalhas no quadro.


Na chegada dos 100 m uma brincadeira, uma irreverência, que não impediu a quebra do recorde.
O Presidente do COI censurou sua "gracinha" ao cruzar a linha. Disse o dirigente que ele "desdenhou" dos demais competidores. Que me desculpe o chato engravatado que gerencia este negócio milionário de marketing camuflado de atração esportiva, mas foram os outros que desdenharam de si mesmos. Acompanho Atletismo com um interesse absurdo desde criança na década de 80 e nunca vi ninguém chegar com tamanha vantagem sobre os demais numa prova de 100 m.

Parecia ver um ser de outro planeta.
Usain fez algo como "Cassius Marcelus Clay" -Ali fez com o boxear. Levou exatamente o entretenimento através da auto-confiança. O que chamaríamos de "marra".
O mundo chato censura quem age como tem que agir. Com a sinceridade. Com a naturalidade.
O mundo chato espera um comportamento padrão de executivo contido.
Como se buscasse um emprego, seguindo as dicas de um profissional. Parece esperar
o personagem. A mentira. O "enrustido". O bom mocismo falso.


Vão, com perdão da má palavra, a merda.
E viva Usain Bolt.
A leveza e a sinceridade.
Um carioca diretamente da Jamaica de Bob Marley.
Uma espécie de Romário, de Ali. Gente de uma cepa especial.
Que merece o ouro e o aplauso pelo talento e sinceridade.
E a reverência pela sua irreverência.

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Politicamente Correto na censura


Ganhei de "Dia das Mães" um dvd duplo do "National Lampoon's". O "Férias Frustradas" e "Férias Frustradas de Natal". Hilariante e uma das melhores coisas realizadas nos anos 80.

Agora a justificativa da censura e tão hilariante quanto o filme. Um pouco mais ridícula.

"Não recomendado para menores de 12 anos. Contém: Desvirtuamento de Valores"

domingo, 4 de maio de 2008

Estatuto do idoso


O estatuto do idoso é estranho. Considerar pessoas de 65 anos como "idosos" é um erro. Vem de um tempo, talvez duas décadas, quando pessoas de 60 anos eram velhos. Nossos velhos de hoje, enquadrados nesta definição, são pessoas como Chico Buarque e Caetano Veloso, por exemplo. Que podem sim tomar a vacina de gripe que os velhinhos tomam, mas estão longe de serem aqueles velhinhos do imaginário popular a serem protegidos.

Nossa sociedade tem o dever de proteger seus velhos, seus menos favorecidos, seus jovens e suas minorias. Sem dúvida. O problema vem nas leis que mais criam absurdos e abrem brechas para oportunistas. Sejam leis de cota, estatutos específicos e outras legislações vistas como avanços, que n verdade são retrógadas e inoportunas. Culpa do consenso do politicamente correto vigente.


Ou seja, estranho, se você arrumar uma confusão com o Caetano Veloso, der uns cascudos nele na rua, você vai enquadrado no estatuto do idoso.

terça-feira, 18 de março de 2008

Fumaça Ônibus vs Cigarros


Eu não fumo, mas esta cruzada anti-tabaco me incomoda mais que o cigarro do vizinho do lado. E eu também não gosto do termo "fumante passivo". Nem do fumante, nem do passivo. Bem, existe algo que é bem pior. As fumaças dos ônibus que circulam impunes. Assim como algumas Vans e carros velhos.

Isto aí o Ministério da Saúde se cala. E é mais barato obrigar darem um jeito na frota que ficar com campanhas contra o Cigarro.

Parem com o Cigarro. Mas parem com os ônibus de fumaça negra. Esta foto aí do lado é uma fumaça bem mais limpinha que os ônibus que circulam pela Zona Sul carioca.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Politicamente correto é um saco


Atire a primeira pedra quem nunca ficou tentado em parar nas vagas destinadas aos deficientes num estacionamento lotado? Quem, levemente, sem que ninguém notasse resmungou em função destas, mais que justas, vagas?

Ou quem, no seu íntimo, não achou uma bobagem condenar alguém por ter chamado um homosexual de bichinha? Não se trata de legitimar a homofobia, algo realmentedetestável, mas sim a liberdade de zoar. Chamar uma L de "Sapa", "lixa na língua" não ofende. Chamar um gay de "peroba", "boiola" não se configura um crime. Ninguém está sendo necessariamente ofensivo. Apenas zoando. Assim como se zoa o feio, o gordo, o chato, o botafoguense, o flamenguista, o palmeirense e, é claro, o vascaíno.

Você não zoa um botafoguense intenso? Então? Temos obrigação de respeitar a essência do ser humano. E o deboche faz parte da vida.

Nunca me senti ofendido de ser chamado de "heterosexual" ou de "braquelo". Somos todos iguais. E assim deve ser.

Outro dia queriam processar o Maurício de Souza por brincar com o comportamento sexual diferenciado de um personagem dos quadrinhos. Chegou ao extremo.

Parece que andamos na contra-mão da história. O politicamente correto ao invés de proteger, acaba por ainda mais segregar. Por criar uma proteção falsa ou oportunista que em quase nada defende os direitos de quem tem opcões que um dia foram diferenciadas.


Nada mais preconceituoso que o excesso formal de respeito, inserido numa rotina falsa de comportamento. Onde publicamente falamos uma coisa, e ,no nosso íntimo, falamos ou pensamos outra.


Sejamos sinceros. Normais. Vamos viver e deixar viver. Cada um na sua.
E sem estas frescuras do politicamente correto.

domingo, 18 de novembro de 2007

Domingos




Domingos eram dias de acordar cedo para ver o Campeonato Italiano.

Para ver Maradona com a camisa do Napoli.

De se emocionar com um poeta que escrevia com os pés.

Para ouvir Bella Ciao. Pensar num mundo mais justo.

Maradona não joga mais.

E a palavra “mundo justo” parece que saiu de moda. Foi incorporada por alguma ONG oportunista com um pensamento classe média disfarçado e um bom mocismo eclético, chato e rentável para alguns espertalhões.

Mas Bella Ciao sempre será Bella Ciao. Com Ives Montand. Na versão clássica ou na versão do Jethro Tull italiano, o Modena City Ramblers

MCR.