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terça-feira, 23 de março de 2010

Caso Isabela

O assassinato de uma criança gera uma comoção. É um fato. O empacotamento porém que a mídia está dando ao julgamento da menina Isabela, parece dar toques macabros, cafonas e vazios ao mesmo tempo. Como se assim resumisse a atual sociedade que vivemos.

Pouco vejo TV aberta além dos noticiários (as vezes um pouco da teledramaturgia). Não sinto falta. Não acho pedante ou intelectual desprezar a produção mass media de baixa qualidade que hoje se transformou a TV aberta com o Big Brother e similares. Mas os noticiários ainda estavam "menos Classe C." O caso Isabela transformou o noticiário em um programa da Sônia Abraão ou Nelson Rubens. Uma "Bigbrotherização" da TV. E isto vale para a TV fechada. Helicópteros acompanhando o trajeto dos Nardoni rumo ao julgamento. Ontem e hoje. Parecia uma tentativa de transformar em espetáculo. Sem sentido e sem razão. A cobertura jornalística vira um imenso programa de auditório.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Congresso em foco


Eis a prova da evolução da "mídia" internet. O site Congresso em Foco faz um excelente trabalho jornalístico. Qual a mágica? Simples: Fazer jornalismo. Naqueles "axiomas" de ter boas fontes, apurar, checar e coragem para publicar. Furaram diversas vezes nos últimos 12 meses a chamada grande imprensa. Merecem um destaque. E, é claro,  a leitura.

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Recordes Olímpicos


Estes jogos de Pequim estão batendo diversos recordes. Um deles deve ser de paciência. Para quem não gosta muito de esporte, vê o noticiário dominado pelos Jogos. Para quem gosta sofre com uma fúria das emissoras tentando cobrir o maior número de eventos, ficando no vazio. Pois fazer cobertura jornalística não é apenas abrir o sinal do satélite. Tem que ter material humano capacitado e capaz. Jornalistas, comentaristas e sobretudo matérias.

E cá entre nós, polo aquático entre Hungria e Cazaquistão tem que ter muito amor pelo esporte. Para cobrir ou para assistir.

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Pouco valor a vida

Na chuva da semana passada um túnel fechado e 3 crianças mortas.
Pois é, morrem 3 crianças e a cobertura sobre este assunto foi infinitamente menor que o caos no tráfego por um túnel fechado. A mídia reflete a nossa sociedade. Estamos realmente dando pouco valor a vida.
Ou muito valor ao engarrafamento?

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Falta de uma boa cobertura local

Não li os dados pluviométricos. Mas nas últimas 30 horas deve ter chovido um bocado. Não cabe culpar o aquecimento global desta vez. E a cidade ficou algo além do caótico. Acompanhando de longe. Como um ET ermitão/ilhado.

Senti muita falta de uma TV local, chata como aquela NY1 em Nova Iorque. Mas feita por nós, não seria tão chata. Sinceramente, o Cabo deveria ter um canal de notícia absolutamente local. Ou nas TV s abertas uma cobertura mais interessante local. Foi tudo muito fraquinho. E agora com a qualidade de broadcasting das câmeras de tráfego, uma cobertura de hora em hora nos horários de rush, seria um grande achado. Nas TVs e nos Onlines.

quarta-feira, 13 de junho de 2007

Grandes histórias da Tv - FECHA NA PROCHASKA


Uma das mais deliciosas histórias da TV aconteceu nos anos 80.

Baile de Carnaval.

Muitas câmeras pelo salão.

Cobertura ao vivo.

Realizada por alguns apresentadores, entre eles a atriz/apresentadora, a bela Cristina Prochaska-foto.


Num dado momento o cinegrafista enquadra uma jovem que estava retirando a parte debaixo do biquíni. Sim, ela tirava a calcinha do biquíni, exibindo os pelos pubianos na Tv aberta.

Preocupado, o diretor de imagem dá uma ordem:

“-Fecha na Prochaska!”

Então o câmera faz um close com detalhes de filme erótico, ainda mais próximo do órgão genital da jovem exibida no salão.

Desesperado o diretor de imagem insiste aos berros

“-É na Prochaska, na Prochaska. Pro-chas-ka!”

E, o câmera, talvez meio atônito, faz um close ainda mais próximo, digamos que num take ginecológico. Inesquecível para quem viu.

Quando a Cristina Prochaska foi encontrada pelo outro câmera, ela, avisada
do que estava acontecendo, por intermédio do ponto, meio sem graça deu um alô aos telespectadores querendo quase que terminar a transmissão.

Viva a Prochaska!