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segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Ronaldo R9 - Marca mundial

Ronaldo é uma marca mundial. Goste ou não do cara. Mas segundo pesquisa publicada na Coluna do Renato Maurício Prado no O Globo deste domingo, e realizada pelo DataRio- num "bus" desta semana- a Cidade que ele nasceu não tem a mesmo carinho/imagem que talvez R9 tenha no Mundo.

A pesquisa fez uma comparação direta entre ele e Romário. Claro, pelo o que representa fora dos campos, Romário parece ser uma espécie de "Macunaíma", ao passo que Ronaldo representa o "bom mocismo". Podemos implicar com o "bom mocismo" do Ronaldo. Alegar que falta sinceridade. Reclamar da leniência da imprensa com ele. Com o excesso de carinho sempre dado ao "eterno menino", mas a verdade que o cara fez muito com a camisa amarela. E merece sim destaque. E muito.

Não sei se Ronaldo foi "Fenômeno", mas teve momentos fenomenais. Como poucos. Sobretudo de superação. Calou muita gente, inclusive eu, em 2002. E fazer dois gols numa final de Copa do Mundo não é para qualquer um. R9 foi um pouco além do fora de série. Se tivesse na Coletiva do título de 2002 comunicado sua "aposentadoria" alegando as dores, contusões, violência etc e tal, ele estaria hoje tão rico quanto e numa esfera de "Mito do Esporte". Num local inatingível aos mortais.

Imaginem em 2002, na final da Copa ele falar:
"Perdi a Copa passada. Me sentia responsável. Agora vim, vi e venci. Posso encerrar minha carreira com a certeza do dever realizado. Agradeço a todos vocês."
Subiria musiquinha do Senna e todo mundo estaria emocionado com ele até hoje. Muitas lágrimas e pedidos para ele não parar.
Poderia engordar, fumar, sair com travesti que estaria blindado. E ninguém se recordaria da amarelada e da não resistência da pressão em 98. Ele seria "o cara".

Mas não foi assim a história. Ele não parou. E mesmo tendo feitos gols e acima da média dos jogadores em atividade no Brasil, ele não estava na média do que ele mesmo havia sido. Parecia agonizar em campo. E nós aqui acompanhamos isto. Micos em campo e fora dele. Já o mundo tem a memória do garoto de Bento Ribeiro, que fez dois gols numa partida final de Copa. E não é pouca coisa. Quer mais mérito? Em 2002 ele era o único carioca na Copa. E voltou como o artilheiro. E com 8 Gols. Desde que me entendo por gente, estava congelado em 6 Gols.

Ok, ele não era o único. Um jogador da Seleção Japonesa também havia nascido no Rio de Janeiro. Mas isto ninguém precisa saber.

Ou seja por mais que impliquemos com o peso ou com o cigarro do R9, temos obrigação de agradecer ao mesmo. Foi fenomenal nos momentos que tinha que ser. E alguns outros, merece nosso perdão pelo o que fez. Sobretudo em não ter parado no dia seguinte ao da partida contra a Alemanha em 2002.

Pergunta 1

Com apresentação de cartela com foto dos dois com camisa da Seleção Brasileira.


Na sua opinião quem foi melhor Romário ou Ronaldo ?



Romário 68%


Ronaldo 23%


NS/NQO 09%




Entre os homens


Romário 78%


Ronaldo 19%


NS/NQO 3%




Mulheres


Romário 56%


Ronaldo 27%


NS/NQO 17%








Pergunta 2

Qual frase o Sr(a) acredita que resume melhor a trajetória dos dois jogadores?



“Foram 2 craques, mas Romário foi decisivo em 94,

jogou mais no Brasil, fez o dobro dos Gols foi

superior , um pouco melhor

dentro e fora dos gramados”…………………………23%


Foram 2 craques, mas Ronaldo(R9) foi decisivo em 2002

escolhido o melhor do mundo diversas vezes,

maior artilheiro da história das Copas,

foi superior, um pouco melhor

dentro e fora dos gramados”………………..08%



“Não tem como comparar, Ronaldo foi muito melhor….12%



Não tem como comparar, Romário foi muito melhor…..44%



Não tem como comparar, os dois foram iguais para mim”…………..06%



NS/NQO……………………………………07%



RMP foi genial na definição do papo. "Os dois viveram de fazer gols. Um fez o o dobro de gols do outro."

domingo, 9 de maio de 2010

Os cariocas e a Copa do Mundo

Pesquisa do Data Rio, publicada hoje na Coluna do Ancelmo Góis, mostra que os cariocas não estão levando muita fé na Seleção do Dunga.

O Sr(a) está empolgado com a Seleção Brasileira na participação da Copa da Africa que começa no dia 11 de junho?

Qual destas frases resume melhor a sua posição


SIM, Empolgado(a)
Temos tudo para ser campeões fácil, fácil 11%

Mais ou Menos,
Talvez sejamos, mas não somos favoritos 43%

NÃO. Nem um pouco empolgado 35%
Este time é ruim

NS/NQO 11%

Se mulher entende ou não de futebol eu não entro no mérito, mas com certeza são bem mais exigentes e críticas, inclusive com o Dunga. Apenas 5% das mulheres cariocas pesquisadas acreditam que temos tudo para sermos campeões, enquanto entre os homens o otimismo é de 16%.



Objetivo:
Levantar junto a eleitores da área de estudo a percepcao sobre a participação da Seleção Brasileira na Copa do Mundo FIFA 2010.
Local:
Município do Rio de Janeiro

Período do Campo:
27 e 28 de Abril
Universo :A pesquisa foi realizada junto a eleitores com 16 anos ou mais da área de estudo 450 entrevistas

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Capa do O Globo


Ao dar este destaque na primeira página, para um blecaute em parte do Leblon e Ipanema, O Globo se transformou em um "Jornal de Bairro". Poderiam mudar o título para "Correio da Zona Sul". Será que não teria sido mais correto inverter com a matéria sobre os Royalties do Petróleo. Ou será que os leitores do O Globo são tão focados no seu umbigo da Zona Sul.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Deu no O Globo - Parece Casseta e Planeta



ACABOU O MILHO

Pintinhos comem maconha

O Globo

RIO - A expressão "mais feliz do que pinto no lixo" ganhou nesta quarta-feira um significado diferente em Volta Redonda. Quando um PM entrou no galinheiro de um bandido, encontrou cerca de 20 pintinhos cambaleando para lá e para cá, num grande esforço, nem sempre bem-sucedido, para se manterem sobre as duas patas. Um olhar mais atento constatou a razão: num canto, sacos plásticos com maconha tinham pequenos furos.

Embora a droga não fosse para o bico delas, as aves, sem comida e sem água à vista, acabaram avançando sobre os pacotes. O caso aconteceu durante uma operação feita pelo 18 Batalhão na casa de Fábio Pinto da Silva, acusado de ser o "gerente" do tráfico de drogas na Zona Leste de Volta Redonda. Com ele, foram encontradas uma granada e um revólver, além de drogas.


A inevitável primeira pergunta:

Piada pronta? O nome do cara : "Fabio PINTO"

E depois, impossível não lembrar da piada entre o Gavião e o Pintinho, onde o Pintinho dizia "To tintindo nada..."

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Um assunto chato: "Pimenta, de novo" - Por Luiz Garcia

Repito aqui o artigo do Luiz Garcia no O Globo. Não com o objetivo de mostrar que jornalistas não são corporativos, mas como nosso sistema precisa ser repensado.
Um criminoso, estilo "coroa corno" do Estadão, dá diversos tiros nas costas de uma jovem ex namorada e sai livre rindo da sociedade e dos pais da jovem que ele tirou a vida. Friamente. Cruelmente.

Fico pensando, se um louco resolver matar o Pimenta Neves, a culpa será de quem?






O Globo
5/9/2008

Há assuntos que cansam pela repetição. Insistir neles mostra falta de informação ou de criatividade de quem escreve. Admito estar exposto às duas acusações se volto a falar no caso triste do jornalista Pimenta Neves, o homem que o Judiciário brasileiro não consegue botar na cadeia.

Defendo-me: não é falta de novidades, muito menos de temas mais quentes. Acontece que o caso de Pimenta é especial: deve-se voltar a discuti-lo simplesmente porque, mais uma vez, seus advogados souberam usar características - ou defeitos - do sistema judiciário brasileiro para manter o jornalista em liberdade.

Oito anos atrás, Pimenta - jornalista do primeiro time da imprensa paulista - matou, com tiros na cabeça e nas costas, uma namorada, 30 anos mais nova que ele. Ela anunciara o fim do romance, ele marcou um encontro num haras em Ibiúna e a fuzilou.

Apesar de uma quantidade de provas e de testemunhas, o caso tramitou na Justiça paulista com lentidão exasperante. Pimenta sempre teve advogados hábeis e imaginosos. Não era possível evitar a condenação, mas eles conseguiram que o réu não passasse mais de alguns meses na prisão, e sob o regime camarada que o sistema reserva a réus com diploma e dinheiro.

Agora, no Superior Tribunal de Justiça, a defesa tentou anular a condenação pela Justiça de São Paulo a 18 anos de prisão. Um detalhe é significativo: o juiz singular o condenara a 19 anos de reclusão, e o Tribunal de Justiça cortara um ano da pena porque Pimenta confessara espontaneamente o crime. Leigos têm direito a estranhar: que valor, que mérito tem essa espontaneidade, quando o crime foi cometido à luz do dia, na frente de testemunhas? Mas é a diferença que faz um advogado esperto e bem pago.

No capítulo desta semana da triste novela, o STJ cortou três anos da sentença. Os ministros acharam que o juiz paulista exagerou na avaliação do trauma causado pelo homicídio na família da namorada.

Não dá para discutir: avaliações do sofrimento alheio são sempre subjetivas. E esse não é dado mais relevante nessa tragédia sem desfecho. O que realmente faz diferença é o fato de que Pimenta ainda não vai para a cadeia. Só quando se esgotarem todas as possibilidades de recurso.

Pode-se prever que, com a sua pauta pesada, o Supremo Tribunal Federal não vai julgar o caso tão cedo. Bons advogados podem garantir isso. E, é preciso convir, um réu de 71 anos talvez não disponha de 17 anos para oferecer ao sistema penal.

Certamente o caso tem algumas características excepcionais. Crimes de paixão executados com frio planejamento são raros nas camadas mais rarefeitas da sociedade brasileira.

O caso de Pimenta certamente não estimulou imitadores. Mas não é pelas circunstâncias do crime que ele desperta atenção especial. Mas sim pelo fato inegável de ser exemplo eloqüente da fragilidade do sistema jurídico em face da estratégia da postergação.

O problema todo está na idéia do direito à liberdade até a condenação final. Pareceria mais justo admitir esse privilégio em circunstâncias excepcionais, claramente justificadas. Mas não, por exemplo, quando um cavalheiro matou premeditadamente e pelas costas alguém que ferira apenas o seu orgulho de macho.

quinta-feira, 14 de junho de 2007

Pesquisa Bairros do Rio


Numa pesquisa feita com 1120 cariocas ,pelo DataRio, para a PS10 Comunicação, sobre Bairros do Rio, interessante notar como o carioca vê os bairros do Rio. Entre diversas perguntas, como aonde a pessoa deseja morar, aonde pensa em comprar um imóvel, aproveitou-se para fazer uma eleição do "Bairro mais querido", veja o resultado. Veja uma pergunta extrato da pesquisa.


1) Para o Sr(a), qual o melhor Bairro do Rio de Janeiro?

O meu bairro 17%

Barra da Tijuca 12%

Ipanema 10%

Copacabana 07%

Leblon 05%

Tijuca 05%

Vila da Penha 04%

Méier 04%

Lagoa 02%

Jd Botânico 02%

Jacarepaguá 02%

Grajaú 02%

Flamengo 02%

Madureira 02%

Botafogo 01%

Gávea 01%

Leme 01%

Guaratiba 01%

Urca 01%

Não sei/

Não quero opinar 08%

Outros 09%

Observação:As pesquisas/perguntas cujas as somas das personagens não totalizam 100% são decorrentes de arrendondamentos ou múltiplas respostas.


Local:Município do Rio de Janeiro
Período do Campo: 13 a 17 de maço de 2006
Universo: 1120 A pesquisa foi realizada junto a eleitores com 16 anos ou mais da área de estudo.
-Grupos de Idade
16-17, 18-24, 25-29, 30-39,40-49, 50 e +
-Localizacao Geográfica : Setores Censitários IBGE

segunda-feira, 4 de junho de 2007

Pesquisa Os Cariocas


Neste sábado 02/06/2007 na Coluna Negócios e Cia no O Globo divulgou uma pesquisa do DataRio, desenvolvida para a PS10 Comunicação, que mostra um pouco de como o carioca se vê e do que ele se orgulha. Aqui segue a pesquisa com outras informações.

Esta pesquisa é interessante para monitorar variáveis de negócio e servir para pensar na "Marca Rio". O Rio tem uma identidade similar a da Califórnia, tem uma cultura própria que deve ser considerada para a geração de negócios e oportunidades. A identidade. A impressão digital. O DNA do nosso Rio de Janeiro.

Algo bem carioca, como as calças vendidas de costas nas vitrines. Isto é o Rio de Janeiro.No detalhe que por vezes passa sem ser percebido.Coisas do Rio.


Do que mais você se orgulha no Rio?

Cite dentre estas 3 alternativas


Praias 40%

Mulher 38%

Beleza da Cidade 35%

Futebol 28%

Samba/Choro música do Rio 26%

Arte 17%


Turismo 15%

Povo Carioca 14%

Potencial Econômico 08%


Outros 06%


A soma ultrapassa 100% devido a multiplicidade das respostas.


Dentre estas, qual(is) a(s) melhores características do Carioca?

(Cite até 3)


BOM HUMOR 55%

JOGO DE CINTURA 43%

SIMPATIA 36%

TRABALHADOR 25%

SOLIDARIEDADE 18%

AMIZADE 15%

DINAMISMO 10%

RELIGIOSIDADE 12%

ELEGANCIA 08%

EDUCAÇÃO/BONS MODOS 05%

OUTRAS 03%

RESPEITADOR DAS LEIS 02%

A soma ultrapassa 100% devido a multiplicidade das respostas.



Dentre estas, qual(is) o Sr(a) considera a(s) pior(es) características do Carioca?

(Cite até 3)

FALTA DE ORGANIZAÇÃO 43%

FALTA DE RESPEITO AS LEIS 29%

IRRESPONSABILIDADE 27%

FALTA DE EDUCAÇÃO 20%

EXCESSO DO JEITINHO 14%

JOGAR PAPEL NA RUA 13%

MODO DE AGIR NO TRÁFEGO 10%

FALTA DE PONTUALIDADE 09%

PREGUIÇA 06%

MAL VESTIDO 06%

MAU HUMOR 04%

OUTRAS 03%

A soma ultrapassa 100% devido a multiplicidade das respostas.


Local:Município do Rio de Janeiro
Período do Campo: 10 a 11 de Abril de 2007
Universo: 854 A pesquisa foi realizada junto a eleitores com 16 anos ou mais da área de estudo.
-Grupos de Idade
16-17, 18-24, 25-29, 30-39,40-49, 50 e +
-Localizacao Geográfica : Setores Censitários IBGE



Pesquisa Cariocas e o Inverno


Deu neste domingo 03/06/2007 no Ancelmo Góis no O Globo. Uma pesquisa do DataRio/DataGois mostra que o carioca prefere mesmo o Verão.


O Sr(a) prefere o Verão ou Inverno no Rio?

Verão 59%

Inverno 28%
Não sei/

Não quero opinar 13%


Ok, ok, foi a gente mesmo que fez, mas será que esperava um resultado diferente? O Rio é Verão.


O que o Sr(a) acha

melhor do inverno no Rio de Janeiro?


O Sol mais fraco 04%

O Frio 12%

Aproveitar a praia vazia 06%

Aproveitar para subir a serra 10%

Ficar debaixo do cobertor 09%

Aproveitar para beber um

chocolate quente, café, chá 05%

Namorar 20%

Poder colocar roupas mais elegantes 08%

Não tem nada de bom, detesto frio 19%
Não sei/Não quero opinar 07%


Namorar é o que rola de bom no Inverno. Namorar é o que rola de bom no Verão. Namorar é o que rola de bom no Rio de Janeiro.

Local:Município do Rio de Janeiro
Período do Campo: 28 e 29 de maio de 2007

Universo: 436 A pesquisa foi realizada junto a eleitores com 16 anos ou mais da área de estudo.
-Grupos de Idade
16-17, 18-24, 25-29, 30-39,40-49, 50 e +
Sexo masc/fem
-Localizacao Geográfica : Setores Censitários IBGE