sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Post de Sexta

Nina Simone é o "Arcano da Voz". Para sexta, no clima. Final de semana com previsão de sol e calor. Rio de Janeiro, em fevereiro.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Jornais Impressos e o seu novo papel

Lula foi internado ontem `as 21 horas. Os jornais impressos ignoraram a internação do Presidente. (Folha, Estado, O Dia, Valor, O Globo) Um acontecimento antes das 22 horas foi meio cedo para ser ignorado pelos jornais, não? Ok, foi apenas uma crise de pressão alta. Mas mesmo assim ele não embarcou para Davos. Alterou a agenda e foi para São Bernardo descansar. E se fosse algo grave? Os jornais teriam sido furados por todos os on lines a talvez até por inocentes blogues e twitteiros. No fim das contas o que fica deste episódio é que os jornais impressos estão perdendo alguma coisa. Cada dia que passa vendem menos notícia e informação e mais influência.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Sem palavras

Basta ouvir.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Nos dias de hoje


Meu querido amigo, flamenguista e super talentoso. Uma fera da fotografia, que conseguiu passar o talento por genética para os filhos, Hamdan, fez esta. De cabeça raspada, mais atualizada. Depois de postar uma foto de 1998, me senti na obrigação de postar uma atual.

Do fundo do Baú


Encontrei esta foto do meu primeiro livro. Um click da sensacional Marcia Ramalho, uma das maiores portraitists do Brasil. Foto de 1998.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Ordem no Choque

Artigo publicado hoje no jornal O Dia.

A expressão "Choque de Ordem" pode não ser a cara do Rio. Mas a necessidade de sua existência, sim.

A Cidade precisa de um ordenamento? Claro. Algumas medidas do tal "Choque de Ordem" são necessárias? Evidente. Algumas são um excesso? Pode ser. O importante foi que, culturalmente, o hábito nocivo do "jeitinho" começa a ser exterminado. E a própria Sociedade pauta e fiscaliza os eventuais excessos cometidos pelo "Choque de Ordem". E cabe um elogio ao Prefeito Eduardo Paes. Sempre que as medidas foram extremadas, burocráticas de um tecnicismo excessivo ou contrariaram a essência carioca. Sempre que a Sociedade repudiou, ele teve a coragem de vir a público. E modificar, em “cariocar” as medidas. Como por exemplo, a venda do côco e do mate em galão. Que foram de proibidas a novamente liberadas de uma forma rápida e indolor.

O "Choque de Ordem", se fosse rebatizado por um nome mais simpático, talvez tivesse uma aceitação ainda maior de toda a sociedade. O Rio, por mais que tenha mudado, ainda tem a sua alma "gauche" e o nome "Choque de Ordem" remete a um estado policialesco que não combina com a tradição da nossa Cidade. Algo como “Rio Legal” poderia ser bem mais interessante para esta segunda fase. Onde vícios e maus hábitos já foram confrontados.

O Grande mérito do Choque de Ordem é na esfera do conceito: combater o "jeitinho" e celebrar o jogo de cintura. Afinal , como já foi dito, "o futuro não é mais como costumava a ser". Seremos palco dos dois maiores eventos esportivos do planeta. Devemos estar preparados. Usando a frase de Guevara,devidamente adaptada,uma dica: "devemos endurecer, mas sem perder o carioquismo jamais". O Rio é uma Cidade única. E assim deve ser tratada.

Guto Graça

São Paulo

O meu carioquismo não me impede de gostar de São Paulo. Ainda acho a Praça Vilaboim um dos locais mais gostosos do Brasil. Bem, com todo carinho a São Paulo, vale lembrar que é uma megalópole que fica apenas 45 minutos de distância da Cidade Maravilhosa. Coisas que Tóquio, Nova Iorque ou Londres não conseguem. Um bom conceito para São Paulo: "A única megalópole próxima da Cidade Maravilhosa"

São Paulo

Eu tinha fumaça nos olhos
e poeira na alma.

Por entre uma cortina,
formada pelo ar,
de qualidade razoável,
eu enxergava
minha linda
mulher feia.

Eu te amo, São Paulo,
minha Tóquio
que fala Português.

Guto Graca© Poesia Incompleta
Ed. Francisco Alves 1988

domingo, 24 de janeiro de 2010

Brasil grande desde sempre

Desde 1500, em parte graças a uma pequena nação, o Brasil é grande. Portugal nos deu uma língua e uma união de território. E nos deu uma das personalidades mais interessantes da história mundial - D.Pedro I. (Em Portugal D.Pedro IV). D.Pedro teria sido um prato cheio para as revistas de fofocas, se a indústria da celebridade existisse na época.
Falta uma boa mini série televisa, um bom filme sobre D.Pedro I. Algo internacional, como D.Pedro merece.
Enfim, não se trata de um post tolamente patriótico, mas de agradecimento a Portugal. Mais que reclamar da expulsão dos holandeses, que expulsos do Recife foram fundam Nova Iorque, muito mais que reclamar, devemos agradecer. Este Brasil vasto, grande e interessante é herança de Portugal. Parodiando Heródoto com o Nilo e o Egito, "O Brasil é uma dádiva de Portugal".

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Copacabana


Copacabana é minha Manhattan torta.


As identidades colocadas no balcão - um ícone de botequim no Rio de Janeiro. Uma espécie de "achados e perdidos" informal.
Documents (ID Cards) set out, placed at checkout , a kind of unofficial "lost and found". Rio de Janeiro "botequim" icon.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Verde que te quero Rio


Existe algo que nós cariocas as vezes não reparamos : o verde do Rio. Na verdade a quantidade de tons de verde.

E me lembrei de Lorca, da liberdade e de uma canção de Victor Manuel.

"Verde que te quiero verde.
Verde viento. Verdes ramas."

Carioca e não gringo

Eu já fui abordado por insano na rua alegando que eu era "um X-Men disfarçado".Já dei autógrafo para uma turista brasileira que insistia que eu era "alguém bem famoso que ela não sabia quem era"(ok, eu estava de chapéu Panamá e um terno claro, praticamente ultrapassando a fronteira do estilo e se inserindo na fantasia).E já tive uma namorada famosa e ocasional(a fama e o namoro) que reclamava que as pessoas olhavam mais pra mim que para ela quando a gente saía.(Provavelmente em função de meu "uniforme" camiseta preta+calça jeans+óculos escuros). Mas nada incomoda mais a um carioca que ser abordado por vendedores para turistas. Isto não é de hoje, mas hoje foi realmente o limite.

Hoje numa caminhada por Copacabana, vendedores de kanga vieram falar comigo em inglês. Prostitutas em frente ao Othon -"du iú laike, prince". Escultores de castelos de areia. E até mesmo um vendedor de cerveja que tentou me vender uma Skol em todos os idiomas que ele conhecia. Terminando com um "A Birra tá Freda pode confiare".Provavelmente aprendeu italiano com as novelas do Benedito Ruy Barbosa. A mulher do passeio de barco vindo falar comigo em inglês, alemão e tentando arranhar o russo, ouviu de mim. "Doce, eu vou de barco pras Cagarras desde os 6 anos, caraio". E rimos sonoramente juntos.

Para um carioca. Nascido e criado no Rio. Para um carioca que teve avô dirigente de clube de futebol. Para um carioca que foi dirigente de clube de futebol. Incomoda esta confusão. Para um carioca que roda esta Cidade da Zona Norte a Zona Sul. Para quem teve pai com placa de homenagem em quadra de escola de samba, ser confundido com esta freqüência com não brasileiros, incomoda tanto quanto ter a caixa de e-mails lotados de spams convidando você para uma Micareta, para a liquidação da Toulon ou da Taco, ou então uma promoção de hotel em Iguaba ou Praia Grande. Coisas que ofendem quando a gente recebe.

E no dia do Padroeiro, um agradecimento por ter nascido e por viver aqui.
Eu te amo, meu Rio de Janeiro a Dezembro.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Não vender ingressos em dia de jogos no Maracanã

Eis uma boa idéia. Quem organiza eventos de grande porte sabe do trabalho que isto gera. Controlar acesso e venda de bilheteria. Além do desconforto e tumulto para o público. Mas é importante ter inteligência e sensibilidade. E soluções. Criar locais que estejam abertos e com segurança.
Além de mecanismos para a compra antecipada, é claro.
Quando organizei o Campeonato em 2004 recebia uma chuva de e-mails solicitando ingressos. E de todo o Brasil.

Cada dia que passa caminhamos para uma "primeiro mundização" e a venda antecipada é um fato. Assim como a não presença dos nossos tradicionais repórteres de campo. Que na Europa só encontram os atletas escolhidos na sala de imprensa.

Em resumo, uma "primeiro mundização" por si só, nem sempre é uma boa notícia. É necessário adaptar as medidas as nossas realidades. As nossas reais necessidades.

Fui domingo ao Maracanã ver o Flamengo. E, mesmo sendo um defensor da "não venda de ingressos no estádio no dia do jogo", foi correta a decisão de abrir a bilheteria no dia. A idéia é boa, mas faltou comunicação ao fato.E entenda comunicação como Imprensa e publicidade paga propriamente dita.

Vi mais de 5 mil pessoas sem ingresso querendo comprar, querendo ir ao jogo. Muitos deles turistas. E no fim, entraram.
O resultado? O maior público da rodada no Brasil. Apesar de ser ainda uma "pré temporada" esta abertura dos Regionais, de muitas estrelas não estarem em campo, de ter feito um maravilhoso dia de sol, quase 40 graus, mais de 17 mil pessoas estavam lá.

Em campo não se tem nada para falar do jogo. Apenas o placar: Flamengo 3 a 2 no Duque de Caxias.

Problemas de comunicação

Para celebrar as dificuldades de comunicação, pensei num post que traduzisse isto. E me lembrei da Velha Surda da Praça da Alegria/Praça é Nossa. O escracho do humor popular. Aqui indo além do tradicional "bordão". Roni Rios com uma personagem caricata, sempre igual e ainda assim engraçada.
Aqui como uma forma de ilustrar a dificuldade de comunicação entre as pessoas.

domingo, 10 de janeiro de 2010

Post musical aos domingos

Um domingo de letargia. E perfeito. Apesar do sol. Indulgente. Sem culpa pela preguiça espalhada no colchão. Ao cair da noite o gosto do chocolate e do gostar. Aí fiquei pensando se a boa MPB hoje precisa ser feita fora do Brasil, pensando na Céu(a cantora que é tudo o que Marisa Monte gostaria de ter sido), no Diogo Poças-irmão da Céu, na Cibelle e em tanta gente boa que não tem espaço por não cantar axé, nem rebolar para o povão que gosta de ficar ligado num BBB.
A trilha de hoje? Um Barão das antigas, talvez a música mais elaborada deles e uma MPB de bom gosto que toca mais fora do Brasil que no Brasil.
One Sunday lethargy. And perfect. After the sun. Blameless laziness. By nightfall the taste of chocolate and not guilty. Then I wondered if the good MPB today needs to be done outside of Brazil, thinking of Céu (the singer that is all that Marisa Monte would have been), the brother of Céu- Diogo Poças, Cibelle and so many good people who don't have space because don't shake ass "in sunday TV" like "axé music" and others "garbage music" to the people that likes to stay connected in a BBB.
The music to the sunday times? A Barão Vermelho vintage, perhaps the song most elaborate of them and one MPB tasteful touches that more out of Brazil in Brazil. Céu e Diogo Poças. MPB vintage.A modern music, but made as at the time of Vinicius and Jobim.Not nostalgia song. Just a good song. The brazilian good era of good brazilian music.

sábado, 9 de janeiro de 2010

Ora, meias

Não sei se foi por insolação de hoje caminhar sob o sol, mas fiquei pensando nas meias.

Se existe uma peça do vestuário que eu julgo importante, é a meia. Passa desapercebida pela maioria das pessoas, mas eu tenho uma relação muito especial com as meias.


Nos tempos de Colégio. E estudei num colégio que usava paletó e gravata. As meias, na cor cinza, finas, diga-se de passagem, faziam parte do uniforme correto. Eu penava. Aflitivamente quando o fio da meia fina não estava no local exato.Sabe aquele fio da meia, a costura. Era quase compulsivo. De tirar o sapato, onde quer que estivesse, para ajeitar o fio no lugar certo. Quando vi minha filha, com 3 anos fazer o mesmo ataque, contrariando todas as recomendações da educação infantil - a mãe e babá já estavam a beira de um ataque de nervos sem entender a razão, eu fui e ajeitei a posição do fio. E falei que tem coisas que não tem explicação. Uma mania, que pode ser oriunda de algum atavismo, passada para uma geração seguinte.

Meias, sem nenhuma conotação erótica ou sensual, isto é coisa para um outro post, porque as meias que falo são as meias de uso.Coisa tosca. Nada que remeta para algo de bom gosto. Pensando no meu pé. Uma coisa absolutamente tosca. Escrevo para falar do conforto. Eu sempre buscava o conforto da "meia esportiva" em algodão. A ponto de usar duas meias.Uma esportiva e uma social por cima quando o terno pedia uma meia no traje. Depois descobri meias sem este fio de costura. meias finas. Mas havia desacostumado por completo com aquele toque estranho nos meus pés. Um toque do material sintético, que não é nada estranho quando a gente segura na coxa da mulher desejada e encontra nos dedos da mão e na palma este toque. Mas nos dedos e palmas dos pés, este toque sintético é estranho demais. Eis que descobri meias de algodão, que fingem ser meias sociais para serem usadas com terno. São descartáveis, não duram duas vezes, mas são boas.

Pode parecer uma bobagem, mas meus pés tem que estar confortáveis para eu ter um bom humor pleno. Pode ser um All Star Converse, um But ou no sapato social. Mas as meias são importantes demais para mim.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Post musical de sexta

Benjor é do bem. Bem musical. Cara da minha infância.
Cara do Verão.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Help, Amarcord

Amarcord, do Fellini, significa, "eu me recordo". Pois a Help, que sábado desaparece, faz parte destas minhas memórias.

Foi na Help a primeira grande briga em boate na adolescência. E era matinê. Depois, foi na Help que fui detido pela primeira vez. E estava correto, mas fui parar na DP. E era menor. Mesmo com os risos, elogios do delegado e amizade do mesmo, dei uma passada por lá. Nada de muito grave, mas era numa época que uma briga de boate chegava aos jornais e que os seguranças de filho de promotora não matavam jovens envolvidos em brigas bobas na porta de boates.

Lembro do depoimento dos integrantes do White Snake dizendo que "Cara, aqui nós somos como os Beatles no auge, as mulheres nos agarram..." Ninguém disse pra eles que as meninas eram "namoradas de alguel" e não "grupies" latinas.

Meninas, antes das "primas" tomarem a Help. Meninas que viraram mulheres. Casaram. Procriaram. Engordaram. Nem de longe são as meninas que eu convivi duas décadas atrás.

Depois do mundo adulto fui apenas uma vez na Help. Ou seja, fui uma única vez na Boate que sábado fecha suas atividades para dar lugar ao Museu da Imagem e do Som, se me lembro em 2005 ou 2006.

A Help não tinha nada de bom. Era uma espécie de "Cinema Paradiso" com exibição de filmes mais desinibidos. Seu fim é perfeitamente compreensível.

A Help, assim como as meninas e namoradas da adolescência(que casaram,procriaram,engordaram e sumiram), não vai fazer falta. Mas vai deixar uma saudade.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Lula lá

Sou um emocional, as vezes sou. Eu mesmo acredito nisto. Ouvindo e vendo este vídeo, me lembrei do "primeiro voto". Me lembrei de sonhos.Me lembrei de utopias.
Elas existiam até para um adolescente niilista.
Apenas não as confessava.


domingo, 3 de janeiro de 2010

Cinema nacional

Queria mostrar uma cena com os anões do filme "História que nossas babás não contavam". Anões falando um monte de palavrões. Filme brasileiro que por 10 minutos não aparecer um peitinho ou um palavrão (quase sempre totalmente desconexo como alguém que sofre da Síndrome de Tourette), se não aparecer palavrão ou peitinho, pode apostar é filme dos Trapalhões ou da Xuxa. Bem, este filme tem uma das mulheres que, se o mundo já estivesse globalizado, teria sido uma Eva Mendez e estaria naquelas listas de mais sexys do mundo. Adele Fátima. Aqui com o papel do filme citado, ela está de "Clara das Neves".

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Post binário

Depois de um Reveillon maravilhoso, explicar para minha filha, que riu do drama, o que foi a preocupação com o "Bug do Milênio" Y2K. Então um post  em data binária e hora binária. E ainda em tempo, Feliz 2010.

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Previsões 2010

Eleições. Copa do Mundo. Alguma CPI. Previsões previsíveis. 
Das eleições, Lula ganha. Mesmo se não fizer Dilma. Se perder, ganha e deixa a imagem do grande democrata que passará o cargo (e com grandes chances, mesmo com a caneta em outras mãos, de retornar em 2014 - 4 anos fiscalizando obras de PAC, de Copa e de Jogos Olímpicos, num shadow cabinet, um "Cornet Cabinet" que vai ficar bravatando com desenvoltura, coitado do Serra). E, coloca o crédito da derrota numa candidata difícil. Se ganhar,  mostra força eleitoral além do inconteste. No mais, nos Estados, o clima de "reeleição" se fará presente. "Reeleição foi feita para reeleger". Como ouvi de uma liderança política do Rio de Janeiro.
Copa, totalmente em aberto. Gostaria de ver um País africano campeão. Gostaria de ver Maradona campeão, mas apenas o Maradona, não a Argentina. Maradona pela coragem de se expor, de tomar riscos, de tentar fazer algo pelo seu País. Todavia, nos cabe a obrigação verde e amarela de torcer por uma seleção pálida. Amarelo pálido. Este time do Dunga parece que será como o do Parreira: pode vencer, vamos comemorar, as emissoras ufanaram ao excesso, os investimentos publicitários idem, mas, sinceramente, o time do Dunga pode ser campeão invicto, mas é sem alma. Por enquanto falta alma. Senza Anima! Senza Grinta!
CPI, bem, alguma existirá. E acabará em alguns minutos de holofote para alguém da oposição e nada mais de aplicabilidade prática.
Feliz Ano Novo.

Rock in Rio 25 anos

Rock in Rio, o primeiro, em 2010 são 25 anos passados.


Tempo demais. Principalmente quando se esteve lá. Ainda que molecote. Dá uma idéia de 1/4 de século de história. O que é mais que uma eternidade para um adolescente.

Em 1985, quando se olhava para o passado de 25 anos, e você chegava em 1960. Parecia tão mais distante.


Entre 1985 e 1960 teve Kennedy, Beatles, Woodstock e Vietnam.

Entre 2010 e 1985 teve Clinton, Nirvana, Loolapalooza e Iraque.


segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Década a passar

Hoje eu realmente me dei conta que a década 00 chegou ao fim. Se me perguntam sobre década que passou, de bate pronto me vem na cabeça Nirvana, Senna, Seinfeld, Mad About you...mas passa longe, isto são fatos e personagens da década de 90. A década 00 teve um detalhe, foi tão educada que deixa como marca o 11 de setembro. E foi logo no comecinho. E nada mais. Talvez a eleicão do Obama, a crise de 2008 e que eu tente me lembrar, nada de muito significativo e diferente nas artes, na música. E um outro 11 de setembro aconteceu. Nossas tv foram invadidas pelos realities shows, onde pessoas sem graça mostram suas rotinas.
Uma década fácil de não ser lembrada, mas difícil de ser esquecida.
Today I really realized that "00's" , the decade, was over. If you ask me about that decade now, ready to comes to mind Nirvana, Senna, Seinfeld, Mad About You ... but passes away, these are facts and figures of the 90s. The decade was a detail, was so polite as it leaves one great mark : (9/11) September 11. It was right at the very beginning. And nothing more. Perhaps the election of Obama, the crisis of 2008 and I try to remember, nothing very significant and different arts, in music. And another (9/11) : our televisions suffered the attack of realities shows ,like Big Brother.
A decade easy to not remember and not easy to forget.

sábado, 26 de dezembro de 2009

Miles Davis no Natal

Em certos dias pensei que Miles Davis fosse Deus.
Mais que um abençoado do talento compassado.
Um segredo sagrado?
Nunca ouço Miles no cd do carro.


Curtindo o presente de Natal.
Gostei.

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Natal

Natais foram recentes na minha vida. Alguns nem tanto. Mas de certa forma e particular, sim o Natal é recente. Tenho referências absolutamente pessoais que se misturam a referências que são verdadeiros arquétipos do Natal. Pelo frio, pelo calor. Pela Neve, pelo Sol. De Nova Iorque a Copacabana. De Roberto Carlos a Nat King Cole - passando por música italiana. Assumidamente cafona. Como é o Natal. Como são as pantufas. Como é comer um bom espaguetti. Gostoso, porém ridículo. Uma das coisas boas de passar dos 30 é não ter vergonha do que poderia se rotulado como cafona por um adolescente. Sobre o dia de hoje, bem, o Dia 25 é dia de rescaldo de Natal. A Segunda divisão do Natal.
Mas ainda em tempo:
Feliz Natal.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Romário

Se "auto-zoar" é fundamental. Demonstra inteligência e desprendimento.
O Romário mandando o menino "treinar" é de uma leveza e de bom humor que ganha o filme publicitário. Feliz Navidad!

Odeio cigarro, mas...

Mesmo detestando os bastões de papel carregados de nicotina, por ter nascido numa família de fumantes, o cigarro faz parte das minhas memórias. E o jeito "gauche" para mim era "não fumar". Do cigarro de pai, me lembro de alguns: Kent, 555, L&M, Benson & Hedges que vinham direto dos Estados Unidos, na época que todo mundo tinha "o seu contrabandista do bem". Dos cigarros de irmãos o John Player Special, e, é claro, quem viveu os anos 80, se lembra desta marca de cigarro-Hollywood- que era o maior lançador de músicas, hábitos e atitudes. E hoje aqui na rádio apareceu a embalagem "retrô" daquela época de infância que as pessoas fumavam sem culpa e sem vergonha.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Então é Natal

Quanto tempo eu não ouvia "Garotos Podres". Talvez desde o tempo que o João Gordo era apenas um integrante gordo do Ratos de Porão e não um apresentador disputado pelas redes abertas. Sem saudosismo, era melhor assim.
Lembrei de um show antológico, eu com uns 13/14 anos, vendo o Garotos Podres arrancado do palco pela organizacão. E aos berros protestando. E a galera, sob chuva torrencial, ao delírio. Aquilo era rock and roll. Era atitude. Hoje as bandas tem profissionais cuidando do seu twitter, da sua gestão de imagem e até do seu facebook. Tudo marketeiramente profissional demais. São produtos sem alma, mais que qualquer outra coisa. Será que não tem como juntar a modernidade , os múltiplos canais de comunicação, com atitude, qualidade do som e , sobretudo, alma?

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

E o melhor da FIFA vai para...

melhor do mundo 1993 baggio
copa do mundo 1994 baggio perde penalty na final

melhor do mundo 1997 ronaldo - o R9, o Fofão, o amigo dos Travecos
copa do mundo 1998 ronaldo amarela na final

melhor do mundo 2001 figo, melhor do mundo
copa do mundo 2002 figo e portugal humilhados na fase inicial

melhor do mundo 2005 ronaldinho
copa do mundo 2006, ronaldinho e o brasil apagados

melhor do mundo 2009 messi

o título que parece fadado ao fracasso na copa seguinte, eita maldição.juro que não estou "praguejando" a argentina

Verão começa

Horário de Verão. Calor. Calor insuportável. Dias mais longos. Mas tem seu valor. Chega o Verão. Bem-vindo.Chega junto com o metrô de Ipanema. Com 21 anos de atraso, mas chega. Já o Verão não. Ele não chega. Na verdade ele nunca deixa o Rio.