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quinta-feira, 16 de junho de 2016

Paulo Francis e Petrobras

Sempre admirei o Paulo Francis pela oralidade do texto. Ler o Francis você  sentia aquela linguagem do bate papo, quase que do rádio. Ele era um craque nisto.

Tive o prazer de conhece-lo. E ganhar um livro com a dedicatória divertida e inusitada. Coisas do Francis. 

Mas muito além do Manhattan Connection, Francis pegou um caminho - denunciar a Petrobras. (Ainda nos tempos FHC) E denunciava que a mesma era sangrada por diretores a serviço de políticos. Muito além deste ou daquele partido.

Foi processado. Num golpe jurídico operacional, Joel Rennó, então presidente da estatal, conseguiu enviar diversas citações para a casa de Francis. Era uma por semana. Além de tomar tempo das pessoas, custa dinheiro acompanhar processos. Francis não teve forças para ficar recebendo citações quase que diariamente em casa. Então morreu. E foi uma perda.

Sobre perdas, não falo de uma viúva que perdeu o companheiro de uma vida. Não falo da imprensa que perdeu um dos caras com mais verve. Não falo nem dos gatos que perderam um admirador. Falo da coerência e honestidade que foram assassinadas junto com a morte de Francis.

Francis estava certo.
O mínimo que tem que ser feito é uma nota por parte da empresa.
Um pedido de desculpas.
Francis não fora apenas um detrator da Petrobras. Foi quem avisou que o Rei estava, não nu, mas enrolado em notas de dinheiro. Falou da vergonha com dinheiro público. E desde a morte do Francis, só aumentou.

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Copas que vi e o Brasil

Claro que futebol e política são coisas distintas. Muito. Se misturam um pouco mais no Brasil pela falta de clareza do que é público e do que é privado, bem como pela irresponsabilidade fiscal dos dirigentes de boa parte dos Clubes.

Fazendo uma relação hipotética entre as Copas do Mundo que vi e o momento político vivido pelo País, acredite, faz sentido como a Seleção espelha o momento.

1982
Em 1982 o Brasil vivia o distencionamento do Regime Militar. A possibilidade de Eleições Diretas deixava o Brasil numa perspectiva “pra cima”. E tivemos uma Seleção que jogava com a alegria do “sonho possível”. O resultado foi igual a possibilidade de eleições diretas, ficou no caminho. Mas o time de 82 fica no ideário de cada pessoa que o viu jogar.  Memória afetiva. Assim como 1982 trouxe as Eleições de candidatos "inimigos" do Regime Militar, como Brizola ganhando na bola, digo no voto. 
1986 
Quatro anos depois, vivíamos a “Nova República” e o time do Brasil parecia um café requentado. Como a desilusão com a Nova República e os fiscais do Sarney.  E o time de 1986 fica no meio do caminho, tal qual a desilusão repetida.

1990
Agora o ano é 1990. A Copa na Italia. No Brasil,  a “modernidade”  tem uma cara :  Fernando Collor. E no futebol a “modernidade” tem líbero e Lazaroni. Resultado mais que previsível.  Vergonha da pseudo modernidade e os dois, Lazaroni e Collor, saindo pela porta dos fundos.  Junto com o líbero é bom lembrar.

1994
Em 1994 o Brasil do Fusca e do Itamar. E Itamar, fazendo o seu sucessor, efetuando a maior troca de moeda da história do Planeta. Tudo meio ao acaso. E o acaso escala uma zaga reserva (a terceira opção)  que joga uma Copa de titular, de craques. E o time de Oito zagueiros teve a sorte de ter Romário na frente. Resultado, ainda que não previsível, Brasil campeão. O acaso protegeu e guiou. Incluindo a bola do Romário na final. E a do Baggio também.

1998
No vexame da final da Copa da França , com o ataque do Ronaldo R9, pareceu bem os anos FHC. Não, não se trata de privatização do futebol. Mas sim uma equipe educada e diplomática. Seria feio ganhar da França na véspera do 14 de Julho. E a Copa de 98 o Brasil leva 3 gols na final. Até então a maior vergonha do futebol brasileiro. Que tentavam dizer que não "fora uma derrota"chegar até a final. (Aguarde até 2014 quando Felipão propiciará a maior vergonha do futebol brasileiro, talvez mundial.)

2002
Nova Final. E desta vez o Brasil ganha. Aquele clima de FHC tendo a satisfação de "passara  faixa" para o Lulinha Paz e Amor (quem conhece sabe disto, Lula era a continuidade da vaidade de uma estrada pavimentada por FHC e Serra não faria esta estrada de vaidade ser tão brilhosa) e parece que o Brasil teve uma empolgação pragmática e a Copa do Japão/Coréia de 2002 veio para o Brasil. Mesmo com Vampeta e Felipão no mesmo time.

2006
Chegamos na Copa da Alemanha com a Seleção mais forte que vi o Brasil montar. Em qualidade de jogadores foi disparada a melhor equipe. Mas mesmo com tudo para dar certo, faltou sabedoria para utilizar os recursos.  A tal da eficiência/eficácia. E uma Copa que era certa para ganhar e fazer história, foi perdida. Muito marketing, muita falação e uma total Falta de gestão. Poderíamos ter ido mais longe neste momento. Faltou gerenciamento.

2010
A Copa da Africa em 2010 parece que o Brasil resolveu querer inventar a roda. Trouxe um técnico sem nenhuma experiência para comandar o Brasil. E o time, acabou naufragando na falta de diálogo do “Comandante” Dunga. Um prenúncio de um Governo que se comunicaria mal?

2014
Finalmente a Copa no Brasil. Eis a nossa maior vergonha da história dos Mundiais. Aliás a maior vergonha da história do futebol em Copas. Um 7 a 1 que não precisa de comentários. ( #copadascopas e #micodosmicos. ) Mas a relação com o momento do Brasil não é no 7 a 1, mas sim com algo bem simples. Apesar do “scout” ser positivo, sim o time ficou entre os 4 finalistas, coisas que não ficava desde 2002. Tal qual o Governo Dilma. Não adiantava melhorar índices. Não adiantava tirar o Brasil do mapa da pobreza. Parece que em se tratando de futebol e de País, o Brasileiro está ficando exigente. O que é ótimo. E pouco importa se o pato é macho, o povo quer o omelete. Tanto que mesmo com os avanços claros (até mesmo para você eleitor do Aécio), Dilma teve dificuldades para se reeleger.

Agora o retorno (ou seria insistência?) de Dunga significa a continuidade de um trabalho mal feito? Uma tentativa de melhorar dentro do possível? Uma volta ao passado? Uma guinada a direita? Um golpe bolivariano? Só o tempo dirá que tipo de relação faremos sobre a Copa de 2018 na Russia.


Eu fico na torcida pela Dilma.
E pelo Dunga, é claro.

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Eleições presidenciais - Resultados


Um breve resumo das eleições presidenciais desde 1989, com o descritivo dos cenários das 3 eleições passadas e comportamento de migração de voto do Primeiro para Segundo Turno.
Sem expressão de opinião. 
Um resumo histórico.



1989
Collor 30,57%
Lula 17,18%

(Brizola 16,51%)
(Covas 11,51%)

Segundo Turno
Collor 53,04%
Lula 46,96%

1994
FHC 54,27%
Lula 27,04%

(Enéas 7,38%)


1998
FHC 53,06%
Lula 31,71%

(Ciro 10,97%)

2002
Lula 46,47% 
Serra 23,19%

(Garotinho 17,86%)
(Ciro 11,97%)

Segundo Turno
Lula 61,28%
Serra 38,72%

2006
Lula  48,61%
Alckmin 41,64%

(HH 6,85%)

Segundo Turno
Lula 60,83%
Alckmin 39,17%

2010
Dilma 46,91%
Serra  32,61%
(Marina 19,33%)

Segundo Turno
Dilma 56,05%
Serra 43,95%

Apenas fazendo a leitura dos resultados das últimas 3 eleições.
Com Segundo Turno.


Cenários:

Em 2002 Lula cresceu no Segundo Turno 14,81%. Serra 15,53%. Fator terceiro, "duplo". Ciro Gomes. Um híbrido na percepção PT/PSDB.  Sempre se comportando como Terceira Via. E Garotinho com seu momento e personalismo. Somados os dois tiveram 29,83%.

Em 2006 Lula cresce 12,22%, ao passo que Alckmin (PSDB Puro sangue) encolheu 2,47% do Primeiro para o Segundo Turno. Fator Terceiro, Heloísa Helena com apenas 6,85% expressando um voto de opinião, mais que de mobilização. E foi o melhor desempenho de um Tucano no primeiro turno nestas 3 eleições citadas e o único de diminui no Segundo Turno.

Em 2010 Dilma cresce 9,14% no Segundo Turno e Serra cresce 11,34%. Fator Terceiro, Marina Silva com 19,33%.

Gráfico Primeiro Turno 2002 - 2006 e 2010.





A constante é que o PT sempre obteve a média de 47% bem lineares no Primeiro Turno. Seja com Lula ou com Dilma. (Curiosamente o percentual que Lula obteve em 1989 no Segundo Turno.)


Gráfico Segundo Turno 2002 - 2006 e 2010.





segunda-feira, 25 de junho de 2012

Lula na Onu


"Lula na ONU". É a minha sugestão. Lula capitaneou mudanças que incluiram de milhares de pessoas no consumo. (Quem diria que o consumo, tão capitalista, seria uma unidade de desenvolvimento social?) 
Pois bem, Lula já entrou na história.
Agora, para se manter na história, ao menos no "lado bom da história"(se é que existe um lado bom), não deve entrar no realpolitik . Ou em esferas de poder, onde o poder se cruza ou se funde com o pecuniário. Lula deve seguir sua biografia. O País com Dilma parece estar em boas mãos. Lula deve seguir o caminho nobre. Ser Presidente da FAO. Ser líder na ONU. Fome Zero para o Mundo.

Se Lula já é exemplo em campanhas políticas no Egito, na América Central e até na Europa, ele deve surfar nesta popularidade  e mostrar o desapego ao poder mesquinho. Ser o que se desejava do Lula do ABC. Do Lula contra o Collor em 89. O excesso de amor pelo poder, pelos cargos, pelo pragmatismo é coisa para outros ex presidentes. Que  parecem vagar, quase sem alma, por Brasília. Este tipo de atitude não serve para aquele que quer ficar na história como um dos maiores agentes da transformação de um País.

Lula, Preserve sua história. Sua biografia. 
Fome Zero para o Mundo.
Lula lá.  
Na ONU.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

O que faz o Lula incomodar tanto a classe média?

Não. Não sou Lulista de plantão. Nem fecho meus olhos para os erros cometidos no Governo Lula, FHC ou qualquer outro mandatário. Aqui ou fora do Brasil. Em especial, nos locais aonde voto. Por direito ou obrigação.

Também não concordo com bravatas que reclamem do "excesso de liberdade de imprensa". Mas concordo que existe um excesso de liberdade de jornalismo venal. Assim a democracia acaba se tornando um viés da opinião publicada. Que cada dia que passa, graças a Deus,
se torna menos opinião pública e do público, para se tornar a opinião do dono do jornal. Ainda bem. Bendita micro opinião. Benditos blogs, twitter e redes sociais.

Então paremos de falar de "golpismo" de um lado e de "totalitarismo" do outro. Bravatas idiotas que não fazem mais sentido no Brasil do século XXI.

O que não se pode é culpar o Lula pelo fato do PSDB ter perdido a mão. Ter desaprendido a fazer política. Ter desaprendido a fazer oposição. Ter desaprendido a pensar.
A facilidade que Dilma, uma candidata que nem na história do PT faz parte, se deve em parte a ser mulher, ao prestígio do Lula, mas sobretudo aos erros do PSDB. A campanha de Serra, mesmo indo para o segundo turno. Mesmo que consiga uma improvável vitória, foi um fiasco. Erraram tudo. Ressuscitaram o José Dirceu. Transformaram Serra em demagogo. Foi a história de "Garantir um salário mínimo de 600 reais" trazer a tona a história da "Legalização do Aborto" Pesaram o visual e mostraram que o partido não sabe fazer oposição. E esqueceram de usar o FHC. Não em oposição a Lula, mas sim como se Lula tivesse uma dívida com FHC. Como se este mandatário popular, com seu jeitão carismático e caricato tivesse se tornado presidente em parte por causa de FHC. O que é sim uma verdade.

Se o "Erenice Gate" fosse no Governo FHC, teríamos passeata nas ruas. O PT chegou ao Governo. E deixou tudo esfriar. E o PSDB não soube usar da modernidade, das novas ferramentas e sobretudo da criação de novas lideranças. O PSDB entrou no jogo do Governo Lula, que fagocitou as suas lideranças postulantes ao cargo presidencial, como Palocci e José Dirceu. Fazer isto estando no poder é mais simples que fazer isto na oposição.Que ficou sem um rosto. Sem um nome.

A eleição vem fria. Tentam esquentar com o que tem de pior na política. (Logo o Serra apelando para o atraso com este papo de "Aborto".) Mas ainda assim, fria. Além do falado, uma prova de maturidade política. Os principais atores e propostas pouco se diferem. Tal qual uma democracia e economia consolidadas. Assim, as bravatas e os medos de "Chavinização" são infundados. Tanto para Dilma como para Serra.

Então pensando o que faz o Lula incomodar tanto a classe média, chegamos a algumas conclusões. A classe média e seu egoísmo não gosta de ver a secretária podendo viajar para fora do Brasil. A classe média não gosta de ver o filho da empregada doméstica tendo seu computador. A classe média não quer que o motorista de táxi possa dirigir um bom carro. A classe média fica com raiva quando vê alguém de comunidade com uma TV de Plasma. Esta classe média tacanha queria que apenas ela. Tão somente ela e seus pares superiores,os ricos de verdade, pudessem falar de Paris, de Viena, de Roma, de Nova Iorque. Agora, você que odeia o Lula por isto. Pode parar de odiar. Os avanços neste campo não são méritos exclusivos do Lula. Que tem sim seu mérito, mas tal qual uma estrada, FHC pavimentou, o mundo desejou e Lula, graças a incompetência da comunicação do PSDB, ficou sozinho com os louros da conquista. O grande erro do PSDB é deixar que o PT fique sozinho com os méritos das conquistas sociais e de redemocratização do Brasil. O erro do PSDB é CONTRAPOR a imagem de Lula x FHC ao invés de mostrar que o Professor Universitário e o Metalúrgico panfletavam juntos no ABC pela democracia. Se o PSDB tivesse inteligência teria mostrado que "Lula é uma dádiva do FHC". Tal qual a frase de Heródoto para o Egito e o Nilo. FHC com orgulho, quase juvenil, passou a faixa presidencial para Lula em 2003. Mas o marqueteiro para aproximar o Serra do Lula, chamou o Serra de "Zé" e achou que tinha resolvido a falta de apelo popular do Serra.

Uma dica: ressuscitem FHC. Não como um antagonista de Lula, mas sim como alguém que ajudou este homem a ser o Presidente mais popular da história do Brasil.


sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Dilma

Até hoje eu pensava que poderiam inventar algo e trazer um Palocci, um Patrus ou um outro alguém. Mas agora é definitivo. E é Dilma. Se Lula é o cara, Dilma é a mulher que vai tentar ser "a cara do cara" em 2010.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Jornais Impressos e o seu novo papel

Lula foi internado ontem `as 21 horas. Os jornais impressos ignoraram a internação do Presidente. (Folha, Estado, O Dia, Valor, O Globo) Um acontecimento antes das 22 horas foi meio cedo para ser ignorado pelos jornais, não? Ok, foi apenas uma crise de pressão alta. Mas mesmo assim ele não embarcou para Davos. Alterou a agenda e foi para São Bernardo descansar. E se fosse algo grave? Os jornais teriam sido furados por todos os on lines a talvez até por inocentes blogues e twitteiros. No fim das contas o que fica deste episódio é que os jornais impressos estão perdendo alguma coisa. Cada dia que passa vendem menos notícia e informação e mais influência.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Lula lá

Sou um emocional, as vezes sou. Eu mesmo acredito nisto. Ouvindo e vendo este vídeo, me lembrei do "primeiro voto". Me lembrei de sonhos.Me lembrei de utopias.
Elas existiam até para um adolescente niilista.
Apenas não as confessava.


segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Garanhuns Olímpica


Do jeito que o Lula tá, periga ele conseguir levar os Jogos Olímpicos de Inverno para sua cidade natal- Garanhuns- a "Serra" de Pernambuco.

A brincadeira foi feita em cima da boa marca do Encontro Nacional da Sanfona.

quinta-feira, 30 de agosto de 2007

José Dirceu - palavras de defesa

O linchamento público que o ex Ministro José Dirceu vem sofrendo é de se comentar.

José Dirceu tem biografia. Mesmo com erros, jamais pode ser colocado ao lado de figuras obscuras da história brasileira recente. Ele não entrou na política pelo business. Por mais que o episódio do “mensalão” tenha marcado, fica também a certeza que o Governo Lula com José Dirceu enfraquecido não é bom para a democracia. Nem para o País.


A simples existência de um homem com mais brilho que o próprio Presidente Lula, faria com que o mesmo não extrapolasse no personalismo. E o PT teria quadro para uma sucessão. Fazendo com que o debate político viesse a público e que posições sejam clarificadas. Sim, José Dirceu enfraquecido é ruim para quem quer transparência na sucessão de Lula em 2010. Tudo deve ser difuso. Um PMDB, DEM, PSDB e PT misturado e muito mais divergente em função de nomes que de idéias.

Com José Dirceu fraco, a sucessão de Lula vai parecer sucessão de Clube de Futebol. Onde mudam apenas nomes e não projetos de fato.

A quem serve o linchamento de José Dirceu?

( ) LULA

( )AÉCIO

( )PMDB

( )TODAS AS ALTERNATIVAS ESTÃO CORRETAS

terça-feira, 26 de junho de 2007

A velha história da América Católica

Lula tem uma aprovação quase 50% maior que o seu Governo. É um mito mesmo. Só comparável ao Papai Noel.
Lula, Pessoa 64% de aprovação
Lula, Governo 47% de aprovação

Ah, personalismo...

segunda-feira, 4 de junho de 2007

Chávez e Seu Madruga

01/06/07-Falando grosso
Lula diz que Chávez tem que cuidar da Venezuela
04/06/07-Afinando
Lula diz que Chávez é parceiro
Uma das coisas mais deliciosas de acompanhar é o on line e a volatilidade da opinião do homem público.

Mas este debate entre Chávez, Lula e o Senado brasileiro é um daqueles que nenhum dos 3 tem razão.

Temos que ressaltar a grande atenção do Senado com a opinião pública brasileira. Estamos todos comovidos, aliás preocupados com o fechamento da RCTV na Venezuela. Realmente, eu mesmo estou enviando os e-mails de apoio, colhendo assinatura para um abaixo assinado , combinando de vestir preto no feriado e uma passeata em Copacabana.