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segunda-feira, 25 de junho de 2012

Lula na Onu


"Lula na ONU". É a minha sugestão. Lula capitaneou mudanças que incluiram de milhares de pessoas no consumo. (Quem diria que o consumo, tão capitalista, seria uma unidade de desenvolvimento social?) 
Pois bem, Lula já entrou na história.
Agora, para se manter na história, ao menos no "lado bom da história"(se é que existe um lado bom), não deve entrar no realpolitik . Ou em esferas de poder, onde o poder se cruza ou se funde com o pecuniário. Lula deve seguir sua biografia. O País com Dilma parece estar em boas mãos. Lula deve seguir o caminho nobre. Ser Presidente da FAO. Ser líder na ONU. Fome Zero para o Mundo.

Se Lula já é exemplo em campanhas políticas no Egito, na América Central e até na Europa, ele deve surfar nesta popularidade  e mostrar o desapego ao poder mesquinho. Ser o que se desejava do Lula do ABC. Do Lula contra o Collor em 89. O excesso de amor pelo poder, pelos cargos, pelo pragmatismo é coisa para outros ex presidentes. Que  parecem vagar, quase sem alma, por Brasília. Este tipo de atitude não serve para aquele que quer ficar na história como um dos maiores agentes da transformação de um País.

Lula, Preserve sua história. Sua biografia. 
Fome Zero para o Mundo.
Lula lá.  
Na ONU.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Dilma merece o seu apoio

Dilma é uma "estranha" ao Partido dos Trabalhadores. Uma estranha que podia ser ruim de voto, mas vem conquistando seu espaço. Com postura e pelo trabalho. A Presidenta vem aos poucos colocando sua marca. E a marca parece ser positiva. Parece ser de um Brasil moderno que se deseja. Um Brasil da meritocracia, da justiça social e do desenvolvimento.

Em todas as avaliações que pude checar, a Presidenta vem num crescente de popularidade. Mantendo o eleitorado do grotão popularesco e conquistando a classe média e formadores de opinião. Fazendo um quadro comparativo, a popularidade de Dilma vinha sendo superior a de Lula e FHC no mesmo período. E por ser um "produto" menos caricato e menos pernóstico que ambos, acaba tendo um espaço de fato e não com bravatas, personalismo, factóides ou "marketadas". Um tipo de liderança que o Brasil em sua recém democracia não havia conhecido.

Seria realmente leviano acreditar que o "Lulismo" , não no culto `a pessoa, mas sim no entorno e grupo de poder não pensasse em algo para "baixar a bola" da Presidenta. São interesses e diversas correntes.

E a oposição? Bem a oposição, a nau sem rumo, esta vai aproveitar qualquer espaço. Da mesma forma irresponsável que na década de 90 ela acusava o PT de fazer.

Neste jogo, de projeto de poder, quem perde é o Brasil. São os avanços que perdemos.

Quem ganha com a fragilização de Dilma? Os de sempre. Os que negociam cargos. Os que fazem a política no varejo e sem pensar no Brasil. Sem ter um projeto de País. Apenas um projeto de poder pessoal, divorciados do Brasil de fato e da sociedade. Uma classe política que pensa em si. O único plano é jogar por si mesma, mesmo que seja contra o País. E contra você.

Está na hora da Sociedade apoiar a Presidenta Dilma. Uma liderança que é avessa aos exageros de marketing, que cobra ata de reunião e tem coragem de dizer "Não" para a classe política. Querem fragiliza-la. E isto não é bom para ninguém. Só para esta gente de alma pequena. Se você não espera uma boquinha, acredite, é melhor para você e para o Brasil apoiar a Presidenta.