terça-feira, 2 de dezembro de 2014
Copas que vi e o Brasil
sexta-feira, 3 de outubro de 2014
Eleições
Agora você que está na casa dos 40, seja sincero. Esta música não lhe diz nada?
Não fala de um tempo que você acreditava nas utopias?
Nos sonhos?
Você não precisava vender estrelinha do PT ou usar a bolsa de Lhama. Você poderia preferir o Covas ou o Brizola. Mas você foi pra rua. Você não queria que o mauricinho das Alagoas ganhasse. Não bastou apenas a vontade. O mauricinho ganhou. Saiu pela porta dos fundos, mas a eleição ele ganhou. Ok, teve um tal de " 3 em 1" no debate final.
Não bastou fazer a versão de "Meia Lua Inteira" do Caetano.
Não bastou querer...
A maturidade talvez leve alguns dos sonhos, mas a vontade de ver um Brasil melhor faz 25 anos. E eu continuo querendo um Brasil melhor para todos. Continuo achando a tal da "realpolitik" um saco.
Talvez seja mais interessante ser um utópico e pueril, ainda consegue imaginar um Mundo melhor, mesmo sem conseguir fazer, mas imagina, deixa algum legado. Perder a possibilidade de imaginar, e se tornar um "antiutópico", que nem é capaz de imaginar, apesar de ser capaz de fazer. Isto sim deveria doer.
segunda-feira, 8 de setembro de 2014
Eleições presidenciais - Resultados
Um resumo histórico.
domingo, 25 de novembro de 2012
Contra a injustiça em defesa do Rio - Veta, Dilma
Em defesa da Constituição.
Em defesa da Democracia.
segunda-feira, 25 de junho de 2012
Lula na Onu
sábado, 30 de julho de 2011
Sorteio da Copa FIFA 2014

A falta de equilíbrio incomoda. Quando é com mídia incomoda muito mais. De um lado uma movimentação, quase "chapa branca" , que preferiu ignorar as manifestações contrárias ao Ricardo Teixeira que aconteciam ao lado de fora. Do outro a tentativa "derrotista" de desqualificar o evento.
Mas antes de tudo : o evento foi um sucesso. Nota 10.
Não questiono o custo. Os 30 milhões ali estavam. O benefício? Não sei. Mas sem dúvida foi um cartão de visitas da Cidade ao Mundo.
Antes que reclamem do fechamento do Santos-Dumont, a FIFA e o COL(Comitê Olímpico Local) queriam "fechar o espaço aéreo do Rio de Janeiro", incluindo o Galeão. Por razões de sanidade, o Governo Brasileiro foi contra. E fechar o Aeroporto central , acessório, que fica ao lado de onde ocorria o evento, por 4 horas, fez sentido.
A fala da Dilma também merece ser analisada. Foi polida. Educada. Formal. Incisiva. Abriu mão do "baba-ovismo" que parecia um desvairismo não adequado a liturgia do cargo, que foi reinante em relação a CBF e a pares estrangeiros na ordem do dia recente da Presidência. Se Dilma não atacou Ricardo Teixeira anteriormente, a fala fria com relação ao Presidente da CBF mostrou um flanco aberto. Se houver denúncias graves e um projeto que passe tranquilidade na execução da Copa do Mundo, a faxina iniciada no Dnit pode ir mais longe. Dilma já mudou outros paradigmas. E exatamente por ser uma corajosa, ainda não contaminada pelo receio pulsilanime que a arte política pede, não estranharia se amanhã começasse algo novo. Uma operação "mãos limpas" na CBF. Dilma conquistaria mais que uma elite pensante do Brasil. Dilma daria um exemplo ao mundo. "Tão" de olho na Bola. E atualmente "tão" de olho no Brasil. E a Presidenta parece bem orientada.
O evento teve de tudo. Personalidades da bola. Sonorização perfeita. Belas imagens. Música boa e música péssima. Apresentador idiota. Roupas cafonas. "Comme il faut" aos grandes eventos similares. Venceram a ventania da noite anterior, que destruiu parte dos materiais. Exposição boa das marcas dos patrocinadores master da FIFA. E tudo funcionou direito. Ok, nada da Oi funciona direito. Foi a lástima. Fazer o que? Mas, em resumo : O evento foi um sucesso. A Cidade e a organização estão de parabéns.
Claro que a opinião centrada parece não valer muito. Hoje as pessoas esperam que se fale mal, ou seja do puxa saquismo chapa branca que fala bem incondicionalmente. Um maniqueísmo imbecil e sem sentido. Pena.
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Dilma merece o seu apoio
Em todas as avaliações que pude checar, a Presidenta vem num crescente de popularidade. Mantendo o eleitorado do grotão popularesco e conquistando a classe média e formadores de opinião. Fazendo um quadro comparativo, a popularidade de Dilma vinha sendo superior a de Lula e FHC no mesmo período. E por ser um "produto" menos caricato e menos pernóstico que ambos, acaba tendo um espaço de fato e não com bravatas, personalismo, factóides ou "marketadas". Um tipo de liderança que o Brasil em sua recém democracia não havia conhecido.
Seria realmente leviano acreditar que o "Lulismo" , não no culto `a pessoa, mas sim no entorno e grupo de poder não pensasse em algo para "baixar a bola" da Presidenta. São interesses e diversas correntes.
E a oposição? Bem a oposição, a nau sem rumo, esta vai aproveitar qualquer espaço. Da mesma forma irresponsável que na década de 90 ela acusava o PT de fazer.
Neste jogo, de projeto de poder, quem perde é o Brasil. São os avanços que perdemos.
Está na hora da Sociedade apoiar a Presidenta Dilma. Uma liderança que é avessa aos exageros de marketing, que cobra ata de reunião e tem coragem de dizer "Não" para a classe política. Querem fragiliza-la. E isto não é bom para ninguém. Só para esta gente de alma pequena. Se você não espera uma boquinha, acredite, é melhor para você e para o Brasil apoiar a Presidenta.
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
100 dias de Dilma - reprodução rádio
Como nem todo mundo tem tempo para ouvir.
Segue aqui.
A postura sóbria, séria, gerentona, começa a matar no nascedouro candidaturas que tenham o viés "udenista". Já as candidaturas com viés "popularesco", para não dizer "populista" pois aí se insere em critérios objetivos pela ciência política, ela poderá matar com a "caneta" e com a inteligência gerencial e objetiva.
Ao contrário do que muita gente pensou, Dilma mostrou que para ganhar uma eleição poderia ser uma neófita não preparada. Mas para gerir um País, se mostrou extremamente capaz. Dizer a mais capaz, independente de gênero, não seria um extremo elogioso.
Autoridade. Liturgia do cargo. História de luta. Preparo formal. Assumo que até agora estou apaixonado pela Dilma.
Vamos ver como ela vai se sair no jogo político tendo na sua sombra um partido grande, com história e ávido por cargos e um ex Presidente popular. Estes são os maiores adversários de Dilma. A oposição, que não soube derrotar um líder carismático, se bater de frente com uma mulher que vem conquistando até quem a repelia, como a classe média obtusa, pode ter mais problemas do que pensa.
E a Classe Média - local de origem da Presidente Dilma - ela conquista com facilidade. Duas ou tres medidas mais simpáticas a eles. Eles trocam as geladeiras de casa e pronto. Viram Dilma desde criancinha. Independente de PT. Tal qual foi com Lula. O brasileiro é personalista no voto e os partidos são difusos nas propostas.
Por isto quem tem a caneta e cabeça, pode sim ampliar seu espaço. E Dilma parece ter cabeça.
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
A maturidade política
A baixa dramaticidade se deve a vários fatos. Um em especial. Nosso amadurecimento democrático. Se um dos ítens da consolidação das democracias é a menor distância entre os players do jogo político, quando se tem um PSDB-PT que você só sabe onde começa um e termina o outro quando olha na lupa, isto esvazia a paixão. Cria uma massa social democrata única com pequenas nuances.
Dilma não é o Lula de 89. O Lula do Lulalá. O Lula do meu primeiro voto. O Brasil mudou. Se o PSDB obteve a estabilidade da moeda, o Governo do PT fez importantes avanços sociais. Temos práticas envergonhantes? Temos mensalão do PT e do PSDB? Temos apoios que envergonham os dois lados sob o pretexto do "política real". Temos. Mas ainda assim o Brasil avançou.
O mérito deste grande avanço não é do PSDB ou do PT. É do povo brasileiro. É de um mercado potencial a caminho de 200 milhões de humanos. E num mundo em que se vira cidadão através do consumo, um país com o mercado interno de quase 200 milhões de consumidores, consegue olhos internacionais com interesse. Com desejo. Um país ocidentalizado. E onde no momento até mesmo a falta de ética e transparência podem ser interessantes para grandes economias ganharem dinheiro e gerarem dinheiro graças a este momento de transição de um subdesenvolvimento envergonhante para o Primeiro Mundo. Até lá ainda teremos escândalos que revelam o lado bom da transparência, antes a gente nem sabia. Mas com certeza as práticas envergonhantes não estão no DNA do povo brasileiro, mas sim em pouco controle e na máxima da "ocasião faz o ladrão."
O Brasil avançará e o mérito não será nem da Dilma, nem do Serra. Nem do Lula, nem do FHC. O mérito é de uma brava gente. Que trabalha. Que paga quase metade de tudo o que produz em imposto para "sustentar" um Governo. Seja tucano, seja petista. O mérito do Brasil entrar numa rota de crescimento não deve ser credito a ninguém da classe política. O mérito é nosso.
Se algum político tentar puxar para si este mérito, vaie. Quem merece o aplauso é o brasileiro comum.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Dilma
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
E se Lula perder em São Paulo, Rio e BH ?

Eu não nego que tivemos avanços no Governo Lula. Avanços sociais que uma parte tacanha da sociedade não vê. Mas, mesmo sabendo que não se trata de jogar "War", se Lula perder nas 3 maiores capitais, traduzirá algo : ter voto é uma coisa, conseguir transferir voto é outra.
sexta-feira, 4 de abril de 2008
Coincidências - Teoria da Conspiração

Dizem as más linguas, na verdade, línguas más, que sempre associaram a morte de Che Guevara a um complô que o seu "amigo" Fidel havia feito, eliminando assim uma possível sombra.
Apenas espelhando o raciocínio.
O primeiro possível sucessor de Lula seria, por razões de mérito e tradição, José Dirceu. Eliminado em um paredão de Big Brother. No caso Waldomiro, Roberto Jefferson e mensalão.
O segundo na linha de sucessão de Lula, seria, por desempenho e atenção da mídia e grande empresariado, Palocci. Eliminado da mesma forma no caso Francenildo. Onde um caseiro era oprimido por homens poderosos do Estado.
Dilma parecia uma candidatura de brincadeira para blindar uma candidatura de verdade. Eis que a mesma, ou seu grupo, começaram a acreditar que a candidatura era séria, e aparece o tal Dossiê.
Pode ser coincidência...mas se lhe chamarem para ser sucessor do Lula, pense mais de uma vez.




