Quanto tempo eu não ouvia "Garotos Podres". Talvez desde o tempo que o João Gordo era apenas um integrante gordo do Ratos de Porão e não um apresentador disputado pelas redes abertas. Sem saudosismo, era melhor assim.
Lembrei de um show antológico, eu com uns 13/14 anos, vendo o Garotos Podres arrancado do palco pela organizacão. E aos berros protestando. E a galera, sob chuva torrencial, ao delírio. Aquilo era rock and roll. Era atitude. Hoje as bandas tem profissionais cuidando do seu twitter, da sua gestão de imagem e até do seu facebook. Tudo marketeiramente profissional demais. São produtos sem alma, mais que qualquer outra coisa. Será que não tem como juntar a modernidade , os múltiplos canais de comunicação, com atitude, qualidade do som e , sobretudo, alma?
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terça-feira, 22 de dezembro de 2009
quinta-feira, 13 de março de 2008
Post Musical
Conversando com uma molecada que trabalha comigo-interessante quando você de moleque passa a ser o mais velho da molecada- bem, conversando, notei que tinha gente que gostava de bandas que vivenciei, digamos que sonoramente "aos vivos".
Tinha um bando de coisa que para mim só se ouve em festa Ploc de zoação. Titãs, Nenhum de Nós, Engenheiros, Legião, Ultraje e coisas chatas de ouvir até para um "balzaquiano", mas para a molecada, era um som interessante. Fiquei tentando entender.
O Rock BR dos anos 80 não foi nada além de cronista de uma época. O som era ruim. Mal executado. Mas foi delicioso para quem viveu. Nunca pensei que resistisse a mais de duas décadas agregando gente que nem era nascida na época das festinhas no playground ao som de Ultraje.
A música escolhida foi na levada.
Se quer ir ao inferno, então vá de primeira classe.
Uma banda chata demais, porém volta e meia me pego cantarolando alguma música do IRA! Ou seja, eles venceram.
Tinha um bando de coisa que para mim só se ouve em festa Ploc de zoação. Titãs, Nenhum de Nós, Engenheiros, Legião, Ultraje e coisas chatas de ouvir até para um "balzaquiano", mas para a molecada, era um som interessante. Fiquei tentando entender.
O Rock BR dos anos 80 não foi nada além de cronista de uma época. O som era ruim. Mal executado. Mas foi delicioso para quem viveu. Nunca pensei que resistisse a mais de duas décadas agregando gente que nem era nascida na época das festinhas no playground ao som de Ultraje.
A música escolhida foi na levada.
Se quer ir ao inferno, então vá de primeira classe.
Uma banda chata demais, porém volta e meia me pego cantarolando alguma música do IRA! Ou seja, eles venceram.
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