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sexta-feira, 18 de março de 2011

Cigarros e Liberdade

Eu só fumo Charutos. Não fumo cigarros. Desta forma praticamente não fumo na rua. Mas gosto de frequentar locais aonde o cigarro é "bem-vindo". A atmosfera libertária do ar carregado de nicotina é bem mais agradável que o impuro ar puro da hipocrisia.

Me lembrei que no passado as pessoas fumavam sem culpa. Depois veio a culpa e agora vivemos um momento diferenciado, onde o cigarro pode ser gauche.

Proíbem o cigarro, mas deixam o frescobol liberado. Nada é mais idiota e patético que o frescobol. Aquilo faz mal a saúde e ao critério.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Odeio cigarro, mas...

Mesmo detestando os bastões de papel carregados de nicotina, por ter nascido numa família de fumantes, o cigarro faz parte das minhas memórias. E o jeito "gauche" para mim era "não fumar". Do cigarro de pai, me lembro de alguns: Kent, 555, L&M, Benson & Hedges que vinham direto dos Estados Unidos, na época que todo mundo tinha "o seu contrabandista do bem". Dos cigarros de irmãos o John Player Special, e, é claro, quem viveu os anos 80, se lembra desta marca de cigarro-Hollywood- que era o maior lançador de músicas, hábitos e atitudes. E hoje aqui na rádio apareceu a embalagem "retrô" daquela época de infância que as pessoas fumavam sem culpa e sem vergonha.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Lei Anti-fumo e os cariocas

Pior que um fumante perturbando as pessoas com sua inconveniente fumaça, só mesmo a bobagem da legislação anti-fumo.
Eu não fumo.
Apenas charutos. E ocasionalmente. Muito ocasionalmente.
Mas defendo a convivência harmoniosa.

Se fosse pensar com a lógica e a coerência, e nem todo mundo a tem, a legislação deveria ser mais inteligente. Cada estabelecimento coloca sua preferência. Se ele permite ou não o fumo. Se o cigarro lhe incomoda, você simplesmente não vai até este estabelecimento. Vá a um livre do Cigarro.
Aí vem a pastelada de "proteger os trabalhadores" destes locais.
E quem protege os trabalhadores da música ruim? Sim, eu posso e evito todo e qualquer estabelecimento com música ao vivo. Acho aquilo um desrespeito com quem toca, com quem é tocado e com quem quer comer sem ter que ouvir um cantor chato balbuciando alguma coisa de MPB. Eu posso evitar de ouvir, mas pela mesma lógica : "e os pobres trabalhadores? Se livraram do cigarro, mas não conseguem se livrar de ouvir música mal executada. Vamos liberta-los. Vamos proibir a execução de música ao vivo nos bares e restaurantes."

Agora o mais grave : alguém proíbe a maionese?
Aquilo é muito mais nocivo a saúde que a fumaça do cigarro.
Eu iria com muito mais tranquilidade em um restaurante que me garantisse "Ambiente livre da Hellman's". Muito mais nojento que um cigarro é a maionese. E até mesmo que MPB mal tocada.

terça-feira, 2 de junho de 2009

Dia de combate ao fumo



Semana passada teve o Dia de Combate ao Fumo, não posso deixar a data passar em branco. Uma canção que faz a gente viajar no tempo. Para uma época que a ignorância nossa de cada dia, inocentava o cigarro.