quinta-feira, 8 de agosto de 2013
quinta-feira, 25 de julho de 2013
Fita K7, ainda mais longe...1986
Agora a arqueologia foi para 1986...
Mas só a caixa da fita permitiu saber o que tinha dentro...
Um lado.
Sim. A fita, assim como o "disco", tinha lados.
Esta dizia UK-USA.
Não tenho a menor razão que me fez, eu adolescente, ter escrito isto.
Mas só a caixa da fita permitiu saber o que tinha dentro...
Um lado.
Sim. A fita, assim como o "disco", tinha lados.
Esta dizia UK-USA.
Não tenho a menor razão que me fez, eu adolescente, ter escrito isto.
segunda-feira, 22 de julho de 2013
Fita K7
A fita K-7 é um artefato de estudo de arqueologia urbana. Serve como crônica sonora. Ou para quem viveu, despertar o sensorial.
Aromas e gostos, por exemplo.
Encontrei esta.
De 1990.
Quase um quarto de século.
É muito tempo mesmo.
http://www.youtube.com/watch?v=35-oHUffpTo
Aromas e gostos, por exemplo.
Encontrei esta.
De 1990.
Quase um quarto de século.
É muito tempo mesmo.
sexta-feira, 19 de julho de 2013
Manifestações
Pense uma coisa: De sopetão tudo o que você acredita pode ruir. Sim, as manifestações recentes das ruas mostraram um novo paradigma. O qual a atual classe política, distante do povo, por ler apenas o que quer ler nas pesquisas, esquecendo a entrelinha, esquecendo o contato popular, pois bem, este político alçado a categoria de pop star, onde um staff de cabos eleitorais funcionam como um voto indireto, este político que ao ser eleito se comportou como um “novo rico do ego”, este mundo do Centro Social, óbulo, cabo eleitoral, influenciador de voto...este esquema vicioso, simplório pode estar para acabar...
O povo foi pra rua. Cantou o hino. Protestou. Ganhou a Copa. Comemorou. E continuou protestando. Viu como já mudou? Não basta mais o pão e circo. Tem que ter pão, circo e algo mais. O Brasil ganhou um Torneio com autoridade sobre o time mais badalado. Se em momentos anteriores isto bastava e o povo estava silenciado. Agora se pediu algo mais. O algo mais é Transparência.
Então alegar que os vândalos pertencem a este ou aquele grupo político é um erro. Já dá para categorizar o tipo de os tipos de “vândalos”.
Revoltado Politizado Ataca prédios públicos e instituições que representem opressão ou poder econômico. São difusos de serem identifiados, pois trabalham com emoção. Podem estar vestidos como quem saiu do estágio. Não costumam a ter figurino pré definido.
Grau de perigo para a sociedade: Baixo.
Revoltado sem causa Ataca prédios públicos, privados, conflita com a polícia. A manifestação é válvula de escape. Como um futebol. Podem estar agrupados em ordem ou lobos solitários que se agrupam, sem uma hierarquia pré definida. São facilmente identificáveis nas manifestações.
Grau de perigo para a sociedade: Médio.
Vândalo Pragmático O objetivo do caos é estabelecido.Pode ser para desmobilizar. Pode ser plantado, não por este ou aquele governo, mas sim de forma orgânica pela atual estrutura de poder com o objetivo de auto preservação por não conseguir compreender o momento atual. Em geral estão organizados. Tem alguma hierarquia. São facilmente identificáveis. Incluindo figurino antes mesmo de cobrirem rostos. Podem sim estar sendo fomentados por grupos oportunistas. Podem ser que acreditem numa ideologia extremada e estejam sendo usados por aqueles que precisam deles para ter um tempo para pensar e tentar compreender o momento.
Grau de perigo para a sociedade: Altíssimo.
Saquedor Nada mais do que um ladrão. Aproveitando o momento de inquietação, se aproveita. Não tem causa política ou motivação mobilizatória. Aliado a válvula de escape, baixo freio moral, é ladrão. Tal qual a frase, ocasião faz o ladrão.
Grau de perigo para a sociedade: Médio/Alto
O povo foi pra rua. Cantou o hino. Protestou. Ganhou a Copa. Comemorou. E continuou protestando. Viu como já mudou? Não basta mais o pão e circo. Tem que ter pão, circo e algo mais. O Brasil ganhou um Torneio com autoridade sobre o time mais badalado. Se em momentos anteriores isto bastava e o povo estava silenciado. Agora se pediu algo mais. O algo mais é Transparência.
Então alegar que os vândalos pertencem a este ou aquele grupo político é um erro. Já dá para categorizar o tipo de os tipos de “vândalos”.
Revoltado Politizado Ataca prédios públicos e instituições que representem opressão ou poder econômico. São difusos de serem identifiados, pois trabalham com emoção. Podem estar vestidos como quem saiu do estágio. Não costumam a ter figurino pré definido.
Grau de perigo para a sociedade: Baixo.
Revoltado sem causa Ataca prédios públicos, privados, conflita com a polícia. A manifestação é válvula de escape. Como um futebol. Podem estar agrupados em ordem ou lobos solitários que se agrupam, sem uma hierarquia pré definida. São facilmente identificáveis nas manifestações.
Grau de perigo para a sociedade: Médio.
Vândalo Pragmático O objetivo do caos é estabelecido.Pode ser para desmobilizar. Pode ser plantado, não por este ou aquele governo, mas sim de forma orgânica pela atual estrutura de poder com o objetivo de auto preservação por não conseguir compreender o momento atual. Em geral estão organizados. Tem alguma hierarquia. São facilmente identificáveis. Incluindo figurino antes mesmo de cobrirem rostos. Podem sim estar sendo fomentados por grupos oportunistas. Podem ser que acreditem numa ideologia extremada e estejam sendo usados por aqueles que precisam deles para ter um tempo para pensar e tentar compreender o momento.
Grau de perigo para a sociedade: Altíssimo.
Saquedor Nada mais do que um ladrão. Aproveitando o momento de inquietação, se aproveita. Não tem causa política ou motivação mobilizatória. Aliado a válvula de escape, baixo freio moral, é ladrão. Tal qual a frase, ocasião faz o ladrão.
Grau de perigo para a sociedade: Médio/Alto
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quinta-feira, 27 de junho de 2013
As mesmas canções...
Fiz um set list do que eu ouvia quando com uns 14, 15 anos... e sempre vejo que são as mesmas músicas que ouço até hoje.
Pop Bom.
Pop fanfa. Mancini. Nino Rota. Jobim. 3 Gênios. Nino Rota. E descobri Cole Porter no primeiro CD. No songbook by Ella. E Chet Baker no segundo CD que ganhei.
Verdades e lembrança do meu Woodstock, o Live
Aid...13/07/1985
Poderiam ser várias do Boss, mas escolho esta por ser a que
fala direto.
Um pop sacana. E de quebra o clip é de um dos filmes que eu
mais gostava.
E chegava na Sweet Home o DJ me via e colocava em minha homenagem.
E foi minha vó que me mostrou.
Visceral.
Meu chiclete de ouvido.
Resume toda uma época. A melhor do Rock and Roll. E fecha o
ciclo. Apesar do mesmo ficar se repetindo por mais de 30 anos.
Meu disco preferido, quando eu me sentia brasileiro, era ouvindo
o 10 anos depois do Benjor, digo Jorge Ben.
Uma espécie de oração, mantra pra mim.
Junto com Liszt foi assim que aprendi a amar o violino bem
tocado.
Junto com Jack Daniels, Blues, Jazz e Coca Cola. God Bless
America.
A canção que para mim é a Mãe do Rock and Roll.
But I m Just a soul whose intentions are good...
Só boas lembranças, sempre saudade.
Anti depressivo e túnel do tempo.
O Rimbaud do Século XX. Que letra. Ian Curtis Forever.
Para dias de sol.
Quando tudo está mal, ouça Ska.
Sou tímido espalhafatoso.
O registro em clima de sarau.
Os primeiros acordes. Pure rock. Simple.
I could be wrong...I could be right...
Do Rock BR seria a minha escolhida. Adolescente e adulta ao
mesmo tempo.
Da MPB Cartola, Nelson Cavaquinho, Candeia estes são gênios
populares de verdade.
Eterna.
Retrô futurista.
Meu Cult movie.
1,2,3, For Ever...
Soul da Alma.
Pop Bom.
Pop fanfa. Mancini. Nino Rota. Jobim. 3 Gênios. Nino Rota. E descobri Cole Porter no primeiro CD. No songbook by Ella. E Chet Baker no segundo CD que ganhei.
domingo, 23 de junho de 2013
Leve-me ao seu lider
De todas as charges, a que melhor explica o quase inexplicável momento. O MPL (Movimento Passe Livre) era organizado e tinha liderança . Pode ser cooptado. Agora a Sociedade inteira não. E como a Sociedade é aberta, teremos reivindicações de setores progressistas, de setores mais tacanhos, de pessoas menos exaltadas, de pessoas exaltadas...a Verdade é uma só, o complicado será negociar, já que temos um País continental e com mais de 200 milhões de habitantes e o movimento é orgânico, sem lideranças específicas. E para os que estão nas ruas, a manutenção da chama acesa. Me parece que a Sociedade já escolheu suas bandeiras capazes de manter o povo nas ruas regularmente até o ano que vem,. Ano de Copa. Ano de Eleições. E no jogo, se ceder, pode aumentar a força das massas. Se negar, pode mantê-las vivas e acesas.
Quem disser que sabe como tudo acontecerá, não merece crédito. O momento é de ver com calma tudo o que ocorre. De certo, lendo a história e pensando como um laboratório, podemos afirmar que este movimento pode
GERAR CANDIDATURAS OPORTUNISTAS E SEM LASTRO, tal qual foi Collor e seu PRN.
E ao gerar este tipo de oportunista ou extremado, parte da SOCIEDADE PROCURA O SEGURO.
Então sem futurologia, o momento parece trazer a figura de Lula, num movimento quase que um "Queremismo", como o homem capaz de ser este porto seguro.
Lula, de incendiário a bombeiro.
quinta-feira, 20 de junho de 2013
Admirável Brasil Novo
O silêncio gritante de todas nossas lideranças, não só políticas, como artísticas, por exemplo, mostra que o momento que estamos a viver não é tão simples como ondas anteriores. O foco no Brasil é global. A cena mudou. A pressão internacional tenderá a apoiar as reivindicações por transparência da sociedade brasileira. Nunca fui otimista. Mas desta vez é inexorável. Os setores não estão organizados e agrupados para possibilitar a negociação com lideranças. Entendendo lado transparente e lado nebuloso da palavra "negociar". Os atores sociais estão difusos e não se agruparam por ideologia. Cor. Raça. Partido. Tendência. E são pragmáticos no sentido de atos. Apareceram no meio do difuso, reivindicações capazes de manter o povo nas ruas. A negociação é apenas uma: ceder. Implementar as mudanças dentro do quadro legal. Foi uma clara rejeição ao poder constituído. Não é uma crise institucional. Mas uma crise de legitimidade. Um recall. E o acesso da nova classe média. Quem achava que ela se contentaria em colocar a tv de plasma na parede e achar que a vida melhorou. Ela entendeu que é ator social. Paga impostos. Não recebe óbulo. Aquilo é seu por direito. Enfim a Sociedade decretou seu divórico com a estrutura de poder vigente representada pela forma de ser tratada. Os que decaíram, por crise e pelo óbvio. Os que ascenderam, por compreender que aquilo lhe havia sido negado e que agora quer o que tem direito, quer mais.
Agora viveremos período de povo na rua. Inevitavelmente algum ato extremado por algum lado. Mentalizo positivamente para estar errado e que não exista este ato extremado. Foco internacional. Ocupações. Só que detsa vez algumas mudanças serão implementadas antes da saturação. Quem sabe um post profético? Quem sabe uma decepção?
A foto deste post é um mural do Niemeyer que ilustra a Participação Popular. E ele é projetado para "ser inacabado" passando a mensagem que a Participação Popular deve ser contínua. Não pára.
Agora viveremos período de povo na rua. Inevitavelmente algum ato extremado por algum lado. Mentalizo positivamente para estar errado e que não exista este ato extremado. Foco internacional. Ocupações. Só que detsa vez algumas mudanças serão implementadas antes da saturação. Quem sabe um post profético? Quem sabe uma decepção?
A foto deste post é um mural do Niemeyer que ilustra a Participação Popular. E ele é projetado para "ser inacabado" passando a mensagem que a Participação Popular deve ser contínua. Não pára.
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segunda-feira, 17 de junho de 2013
Toda forma de poder
Existe numa diferença muito clara entre o louvável ou justo elogio a figura pública e o pulsilânime puxa-saquismo chapa branca.
A turma do segundo time, os puxa sacos, até mesmo aqueles que a afinidade ideológica, acrescida de alguma verba, faz com que tenham a vista nublada, costumam a me provocar enjoos.
Com isenção, mas de quem assume que vê mais acertos do que erros no Governo Dilma, eu vos digo: aquela vaia não foi para a Presidenta Dilma em primeira pessoa. (Embora alguns setores assim desejassem na torcida pela sua queda de popularidade). Aquela vaia foi ao Poder constituído. Ao evento. A FIFA. Tanto que a mesma começou durante o discurso do Sr. Blatter. Que com presença de espírito, e de auto preservação, conseguiu "tirar a vaia da cota dele" ao pedir "respeito e fair play " aos que vaiavam a Presidenta. Mas Sr. Blatter, aquela vaia era para você mais que tudo. Aquela vaia era para "toda forma de poder". E eventos da FIFA, ela faz de cada estádio, cada palco, uma espécie de seu Principado.
Converso com companheiros de várias esferas do Governo e falo que temos uma missão : Devolver a Copa e os Jogos Olímpicos ao povo.
Quando ganhamos o direito de receber estes eventos, comemoramos. Agora, parece distante do povo.
Existe um vídeo com os Embaixadores da Copa :
Marta, Ronaldo, Bebeto, Carlos Alberto, Amarildo, Zagallo e um menino vizinho do Itaquerão...ali o conceito, que a Copa do Mundo nós já ganhamos, está presente. E é isto que precisamos fazer. Envolver.
Mostrar as claras que o legado dos Grandes eventos existe sim. E é muito mais que um estádio novo ou equipamentos turísticos. Passa pela economia como um todo. A ativação do nome do Rio e do Brasil em todo Planeta é um exemplo. O que vamos fazer com isto que é o desafio. Do Governo. E da Sociedade Civil.
A turma do segundo time, os puxa sacos, até mesmo aqueles que a afinidade ideológica, acrescida de alguma verba, faz com que tenham a vista nublada, costumam a me provocar enjoos.
Com isenção, mas de quem assume que vê mais acertos do que erros no Governo Dilma, eu vos digo: aquela vaia não foi para a Presidenta Dilma em primeira pessoa. (Embora alguns setores assim desejassem na torcida pela sua queda de popularidade). Aquela vaia foi ao Poder constituído. Ao evento. A FIFA. Tanto que a mesma começou durante o discurso do Sr. Blatter. Que com presença de espírito, e de auto preservação, conseguiu "tirar a vaia da cota dele" ao pedir "respeito e fair play " aos que vaiavam a Presidenta. Mas Sr. Blatter, aquela vaia era para você mais que tudo. Aquela vaia era para "toda forma de poder". E eventos da FIFA, ela faz de cada estádio, cada palco, uma espécie de seu Principado.
Converso com companheiros de várias esferas do Governo e falo que temos uma missão : Devolver a Copa e os Jogos Olímpicos ao povo.
Quando ganhamos o direito de receber estes eventos, comemoramos. Agora, parece distante do povo.
Existe um vídeo com os Embaixadores da Copa :
Marta, Ronaldo, Bebeto, Carlos Alberto, Amarildo, Zagallo e um menino vizinho do Itaquerão...ali o conceito, que a Copa do Mundo nós já ganhamos, está presente. E é isto que precisamos fazer. Envolver.
Mostrar as claras que o legado dos Grandes eventos existe sim. E é muito mais que um estádio novo ou equipamentos turísticos. Passa pela economia como um todo. A ativação do nome do Rio e do Brasil em todo Planeta é um exemplo. O que vamos fazer com isto que é o desafio. Do Governo. E da Sociedade Civil.
sexta-feira, 31 de maio de 2013
Novo Maracanã
Tenho muitas histórias e memórias com o outrora "Maior do Mundo". Além do presencial, tenho seguramente mais de 500 jogos no Estádio, ele tem a minha memória afetiva.
Pedra do Antigo Maraca, retirada em 2010.
Apenas de jogos: Lembro do meu primeiro Fla-Flu. Lembro do meu primeiro jogo de Brasileiro. Fora a imagem da primeira vista do Campo, seja pela abertura do elevador das Cadeiras/Tribuna, ou de entrar andando pela arquibancada. Lembro de ver Brasil perdendo, lembro do título da Copa América em 1989, da Classificação para Copa de 94, fora a alegria de vitórias e a tristeza de derrotas. Como é preciso para o esporte ser interessante. O esporte só vale com a dor da derrota e o júbilo da vitória. O resto é frescobol na praia.
Rotina profissional, pude organizar um Campeonato no Estádio. Ter Camarote no mundo adulto e Cadeira na infância. Ter ido em todos os locais, da Tribuna de Honra a Geral(um espaço mágico que não combina com o mundo moderno, que pena). Fora campo, sala de imprensa, vestiário, local de serviço...Ali eu conheci cada canto. Até a marquise.
De chegar no Maraca, as vezes na hora do almoço, depois de um quase matinal Arroz de Carreteiro e sair quando todos se foram, lá pelas 21h 30 min, depois da última resenha do rádio.
De jogar bola na geral com os vendedores de mate. De chutar bola para o Taffarel. E fazer o Gol da marca do penalti. Lembro, sem muita saudade, daquela Coca Cola nojenta que o cara colocava com uma máquina presa nas costas no seu copo ou do hot dog da Geneal. Biscoito Globo ultrapassa as fronteiras do Maracanã, ele é um patrimônio completamente carioca.
Ah, sem saudosismo, lembranças..de ir para o Estádio com o Velho Mendes (o avô postiço), de comentar jogos com o João Saldanha na sala de imprensa , (que me chamava de Brizolinha), de ver o Marcello (meu irmão postiço) zoar escrachadamente um comentarista pernóstico...
Exatamente o Maraca é um local que eu tenho minhas memórias afetivas e objetivas. Memória que envolvem mais que jogos, envolvem momentos e sobretudo pessoas.
Pessoas vão desde Avô tricolor, irmão, avô postiço, minha irmã rubro negra e apaixonada pelo futebol (estrela do comercial do Maraca), meus amigos(de todas as torcidas), meus irmãos, minha filha...
Nem vou falar dos ídolos que vi desfilar pelo Maraca. Nem das dores e delícias.
Nem mesmo do prazer de ter patrocinado que Marinho do Bangu colocasse os pés na Calçada da Fama.
Aquele estádio para mim continua incólume na minha memória. Ele ainda está ali. Igualzinho.
No lugar dele construíram um estádio maravilhoso. Não. Não é mais o "meu Maraca". Mas o novo estádio está como um dos melhores do Mundo. Falo sem arrogância mas com a experiência de jogos por todos os cantos do planeta.
O novo Maracanã está um Estádio maravilhoso.
Sim. Ele não é mais o "meu Maraca", mas está um Estádio de aplaudir de pé.
Agora, cuidado com a cadeira depois de aplaudir de pé.
Ela é retrátil.
sexta-feira, 19 de abril de 2013
Montevidéu
Antes de tudo, algumas vírgulas sumiram...
A primeira vez que estive no Uruguai, e eu era criança, disse que ele tinha um ar de antigamente, nas vezes seguinte a mesma coisa.
Agora compreendi a nostalgia que via em Montevidéu, perdão, Montevideo, assim como gosto de escrever "Uruguay", com "Y" em que pese a inexistência do "Y" em nosso idioma de Camões e Machado de Assis. (Assim como gosto de escrever Singapura com "S" mesmo sabendo que o correto é com "C".(Licenças poéticas não fonéticas.)
Pessoas são mais calmas, eu diria tranquilas, o tempo parece passar mais devagar, todos andam com suas garrafas de mate , digo chimarrão, ou fumando um baseado nas ruas , sim aqui é permitido como em Amsterdam.
Vejo "Montevideo" com um pouco do Rio de Janeiro de minha infância, do Brasil antes do nosso momento de "novorriquismo", um pouco dos Jardins em São Paulo da minha época de criança. Um pouco de Madrid anos 80. Algo que um dia tive, ou tivemos, e não mais temos. Como a inocência perdida. Não é mera nostalgia, é delicioso.
Dizem que o Tango nasceu aqui, se é verdade pura e simples, não sei. Mas, "La Cumparsita" é uruguaia. Assim como o alfajor. Assim como, talvez, Carlos Gardel. Que pode ser francês ou uruguaio. Quem sabe argentino.
Bem, o Uruguai tem o tango e o alfajor, o melhor da Argentina sem Maradona e Messi. Um pouco de Brasil. Tem "Santerias" , uma influência musical africana e Carnaval. Um País com a população da Zona Norte carioca tem um pouco de coisas boas dos Vizinhos "grandes", Brasil e Argentina.
Chamam um rio de oceano, de Mar, pouco importa. O "rambling" é quase tão agradável quanto andar pela Orla do Rio. Quase. Pocitos, uma delícia, me parece ser um local agradável de se viver.
Quem diz que "não tem nada para fazer em Montevidéu, está enganado. Ou não tem sensibilidade. Ou não soube procurar. Claro, não tem a quantidade de opções turísticas que o Brasil tem. Maldade qualquer comparação. O Brasil é praticamente completo em todas as possibilidades turísticas. E tem o tamanho de um Continente.
O "Uruguay", apesar do "Maracanazo", é extremamente amável e simpático. Assim como o seu Presidente. Que figuraça o Mujica, tem o nome parecido com nosso Zé do Caixão, fisicamente lembra o comedidante Mazzaraopi, mas uma visão social muito além da social democracia globalizante e sem flerte com o populismo.
Um País que 10% da população visita o Brasil por ano. Isto mesmo. Que tem carros antigos, antigos e não apenas velhos, circulando pelas ruas. Quase que no estilo "cubano".
Uma cidade, uma capital, com um jeito lento e calmo, que parece pouco povoada, pouco adensada e isto a faz ser bem agradável.
Uma cidade, uma capital, com um jeito lento e calmo, que parece pouco povoada, pouco adensada e isto a faz ser bem agradável.
Enfim, como uma observação, que não é minha, mas de amigos que estavam comigo, um resumo : Montevidéu é "vintage".
E isto é maravilhoso.
E isto é maravilhoso.
Alguns carros que vi em meia hora na rua.
quinta-feira, 28 de março de 2013
Imagem do Brasil no Mundo
Em breve apresentarei um painel mundial de pesquisa com formadores de opinião sobre a imagem do Rio de Janeiro e do Brasil. Neste ano de inquietante agenda de malas pelo mundo, um trabalho gratificante. E a certeza de que estamos saindo do local meramente exótico para um País moderno e ator no cenário global. A imagem , a percepção e a realidade.
Um exemplo, olhem o chá, da sempre "up to date", David´s Tea, que cria uma nova forma para beber chás e infusões, sabor : Brazillionaire....
Parece que lá fora nossa imagem é melhor que com nós mesmos.
Estamos na esquina do Mundo. Vale notar e aproveitar o momento.
Brazilionaire.
Have
you heard tales of the wealthy Brazilian eccentric? According to local stories,
he was completely obsessed with Brazil nuts, the source of his fortune. He
insisted on having them in every meal – even his afternoon tea! Was it needless
decadence, or a stroke of genius? You’ll have to taste it yourself to decide.
This fabulously opulent blend combines black tea with whole Brazil nuts,
raisins and coconut. Trust us – it tastes like a million bucks.
http://www.davidstea.com/brazillionaire?&TF=9D4F560478B9&DEID=
Um exemplo, olhem o chá, da sempre "up to date", David´s Tea, que cria uma nova forma para beber chás e infusões, sabor : Brazillionaire....
Parece que lá fora nossa imagem é melhor que com nós mesmos.
Estamos na esquina do Mundo. Vale notar e aproveitar o momento.
Brazilionaire.
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sábado, 16 de março de 2013
Lembranças, infância
Um dos locais que mais me sinto carioca de alma, Paineiras. Aprendi a gostar de lá com meu pai e meu irmão. Lembro até de quando a Seleção Brasileira de futebol se hospedava no hotel que lá existia. Lembrei da trilha musical, no toca fita Road Star, da Alfa Romeo dourada do meu irmão que me levava até lá.
segunda-feira, 11 de março de 2013
quarta-feira, 6 de março de 2013
Chavez
Chavez não era "de esquerda". Assim como Lula sempre foi um sindicalista. Mas ambos sempre tiveram uma enorme visão social. Talvez não tenham tido tempo para ler o mínimo de leitura "de esquerda" nos tempos de faculdade.
No futuro próximo, quando olharmos as orquestras sinfônicas pelo mundo, veremos um exército de músicos chineses e venezuelanos. Países que investem pesado na formação destes jovens talentos.
Peguei o exemplo da música erudita para que o pessoal do retardo social, a turma que não gosta de avanços e de distribuição de renda, compreender que visão social não é coquetel beneficente. É ação de fato.
Apesar de preferir o Chapolin ao Chavez, sejamos sinceros, o mundo perde a verve tosca e a sinceridade pragmática. E alguém que batia um tambor diferente. Que buscava uma visão social além do bom mocismo fake de direita travestido de modernidade.
E Chavez sempre foi eleito com voto popular, embora isto faça gemer a direita afetada. A mesma que critica a Venezuela e se silencia diante da China.
Deliciosamente ver o mesmo, ao ser entrevistado por um jornalista inglês, responder ao mesmo : "Você está completamente mal informado. Você não sabe de nada..." e em seguida emendar sua explicação.
Valeu, Chavez. Pessoas como você e o "Velho Briza" fazem falta neste mundo cada dia mais pasteurizado e mais adestrado em "media training". Cada dia mais chato. Mais igual. Mais sem coragem. Sin cojones.
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domingo, 17 de fevereiro de 2013
Celebridades e talentos
Eu não compreendo muito este super mega culto a personalidade. Não vemos mais os jogadores de futebol como ídolos do esporte. Eles vão mais para as páginas sobre barracos, bebedeiras e salários que pela bola. Nós queremos ver isto? Eu pessoalmente não. Com artistas a mesma coisa. Os virais mais fortes são os barracos, os deslizes, ou seja, não os vemos mais como artistas. Como mitos. Os vemos como celebridades. E talvez desta forma a proximdade excessiva, quase constrangedora como uma celebridade que exibiu em seu programa o exame ginecológico da família e uma colonoscopia do pai. Meu Deus, o que é isto?
Bem, de ídolos. Eu tive poucos. Pouquíssimos. Algumas preferências, mas ídolos poucos. Na guitarra, que me perdoem todos os meus guitarristas de rock ou gênios do jazz, eu adorava o Robert Cray. Achava que ele fazia o simples, fantástico. Não confessava, afinal ele era pop demais.
Fui ao show. Moleque impertinente. Entrei no camarim. E pós show. Estava ali. Eu e ele. Bebi uma Pepsi. Lembro bem. E me achando entre amigos e "me achando". Me oferecem uma guitarra. Eu na cara de pau coloco numa distorção perdida, pedalzinho laranja. Perfeito. E toco o único "riff" que sabia tocar, mas por ter colocado a distorção, os caras acharam estranho, talvez legal, pela "cara de pau" do moleque. Depois de algumas fotos, Robert Cray me dá a palheta dele. Agradeci. Estava extasiado. Mas, voltando pra casa, pensei "Ele é próximo demais para ser ídolo." Era esta a diferença, no passado os ídolos estavam distantes, hoje super expostos, exibem a sua vida, não mais a arte que apenas esperávamos.
Bem, de ídolos. Eu tive poucos. Pouquíssimos. Algumas preferências, mas ídolos poucos. Na guitarra, que me perdoem todos os meus guitarristas de rock ou gênios do jazz, eu adorava o Robert Cray. Achava que ele fazia o simples, fantástico. Não confessava, afinal ele era pop demais.
Fui ao show. Moleque impertinente. Entrei no camarim. E pós show. Estava ali. Eu e ele. Bebi uma Pepsi. Lembro bem. E me achando entre amigos e "me achando". Me oferecem uma guitarra. Eu na cara de pau coloco numa distorção perdida, pedalzinho laranja. Perfeito. E toco o único "riff" que sabia tocar, mas por ter colocado a distorção, os caras acharam estranho, talvez legal, pela "cara de pau" do moleque. Depois de algumas fotos, Robert Cray me dá a palheta dele. Agradeci. Estava extasiado. Mas, voltando pra casa, pensei "Ele é próximo demais para ser ídolo." Era esta a diferença, no passado os ídolos estavam distantes, hoje super expostos, exibem a sua vida, não mais a arte que apenas esperávamos.
sábado, 16 de fevereiro de 2013
Madri hoje
Frequento Madrid desde os anos 80. Quando ela era, para alguns europeus, algo fora da Europa. Vi sua alegria do Euro. E agora a vejo triste como na época "pre Euro", "pre Schengen"...porém maravilhosamente decadente. E como a vida é feita de ciclos, ficamos no aguardo.
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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
Real Madrid e Barcelona
Após o trabalho de oito até as oito, uma ida ao Maracanã, digo Bernabeu.
Toda vez que entro no Bernabeu me vem a imagem da Seleção de 82. Onde eu esperava encontra-la. Lembro até do Balão que subia com o Colombia 86. E a Seleção Brasileira de Falcão, Zico e Socrates, ficou no meio do caminho, assim como a Copa Colombia 86, que foi Mexico 86.
Madrid está triste como eu nunca a vi. A crise é bem sentida na Espanha e sobretudo no orgulho de grande nação. Ferida.
O metrô custa um euro e cinquenta, praticamente o mesmo preço que o metrô do Rio de Janeiro. Onde ganhamos em Real.
O jogo. Bem, todo jogo na Europa, até entre times populares, os estádios se tornam cada dia que passa um espetáculo mais elitista, talvez exceto na Alemanha onde o ingresso é bizarramente barato. Mas ingressos, equivalentes as nossas cadeiras, entre 85 e 140 Euros. E dentro do Estádio, que falta faz a nossa "Torcida". Um espetáculo a parte. Que vejam um Fla- Flu e depois me falem.
Europeu chega na hora do jogo. Claro. Seu lugar está marcado e respeitado. E a torcida do Real Madrid aguarda até o início do jogo para entrar completa. Parece um hábito da torcida tricolor carioca que sempre tem tempo para um último choppinho antes do jogo.
Jogadores se aquecendo ao som de música pop, de Queen, de música erudita, bem, fica um espetáculo meio patético, pois parecem estar numa coreografia fora do tempo. Um ballet desajustado.
Antes gols memorávies para a torcida do Real. E o Vasco da Gama devidamente homenageado. O gol de Raul, naquela final em Tóquio, passou umas quatro vezes. Dá-lhe Vascão. Vice Mundial não é para qualquer um.
Ligada calefação. Ainda bem que uso um casaco e camiseta. Pois estava no calor de Moça Bonita. Não entendia os casacos. Ali dentro estava mais quente que Moça Bonita as quatro da tarde com horário de Verão. Me senti fazendo bronzeamento artificial.
Que grama. Que contraste de uniformes.
Na chamada dos jogadores, o marrento Mourinho, ainda que não seja unanimidade, disparado o mais aplaudido. Sempre acho que algo está errado quando o mais aplaudido é o técnico ou o DJ.
O jogo em si foi como todo jogo contra o Barcelona. Eles rodam a bola. Os baixinhos do Barcelona caem. Juiz marca falta. Messi desequilibra. O Real Madrid com um bando de jogadores que seriam recusados na Série B do Paulistão. Cristiano Ronaldo se futebol fosse um esporte individual seria um dos maiores de todos os tempos. E o resultado um empate. Um a um.
Depois um "barraco" uma confusão. O bom garoto e gênio da bola Messi teria cuspido em Arbeloa. Não sei o que Arbeloa fez em campo com Messi, mas se eu fosse torcedor do Real Madrid, também teria tido esta vontade.
A foto que ilustra este post é do Atlético de Madrid. Meu time por razões óbvias. Primeira: igual a camisa do meu Bangu. Segunda: Foi o primeiro uniforme da AAFC - Associação Atlética Flexa Carioca. Terceiro: a obviedade dos times óbvios é chata demais.
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terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
É Carnaval
Quatro dias de Avenida. Desfiles.
Alegria alcoolica de um ônibus de anônimos felizes.
Para mim, cravo e canela. Sabores e cores.
Café.
Alegria?
Então para mim hoje é Natal.
E viva um iPod esquizóide.
Bela surpresa.
Ouço música de Natal o ano inteiro.
Assim é sempre dezembro na minha vida.
Feliz Natal.
Alegria alcoolica de um ônibus de anônimos felizes.
Para mim, cravo e canela. Sabores e cores.
Café.
Alegria?
Então para mim hoje é Natal.
E viva um iPod esquizóide.
Bela surpresa.
Ouço música de Natal o ano inteiro.
Assim é sempre dezembro na minha vida.
Feliz Natal.
Bateria da Beija-Flor
Mangueira exibindo o Mato Grosso e Copa do Mundo
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sábado, 19 de janeiro de 2013
Sábado matinal
Ideal para começar o sábado. Ao ar livre. Independente do clima lá fora. Quente ou frio, vale o ar da rua.
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
Vinhas da Ira? Ou Oliveiras da Vaidade?
Em geral acreditamos que os Países defendem suas uvas com o ardor da paixão. Negativo. A verdadeira paixão de um povo é o seu azeite. Sua Oliva. Sua oliveira. Exemplo: pegue um grego, um italiano, um espanhol e um português. Pergunte a cada um deles qual o melhor azeite...
Some people believe that grapes are "the true pride of a country" actually are the olives. Ask a Portuguese, Italian, Spanish or Greek what is the best olive oil...
Some people believe that grapes are "the true pride of a country" actually are the olives. Ask a Portuguese, Italian, Spanish or Greek what is the best olive oil...
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quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
Setor de Feiras e os novos paradigmas
"Certos ódios honram mais que a solidariedade." Alvaro Lins
Eu não entro no mérito se o jornalista Claudio Humberto foi usado como "boca de aluguel" ou acredita no que escreveu. Mas como homem de marketing digo: insano. O Mundo vem mudando. O segmento de Feiras, em todos os setores no Mundo, se repensa. Após a chegada diversos adventos tecnológicos de informação e a ampliação da plataforma de usuários finais com acesso a internet, temos um novo mundo. E a Embratur, com um trabalho vigoroso e virtuoso, procura o caminho certo deste Mundo Novo.
Não é "puxa saquismo" com a gestão Presidente da Embratur, Flavio Dino. Nem corporativismo. Nem alinhamento partidário ou político. Mas uma defesa coerente de quem pensa exatamente desta forma. É a coerência e o marketing que me fazem abrir este espaço.
Quanto ao que o Claudio Humberto disse, bem, o histórico do jornalista fala por si só. Mas querer antecipar um processo eleitoral atacando sem coerência um trabalho sério, não parece um ataque inteligente. Só aglutina mais em torno do nome do Flavio Dino.
Resposta de Flavio Dino ao Claudio Humberto:
“A EMBRATUR não diminuiu a presença do Brasil no mundo. Ao contrário, aumentamos o número de notícias, de ações e de eventos. Em 2012 realizamos uma atividade internacional POR DIA útil, atingindo todos os mercados prioritários. Prova da eficiência dessas ações está no fato de que em 2012 obtivemos os melhores números do turismo internacional da nossa história, no tocante aos 3 indicadores mais importantes: ingresso de turistas; ingresso de divisas e realização de eventos internacionais
Sobre a participação em feiras internacionais – um dos instrumentos de ação dos órgãos de promoção turística internacional – reduziremos em 2013 a presença em alguns eventos de baixa produtividade para priorizar eventos próprios do Brasil, a exemplo dos seminários GOAL TO BRASIL e das atividades que realizaremos na Copa das Confederações e na Jornada Mundial da Juventude. Algumas feiras internacionais perderam a importância que tiveram outrora, por mudanças de mercado e pelo crescente uso da internet. Vários países têm revisto sua participação em feiras, como França e Chile, entre outros.
Uma gestão eficiente e responsável não pode se manter presa aos paradigmas do passado, desperdiçando recursos públicos, apenas para agradar algumas poucas empresas.
Em 2013 vamos superar os recordes de 2012, confirmando a trajetória virtuosa do turismo no Brasil.
Sobre inverdades e agressões veiculadas em comentários derivados da cena eleitoral maranhense, prefiro nada dizer. Os fatos falam por si. No momento próprio, ou seja na campanha eleitoral de 2014, faremos os debates necessários, quando apresentarei indicadores do meu desempenho de funções nos TRÊS PODERES, em mais de 20 anos como servidor público”.
domingo, 6 de janeiro de 2013
Publicidade e futebol
A publicidade e o futebol, como o Rock ou os quadrinhos, fazem parte da cultura pop. Pensei nos filmes publicitários com futebol que mais gosto. Dispensei as super produções e fiquei com os que remetem a um Brasil que sabia jogar bola, em especial ao som de "Mas que nada" e o melhor de todos os tempos. O da Adidas. Do "Jose + 10". A turma criou como a cabeça de um moleque que sabe bem o que é amar o futebol. E viajar com o futebol como se viaja quando se está na infância e o futebol parece ser quase tudo que existe no mundo.
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