sábado, 28 de maio de 2011

3 Boas sugestões para quem tem medo de praia com chuva e frio

3 exposições altamente recomendadas na Cidade e que pode ser um bom programa para este fim de semana. Frio no Rio não precisa se resumir a comer fondue e tirar o casaco com cheiro de naftalina do armário.

O estranho é que boa parte dos cariocas quando viaja curte uma ida ao MoMA, mas ignora boas exposições em nossa Cidade. Um provincianismo elitista idiota que aos poucos vai acabando.

Das 3, duas eu já estive. Falta ainda a do CCBB que irei com minha filha.


As recomendações:
Veragara no Parque Lage. LIBERDADE.

Saul Steinberg no Moreira Sales.

Mariko Mori. Esta fica até o dia 10 de Julho, ainda não vi, no CCBB. Mas gosto do trabalho da artista que por vezes parece uma Rainha dos Nerds artísticos, com um pop de fácil leitura e bem executado.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

O Politicamente Correto além de hipócrita também é reaça


O texto que circulou pela net, de autoria do Marcelo Rubens Paiva, é de uma boçalidade sem tamanho. Desculpem, mas foi a palavra que melhor traduz.
Confunde ser Correto, ético, justo e coerente com o ser “politicamente correto”, que é a versão hipócrita do correto, do ético e do justo.
Quanto mais se defende o politicamente correto, mais se cria a chance do recrudescimento dos preconceitos por parte dos idiotas inflamados. Pois mais que criar uma coerção natural da sociedade contra as práticas discriminatórias, tenta resolver por decreto. Por proibição.
Eu não avanço sinal. Não páro na calçada. Ajudo pessoas a atravessarem a rua. Separo o lixo para reciclagem. Se vejo uma injustiça seja com um negro, pobre, idoso, criança, deficiente, homosexual, ou com qualquer pessoa que não esteja nestas titulações que na teoria devemos defender, ou até mesmo contra um animal indefeso-vou comprar o barulho como se fosse comigo. Não por estar na lei escrita que libera ou proíbe. Mas contra a natureza do “ser correto”. E chegar , se for o caso, as vias de fato. Mas não vou deixar de contar a piada. Seja com o homosexual, o negro, o pobre, o judeu, o português, o alemão…O pensamento não pode ter censura. Pelo contrário. Pode estar ali contida a catarse que faz a sociedade normalizar e cair os preconceitos no andar da carruagem. O Preconceito é uma coisa odiosa que deve ser banido. Mas não por decreto e sim por consciência. Pela alma.
Não acho que seja homofobia falar para alguém “Pára de bichisse!” ou Preconceito racial dizer para um amigo exibindo seu carro novo “Putz, cara carrro vermelho, tu é crioulo mesmo, hein?”. Para mim não existe raça amarela, preta ou branca, para mim é tudo Raça Humana. E opção sexual eu quero ter o direito a “zoar” meu amigo seja pela sua opção sexual, pela sua opção de time de futebol, pela sua opção política, seja pelo seu hábito de se vestir sempre de verde, de branco ou amarelo.
Quando a piada e a brincadeira são uma pista de mão dupla, (você zoa e dá o direito a ser zoado), é quase que um contrato das normas do bem-viver. Assim eu brinco com uma amiga por ser vascaína, gostar da Cássia Eller ou ser judia e dou a chance a ela me zoar por comer chocolate todos os dias, ser torcedor de um time que não está na Primeira Divisão do Futebol, ou só me vestir de roupas pretas.
Humor, seja politicamente correto ou incorreto, tem que ser inteligente ou ter graça. Se não, não serve. Mais um sofisma. Confundem inteligência ou burrice com politicamente correto e politicamente incorreto. Dizer para o autor do texto “Pô, Alê, mandou mal” não seria nem politicamente incorreto ou politicamente correto. Seria ofensivo, mal educado, estúpido e burro. E sem graça. Mas Marcelo Rubens Paiva, que eu sempre admirei, ah, mandou muito mal. Quem concordou com seu texto na verdade espelha a vizinha de Higienópolis. Quer banir o pensamento livre. Aliás segundo o autor, o pensamento diferenciado deve ser banido. Igualzinho o pensamento da psicóloga de Higienópolis. Os verdadeiros preconceituosos travestidos de moderninhos e politicamente corretos.
Vamos banir o preconceito. Mas vamos deixar o pensamento e a piada livres. E aos humoristas, por favor, que a piada tenha graça. Ao autor, bem…Feliz ano, velho.


Crédito Foto: Galeria The unnamed

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Lost in Supermarket

Pedalada noturna. Depois o raro sabor da cerveja. Gosto de molecagem. No mercado, totalmente "yorker". Cinco chassídicos. Um árabe de traços e tratos. Alguns hispânicos. Pelo sotaque eram centro americanos, talvez mexicanos, hondurenhos, panamenhos...Com certeza centro-americanos mastigando suas línguas ao falarem o espanhol. Um alguém com turbante hindu, sikih, ou com perdão da ignorância generalista, algo da Índia. E no caixa, um senhor com sotaque alemão, que muito parecia meu pai, se ele estivesse envelhecido até esta data. Inclusive no hábito completo do terno.
Saí num vôo direto entre esta Nova Iorque virtual, que habita nesta, cada dia mais louca e multicultural Copacabana, para o mundo real em verde e amarelo, quando li a manchete da revista Conta Mais: "Roberto Carlos se inspira em Lady Gaga".
E não é uma revista de humor. Não é o site, "O Sensacionalista".

Dilma merece o seu apoio

Dilma é uma "estranha" ao Partido dos Trabalhadores. Uma estranha que podia ser ruim de voto, mas vem conquistando seu espaço. Com postura e pelo trabalho. A Presidenta vem aos poucos colocando sua marca. E a marca parece ser positiva. Parece ser de um Brasil moderno que se deseja. Um Brasil da meritocracia, da justiça social e do desenvolvimento.

Em todas as avaliações que pude checar, a Presidenta vem num crescente de popularidade. Mantendo o eleitorado do grotão popularesco e conquistando a classe média e formadores de opinião. Fazendo um quadro comparativo, a popularidade de Dilma vinha sendo superior a de Lula e FHC no mesmo período. E por ser um "produto" menos caricato e menos pernóstico que ambos, acaba tendo um espaço de fato e não com bravatas, personalismo, factóides ou "marketadas". Um tipo de liderança que o Brasil em sua recém democracia não havia conhecido.

Seria realmente leviano acreditar que o "Lulismo" , não no culto `a pessoa, mas sim no entorno e grupo de poder não pensasse em algo para "baixar a bola" da Presidenta. São interesses e diversas correntes.

E a oposição? Bem a oposição, a nau sem rumo, esta vai aproveitar qualquer espaço. Da mesma forma irresponsável que na década de 90 ela acusava o PT de fazer.

Neste jogo, de projeto de poder, quem perde é o Brasil. São os avanços que perdemos.

Quem ganha com a fragilização de Dilma? Os de sempre. Os que negociam cargos. Os que fazem a política no varejo e sem pensar no Brasil. Sem ter um projeto de País. Apenas um projeto de poder pessoal, divorciados do Brasil de fato e da sociedade. Uma classe política que pensa em si. O único plano é jogar por si mesma, mesmo que seja contra o País. E contra você.

Está na hora da Sociedade apoiar a Presidenta Dilma. Uma liderança que é avessa aos exageros de marketing, que cobra ata de reunião e tem coragem de dizer "Não" para a classe política. Querem fragiliza-la. E isto não é bom para ninguém. Só para esta gente de alma pequena. Se você não espera uma boquinha, acredite, é melhor para você e para o Brasil apoiar a Presidenta.










Rio - Speechless

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Cagarras

Para algumas pessoas são Ilhas, para mim são lembranças paternas.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Hai Cai sem jeito


Passou por mim na Ciclovia/Dúvida quem era/Deus ou Jerry Garcia

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Similaridades

Copacabana-Rossio. Lisboa-Rio de Janeiro. Ou vice e versa.


Copacabana,sábado11:40
Rossio,segunda 15:30

domingo, 22 de maio de 2011

Discos e CDs









Não se trata de saudosismo ou nostalgia. Sempre que nos referimos aos nossos hábitos fora de moda ou eixo, parece que é nostalgia. Nem sempre. Eu gosto de comprar CDs e DVDs. Mania de velho. Nada contra baixar músicas na loja do Itunes, que faço, mas tenho um que de sensorial ou materialista.


A pequena CopaDisco e a Modern Sound, que ao lado da Bilboard eram janelas como viajar para Londres todo fim de semana. Tempos pré internet. Pré webhits. Em homenagem aos CDs e DVDs e Discos, Os Mulheres Negras cantando em Durval Discos. Um daqueles bons filmes nacionais que nasceram com vocação de Cult Movie, a ser descoberto pelos jovens de 2030.


Baú da mais profunda infância

E lembranças dos sons de infância se fazem presentes.
"Cá estou carente."
Do fundo da memória de infância.
A música dos adultos.
Tempo de ver o mundo por cima das árvores.






Praia fora do Verão


Eu adoro a Praia, a Orla e o Mar fora do Verão.
Amo o Rio no Outono e Inverno.
Aliás, amo mais.

Mas claro que sei que o Outono e o Inverno no Rio nada mais são que disfarces do próprio Verão. Como se quisesse fugir de paparazi. O Verão nunca sai desta Cidade. É seu signo.

Esta época do Rio, eu amo mais.

sábado, 21 de maio de 2011

Ramones

Depois do post da Banda Mais Bonita da Cidade, precisei de um som bom de verdade. Quer dizer, que eu gosto de ouvir. Ramones bem executado é Mozart. Infeliz de quem não gosta. É clichet. Mas é verdade. Esta versão é para ouvir alto e com fones.

Neo-hippie, nerds, indie e piolhos



Eu realmente detesto este clima neo-hippie piolhento e conformado. Sou Rock and Roll. E detesto jovem conformado. Gordinhos ou barbudinhos com som de nerd. Aquele estilo "sou mané e sou feliz" do Los Hermanos e do Rubinho Barrichello.


Minha primeira reação ao ouvir/ver o clip da Banda Mais Bonita da Cidade foi destilar meu radicalismo, "Putz, Los Hermanos deixaram lêndeas dos piolhos." Logo na abertura desafinada com um zé ruelinha cantando.


Resolvi ouvir uma outra vez sem preconceitos. E vi que a música é um chiclete de ouvido. Um clip super bem resolvido. Que merece elogio. Um clima bem legal. Claro, desde que eu não tivesse que estar naquela casa do clip cercado de nerds que vão começar a jogar RPG a qualquer momento.


O mérito deles? De tentar fazer algo misturado de referências, no clima indie. De cantiga de roda. Enfim, não iria ou irei a um show deles. Mas bem menos pior do que parece. Bem mais agradável e menos pernóstico que os piolhos do Marcelo Camelo e Cia que deram origem a estas lêndeas. E o clip é um hit que caminha para Um milhão de visualizações no youtube. Apesar do nome da Banda contrariar o que se exibe, só tem gente gente feia, fora de forma e sem estilo na "Banda mais bonita da Cidade", eles merecem o destaque que estão tendo como webhit. Parabéns para a Banda Mais Bonita da Cidade, pela Oração.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Pesquisa Qualidade de Vida

Falando hoje com o Boechat na BandNews abordamos a pesquisa realizada nos dias 17 e 18 sobre Qualidade de Vida e a chegada de grandes eventos como Copa do Mundo e Jogos Olímpicos. Eu, que não sou um otimista de plantão, me coloco como parte daqueles que acredita que estes dois eventos podem trazer mais qualidade de vida para a Cidade.

E sempre importante notar como o trânsito vem aparecendo cada dia que passa mais na "cesta básica de reclamações da população". Trata-se de um problema que deve ser debatido na próxima eleição municipal. As perguntas foram focadas em "problemas urbanos" e não em grandes questões.

Dentre estas alternativas, qual o Sr(a) considera como aquela que mais tira a sua Qualidade de Vida?
O Trânsito engarrafado 32%
Ruas mal iluminadas 16%
Calçadas mal cuidadas 12%
A Sujeira da Cidade 08%
Ruas e Avenidas esburacadas 07%
Flanelinha 06%
Poluição Sonora 05%
Camelô na Rua 04%
Placas Mal Sinalizadas 03%
NS/NQO 07%


O Sr(a) acredita que com os Jogos Olímpicos de 2016 e com a Copa os problemas citados acima que tiram sua Qualidade de Vida serão resolvidos?
(Qual destas frases resume melhor a sua opinião)
Não sei se vai resolver, mas Vai melhorar minha Qualidade de Vida. 26%
Se não resolver desta vez, nunca mais. 21%
Só durante o evento que vai melhorar. 19%
Não vai resolver nada 10%
Eu acredito que vai resolver, com certeza. 09%
Não sei se vai resolver, mas Vai piorar minha Qualidade de Vida. 06%
NS/NQO 09%




Como se trata de uma pergunta "indireta" traçamos os seguintes perfis em função das respostas:
Otimista 35%
Crítico Observador 21%
Desconfiado 19%
Apocalipticos 16%


Sobre esta frase:
"Se está assim agora, eu quero ver é quando tiver as Olimpíadas/Copa"
O Sr(a) já usou ou ouviu alguém usar?
SIM 74%
NÃO 17%
NS/NQO 09%

O dorso feminino


Uma pergunta que julguei mal respondida. (Nem sabia se era para mim ou erro). E elaborei um raciocínio que me levou até infância/adolescência. Minha predileção pelo dorso feminino. O que de mais lindo existe na figura do corpo humano. Lembrei das obras de dois pintores os quais muito gosto. Egon Schiele (que coloco numa trindade pessoal ao lado de Chagall e Paul Klee) e Degas, que foi tão presente nestes meus momentos "quinzeanistas"(ou seriam onanistas?).

O dorso. Bunda é apenas um detalhe, talvez o resumo. A parte mais visível. Mais notória. Porém o dorso é muito mais que isto: vai da nuca aos calcanhares. Como se pudesse escrever a anatomia feminina da forma que eu bem entendo. Que eu bem gosto. E isto fosse lei. É para mim. E basta.

O dorso é tão puro e casto quanto sedutor e convidativo. Adoro contradições. Talvez seja a falta de expressão facial, onde lemos as máscaras e personagens, mas confesso que o dorso é lindo. De escrever, desenhar, pintar, admirar e aproveitar.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Estádio Municipal de Braga

Estádios de Futebol


Tenho uns 1000 jogos de futebol. O que não é pouca coisa. Começa na infância no Maracanã e passa por estádios como o da Portuguesa, da Rua Bariri, Conselheiro Galvão e vai do Olímpico ao Curuzu. Depois chega aos estádios, alguns que foram já foram ao chão como o Sarriá e o Delle Alpi e os clássicos completamente reformados, como o antigo Wembley, da Luz ou o maravilhoso Olímpico de Berlim.


Fato: se vê o jogo muito bem em diversos estádios modernos. O Alvallade do Sporting, por exemplo é ótimo. Parece muito com seu irmão gêmeo na Holanda. Ou seja os estádios hoje parecem seguir um padrão de conforto muito similar. Os estádios na Alemanha são muito agradáveis. Na Itália, nem todos. Mas os da Alemanha são realmente agradáveis. E curiosamente aonde o ingresso percentualmente é um dos mais baixos na Europa.




Agora, se existe um Estádio que merece nossa reverência e referência é o Estádio Municipal de Braga. O popular "Da Pedreira". Fizeram uma obra genial. A autoria é de Eduardo Souto de Moura, ganhador do Prêmio Pritzker em 2011. (Gehry, Niemeyer e Pei também ganharam) Quando estive por lá, vendo um jogo entre Dinamarca e Bulgária, que não me lembro do placar final, lembro que foi vitória da Dinamarca, eu fiquei tão maravilhado com o estádio que fiquei perambulando pelo mesmo. Uma obra de arte. Se em campo o futebol não me empolgava, o estádio era lindo. Sem arquibancadas atrás dos gols, apenas nas laterais. Encravado no meio da rocha. Não precisa ser estudante de arquitetura, amante das artes ou do futebol. O estádio é lindo. Inusitado. Capacidade, sem pesquisar na net, mas anotei na época que era para umas 30 mil pessoas.


E o Sporting Braga, time com a alcunha dos "Guerreiros do Minho" chega a uma final de Torneio Continental. E contra o Porto. Dragões e Guerreiros duelando no Reino Unido. É Portugal com seu passado celta se fazendo presente. Que vença o melhor.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Outono Carioca

Vago nas pedras desertas do Arpoador.

sábado, 14 de maio de 2011

Cinza combina com verde

E a Cidade estava assim.
Meio cinza de Berlin.
Meio verde daqui.

Madredeus em BG,
eu quero,
queria,
Win Wenders,
filmaria.



Cinza combina bem demais com verde. E o Rio fica lindo assim. Arpoador, `as 16h 28min.

Não basta ser pai, tem que participar

Miley Cyrus se veste como Madonna, tem o Cabelo da Janis Joplin e o corpinho da Courtney Love. Se não está tão bonita como menina-mulher como na época que era menina-menina, ela mostra alguma personalidade. Não tem cintura, nem presença de palco. E por enquanto não precisa. Tem bochechas e controle absoluto da platéia, que difere de presença de palco. Tem muito carisma e algum talento. Ao menos cantou Nirvana e Joan Jett. E cada vez que uma ídolo teen toca Kurt Cobain, eu penso que é educativo. Ajuda a afastar uma geração da música baiana, sertanejo universitário e outras coisas sem critério. Em resumo : Não foi tão traumático quanto eu pensava que poderia ser.
E Miley Cyrus, por ter consciência que escolheu o caminho mais difícil, ser cantora ao invés de ser atriz, merece sim um elogio. Coragem é algo digno em todos os humanos. Principalmente nos artistas.

Quem merece elogio também é o responsável pelo "som ambiente" do HSBC colocou The Clash e The Jam antes de rolar o show. London Calling e That's Entertainment num show teen? Boa.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Rock in Rio - Falta de respeito, falta de cidadania


A Organização do Rock in Rio usar parte da população incauta e com pouca informação para divulgar o Festival é, com perdão da má palavra, sacanagem.

Ora, disponibilizaram ingressos na internet e em pontos de venda e criaram um tumulto programado nos pontos de venda. Motivos? Divulgar o evento. Assim conseguiram mídia gratuita (o evento foi capa de jornal em função das filas), nossa imprensa foi pueril nesta e engoliu a não notícia criada pela organização. Ou seja o evento conseguiu uma Promoção, um Flash Mob e Assessoria de Imprensa gratuita nas costas dos mais afobados e imbecis que se aglomeraram para conseguir ingressos. E aqui a imbecilidade pouco importa se é para ver a Claudia Leitte ou o Mettalica. O público é que foi "idiotta".

Deefesa do Consumidor e Ministério Público poderiam questionar esta prática para "dar cheiro de sucesso" no evento. Se não foi má fé, foi incompetência de alto grau.


segunda-feira, 9 de maio de 2011

Começo de Semana

Tem momentos que minha brasilidade ferve no sangue. Viagens sonoras. Início de semana. Este "Samba Soul" fazendo MPB em Disco eu não conhecia. Conheci hoje.

domingo, 8 de maio de 2011

Piauí

Ok que os jornais do Rio caminham para o lado e por vezes não são tão bons quanto o Estadão. Falo isto com uma ponta de dor, pois sempre vi no Estadão algo conservador. Mas se não produzirmos o melhor jornal do Brasil, sem dúvida no Rio se produz a melhor revista do Brasil. A Piauí. A edição deste mês traz um "ensaio" da artista plástica (e fotógrafa) Claudia Jaguaribe. Imperdível.O homem invadindo, sem pedir licença, a paisagem do Rio de Janeiro.

Madrugada de sábado

A casa inteira dorme. Descansa em paz. Gatas serenas, meninas mulheres serenas e o cão numa calma de canto gregoriano. Serenidade que reina. Sem explicação. Parece que só eu estou acordado a esta hora no Rio de Janeiro. Não sei se é paz e calma externa ou paz interior da insônia. Só me lembro da frase do Truman Capote, que sempre acatei e entendi, embora fingia não prestar atenção pela superficialidade. Mas sei bem. Faz parte. E manter o sorriso. Leve não é superficial.

"When God hands you a gift, He also hands you a whip; and the whip is intendedsolely for self-flagellation"
Truman Capote

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Uma sexta, e o Rio

Bacalhau. Amigos. Vinho. Doces Portugueses. E planos. Nada mais humano que planos e idéias. Eis as coisas que sei amar, idéias. E depois de tudo, uma Coca Cola super gelada no bar da esquina de infância. Na garrafa, é claro. Retrô.

De trilha, saiu do playlist de Natal e entrou um clássico. Engraçado como consigo relacionar e resumir tudo `a Copacabana.

sábado, 30 de abril de 2011

Sábado no Rio


Chocolate e atualizar o blog sentado num café. Acompanhado de, óbvio, café.

Passei na praia que meu pai me ensinou a entoar um coro, de dentro do mar bravo, "A turma da areia é bicha..." mas isto faz tempo. Hoje em dia diriam que é bullying. Ou é homofobia. A nossa sociedade atual vive uma fobia. A fobia da sinceridade. A fobia da leveza.

Mas com esta leveza aprendi que o mar não deve ser temido. Deve ser respeitado.


Aproveito para limpar a memória do telefone, que estava com a foto da nota de 2 Dólares. A nota menos vista dos Estados Unidos. Para alguns quase que a foto do Sasquatch.(Um dos apelidos que tive na infância)



E os olhos intrigantes das paredes do Leblon.

Aproveito cada segundo de Rio de Janeiro.

Chuva

Nem só de "chuva ruim" vive o Rio.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Futebol e Máquina do Tempo


Consegui uma Máquina do Tempo. Fiz uma viagem. Alterei algumas coisas nas histórias das Copas. Fiz o Brasil perder em 94. Mas Romário foi Artilheiro daquela Copa sem graça. Com isto enterramos o "Parreirismo" e seus filhotes como o Felipão e o Muricy.


Na foto "Parreira se desculpa com Branco e com a torcida por jogar de forma tão retrancada"

Em compensação, ganhamos a Copa de 98 com a maior atuação de uma Dupla de Ataque. Romário e Ronaldo tiveram uma atuação de gala em todos os jogos da Copa. Na final emplacamos um 6 a 1 na França com 3 Gols de Romário e 3 Gols de Ronaldo. A França descontou com Zidane.

"Romário e Ronaldo, tiveram uma atuação que a imprensa comparou os dois a Pelé e Garrincha. Foram imbatíveis"




Em 2002 o Brasil foi campeão na Copa da Madrugada. Jogando ofensivamente. Afinal depois da vitória de 98, todo mundo quer jogar ofensivamente. Até quem não sabe tenta.

"Ronaldo com uma atuação exemplar. Diz que ser ofensivo está no DNA do futebol brasileiro"



Já 2006, bem 2006, na Copa da Alemanha, o Brasil, foi um dream team. E passou para a história como uma das melhores equipes já formadas. Ganhou todos os jogos com placares superiores a 3 gols de diferença. Foi a vingança do bom futebol sobre a mediocridade e covardia. Foi uma Hungria 54 e Holanda 74, porém vitoriosos. Ficou o registro, que futebol ofensivo e vistoso vale a pena. Ronaldinho Gaúcho, Kaká e Adriano tiveram uma atuação brilhante.
Considerado por muitos o time de 2006 é chamado da "Equipe do Século"

Nenhuma equipe ou seleção joga mais pelo resultado ou pelo empate. Os patrocinadores passaram a exigir futebol ofensivo dos Clubes patrocinados. Vira cláusula de contrato a exigência pelo futebol ofensivo. O inimaginável aconteceu: futebol ficou ainda mais popular. Até quem não via futebol ficou encantado com os rumos que o bom e velho esporte bretão tomou. Ninguém mais fala de NBA.

Com estas alterações, a carreira do português vitorioso Mourinho, ficou restrita e hoje ele treina o Sporting Braga, obtendo boas vitórias, mas sempre restrito a ser um retranqueiro e não um marqueteiro. Vitorioso, porém não se tem mais espaço para vitorioso e não vistoso. O futebol não quer mais a mediocridade do "resultado". O povo quer gol e espetáculo. E o patrocinador passa a valorizar o que o povo gosta.

sábado, 23 de abril de 2011

Sábado de Aleluia


Nunca entendi muito bem os feriados religiosos. Especialmente - e ainda mais - os feriados de origem Cristã. Ninguém parece estar em sintonia com a religiosidade da data. Ganha, como sempre, o capitalismo, ou melhor, o consumismo, já que com o fim das utopias, ele reina soberano no mundo ocidental.


Pois bem, hoje é Sábado de Aleluia. Dia de "Malhar o Judas". Resolvi me colocar como Judas, na aspiração de eliminar a culpa judaica-cristã que podemos carregar. Parei, pensei e notei. Acendi o charuto e agradeci por um monte de coisas, algumas pessoas. E pedi desculpas por não agradecer a Deus, ao destino ou as pessoas que sempre cruzaram meu caminho. Seja aquelas que ficaram, as breves e até mesmo as que foram efêmeras, Obrigado a vocês. Algumas com mais motivo, outras com menos, mas as que ficam o agradecimento pela paciência. Fato. Sou grato e demonstro.


A trilha?

ATravelling


AZé Ramalho


AStones

domingo, 17 de abril de 2011

Domingos

Gosto menos de domingos que de segundas-feiras. Desde a infância. Futebol aliviava o peso. Começava vendo o Napoli. Praia. Depois um Maraca. Os dias sem Maracanã eram menos felizes. A musiquinha dos Trapalhões lembrava de um modo sádico : "Arrumar a mochila, amanhã é dia de aula". Depois do Fantástico, os Gols (ver na TV os gols que eu vi no Estádio, adorava isto) e Charles Bronson para encerrar. Ou "Chumbo Grosso- Hill Street Blues"Pensando bem os domingos são deliciosos. São apenas lentos e pesados. Só isto.

Pronto, domingo é o sábado que sofreu bullying.







quinta-feira, 14 de abril de 2011

Copacabana

Copacabana é um Universo. A matéria do Jefferson Lessa é excelente. Um apanhado de sugestões e endereços que um conhecedor de Copacabana aplaudiria. Um olhar atento, leve e despretensioso. Logo, delicioso.