Pronto, domingo é o sábado que sofreu bullying.
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domingo, 17 de abril de 2011
Domingos
Gosto menos de domingos que de segundas-feiras. Desde a infância. Futebol aliviava o peso. Começava vendo o Napoli. Praia. Depois um Maraca. Os dias sem Maracanã eram menos felizes. A musiquinha dos Trapalhões lembrava de um modo sádico : "Arrumar a mochila, amanhã é dia de aula". Depois do Fantástico, os Gols (ver na TV os gols que eu vi no Estádio, adorava isto) e Charles Bronson para encerrar. Ou "Chumbo Grosso- Hill Street Blues"Pensando bem os domingos são deliciosos. São apenas lentos e pesados. Só isto.
domingo, 12 de setembro de 2010
Um domingo com cara de Verão
domingo, 25 de julho de 2010
Ritos e Hábitos
Memória involuntária
Cada qual com sua Madeleine. Hoje me peguei, sem nostalgia, apenas lembrança, gostosa lembrança, evocada pelo cheiro do Metrô. Talvez borracha. Talvez freio ou óleo. Num instante, 20 anos se passam. Volto a um interminável Verão na Europa. Não, não é saudosismo não, é viagem mesmo. Tranporte no tempo. Coisa de domingos impagáveis. Memória involuntária, tempo viajando de costas. Remoço. Recomeço. A trilha deste post é tão íntima e pessoal quanto o escrito, apenas menos explícito.
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Leme

O Leme é um canto de praia, uma pedra - que dá o nome ao bairro. Parece uma espécie de Copacabana que parou no tempo. E parece ser protegida por ser um canto. Andava no noticário pelos crimes e balas perdidas. Agora, pela ocupação dos morros pelo BOPE e a chamada polícia pacificadora.
Enfim, após um domingo de andanças, hoje baixei a foto e consegui atualizar o blog.
A foto de domingo que chegou na quarta.
domingo, 15 de março de 2009
Domingos anos 80
Domingos sempre foram dias estranhos. Poderiam ter sol tinindo, mas ainda assim poderiam estar nublados.
Domingos poderiam ser dias de Maracanã, ou de praia cheia. De ir descalço para a praia com a liberdade de um índio de Copacabana.
Domingos poderiam ser dias de harmonia em família, ou de falsidade meramente familiar.
Ah, mas domingos sempre se encerravam com a música dos Trapalhões. Avisava : o dia acabou. Acabou a pausa do fim de semana. Acabou o hedonismo. Chegava o que então era a imensa rotina e responsabilidade. Era hora de arrumar a mala do colégio para segunda-feira. Mas para mim era hora de ficar na ansiedade pelos "Gols do Fantástico".
Nunca uso chinelos ou bermudas aos domingos. Meu protesto.
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domingo, 20 de julho de 2008
Domingo L.A.
Domingos valem posts em primeira pessoa. Me parece elementar. Hoje acordei muito cedo. Nem sei o motivo, mas o ar tava Los Angeles. Talvez a atmosfera de violência explícita na Cidade remeta ao clima noir, porém iluminado. Como a Cidade do cinema.
Cariocamente, L.A., com direito a névoa e sorvete no Leblon, referências.
O trailler de dois filmes, um deles na galeria dos melhores filmes de todos os tempos "L.A. Confidential". O filme é uma aula de roteiro. Quem leu o livro, que tem mais de 500 páginas, vê a melhor adaptação de um livro para a tela grande. Perfeito.
O outro é "Mulholland Drive".
E o video da Sheryl Crown.
É isto.
Cariocamente, L.A., com direito a névoa e sorvete no Leblon, referências.
O trailler de dois filmes, um deles na galeria dos melhores filmes de todos os tempos "L.A. Confidential". O filme é uma aula de roteiro. Quem leu o livro, que tem mais de 500 páginas, vê a melhor adaptação de um livro para a tela grande. Perfeito.
O outro é "Mulholland Drive".
E o video da Sheryl Crown.
É isto.
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