Mostrando postagens com marcador Lisboa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Lisboa. Mostrar todas as postagens

sábado, 17 de novembro de 2012

Clima de Flick 3

Agora deu para limpar a memória do telefone...

lisboa com trilha de fado.
a musa do parque.
andar com fé eu vou.
fado, viela, bacalhau, clichet.



quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Um pouco de Lisboa


Minhas aventuras na República Portuguesa.
Parodiando Miguel Esteves Cardoso.


Em Portugal, respondendo sobre Copa do Mundo. Pessoas ávidas por informações. Up to date em tudo, até na recente ocupação de Manguinhos. Vendo Felipão como um bom garoto propaganda de São Paulo. Num evento irretocável do Turismo de São Paulo, SeCopa, Ministério dos Esportes. Ministério do Turismo e Embratur.
E vendo estes lusitanos tão bem informados do Rio de Janeiro e do Brasil, temos uma certeza de algo muito forte unindo estes dois Países. E lusitanos pessimistas consigo mesmo e aparentemente esperançosos com este novo Brasil. Cientes disto. E nós estávamos lá explicando, falando, exibindo as nossas conquistas, nossos números.

E um pouco mais de visões de Lisboa

Claro que Lisboa é uma delícia por ser nostálgica,
ser do passado
ter um som de fado.

Mas Lisboa é uma delícia por ser moderna. Inventiva. Ah, lusitanos, se vocês conseguissem se ver e se vender como o que são. Lisboa teria a aura de Berlin. No LX Factory, que ambientaação de algo "wannabe nova york", mas deliciosa. E nem falo da pretensa modernidade do Parque das Nações e Estação Oriente. A LX Factory é imperdível. De dar vontade de laborar por lá. Ou de trazer projeto similar para cá.

http://www.lxfactory.com/PT/welcome/

http://www.lxfactory.com/PT/welcome/


E o fado bem relido. Moderno e ao mesmo tempo tradicional. Perfeito. Mariza.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Similaridades

Copacabana-Rossio. Lisboa-Rio de Janeiro. Ou vice e versa.


Copacabana,sábado11:40
Rossio,segunda 15:30

quarta-feira, 23 de março de 2011

Acordar lusitano

Ontem fui dormir com pensamentos lusitanos. Pensei em Açores. Ouvi Madredeus. Acordei acreditando que o Tejo se encontra com as águas da Baía de Guanabara.

No despertar, aparece um bloquinho com o endereço : Rua Castilho, 149.

Bom. Muito bom. Nada mais criterioso que acordar lusitano. Mais criterioso que um germânico. Crítico com tudo. Inclusive consigo mesmo.

Foto com os pés na água para fazer um ângulo diferente. Faz algum sentido.

sábado, 29 de janeiro de 2011

Poeminha Recorrente


É recorrente
quando
contente

estou
Lisboa

quinta-feira, 12 de março de 2009

Maldita Globalização - Bairro Alto, Lisboa


Uma das coisas mais deliciosas, e despretensiosas, de Lisboa era se perder pelo Bairro Alto e, com idas e vindas, bebericar nos bares. Quase que a carioca cultura do "Chopp em Pé". E isto seguia até altas horas da noite, digo madrugada. Nunca acabava. Era assim, deliciosa até para quem bebe pouco como eu.
Ah, mas eis que chega a globalização, o politicamente correto e, como num passe de mágica, os bares agora fecham pontualmente as duas da manhã. Todos.
Uma pena.

A foto do post não se refere ao Bairro Alto, mas sim a Santa Tereza, nosso "Bairro Alto" que andou no noticiário devido a 3 crimes em apenas uma semana. 

Crédito da foto: Henrique Freire

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Alfama e Fado


Em funcão do post anterior, recebi um mail, que ainda não consegui abrir de minha amiga Margarida Ferreira. Fados e Lisboa, presumo.

Margarida é uma pessoa que tenho grande carinho. Além de considerar futebol um assunto sério demais, assim como eu, sabe equilibrar o nosso "marquetês" com a vontade da descoberta das coisas simples e das complexas, mas fundamentalmente, das coisas interessantes. Conjugar modernidade, inovação sem abrir mão de alguns valores fundamentais é um sacerdócio.
Tenho uma gratidão. Foi ela que me "apresentou" Ericeira, que se tornou uma espécie de santuário pessoal nas terras lusitanas. Vou religiosamente toda vez que posso. E me revigoro.
Nos sabores, a certeza realmente de sermos um pouco lusitanos.
O link do blog da Margarida eu postarei aqui em breve.

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Sexta lenta, Sexta deliciosa

Pensei em Lisboa. Pensei em movimentos lentos como um filme do Win Wenders. Somando os dois - o Céu da Mouraria com Madredeus no filme - "Lisbon Story". Viva Lisboa. Viva as sexta-feiras suaves.



segunda-feira, 2 de julho de 2007

Violência assusta Cidade - Um carro roubado por dia em Lisboa


Não é ironia. A manchete de hoje no Diário de Notícias de Lisboa. E é assim que deveríamos estar a pensar no Brasil.

Criamos um hímem complascente com a violência, que não nos surpreendemos mais com furtos, com roubos e até mesmo com a violência física.

-Os assassinatos não vão nem mais para a primeira página.

-Roubos de imóveis, até mesmo na Zona Sul, deixaram de ser notícia.

-Assaltos em saída de banco idem.

Isto traduz muito claramente. Virou tanta rotina que nem mais notícia é.
A imprensa é o melhor termômetro.
Tudo ficou realmente banalizado.

Nada mais nos surpreende. A gente chega numa festa e comenta que viu um tiroteio. A resposta é como se você tivesse visto uma vendedora de flores : "Ah, é? Aonde?"

O Governador Sergio Cabral não precisa pedir que "os moradores da Zona Sul aprendam a conviver com um clima de guerra". Governador, faz tempo que já convivemos. Parece que ficamos foi sem vergonha e não nos indignamos com a violência. Aprendemos a conviver com a mesma. E o pior, aprendemos a aceitar. Uma onda engole outra . A cada ato violento, por mais dramático que seja, depois de 10 dias ele não dá mais notícia . Aí ficamos a aguardar mais um ato violento dramático que seja digno de mobilizar a Cidade.


Saudade dos batedores de carteira, dos puxadores de carro, ladrões de som de cd/toca-fitas dos automóveis. Estes pequenos punguistas. No Rio eles nem mais metem medo. E por seleção natural praticamente foram extintos.

Ao menos em Lisboa eles ainda assustam.