sábado, 17 de outubro de 2009

Trilha da sexta

Pra me aturar 8 days a week, merece um Prêmio. E quem ganhou o prêmio fui eu.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Menino do Balão - Barriga da imprensa mundial


Recentemente um caso que chocou o Brasil "uma brasileira, nordestina, trabalhadora, filha de um assessor parlamentar, espancada por skin heads suiços até perder o bebê". Vocês lembram? A matéria no Jornal Nacional carecia de tudo. Menos da indignação do Bonner e da Fátima. Que interpretaram aquilo como um crime contra todos os brasileiros.  Pareciam messiânicos defendendo uma causa. Como todo messianismo, estava furado. Na hora, sem nenhum espírito de corpo, com intuito de defender os suiços ou "os cabeças-raspadas", falei : "a história não fecha". Dia seguinte ficou confirmado o que falava. Era tudo uma história de uma brasileira que, por estar com problemas de ordem mental, criou uma fantasia que o Jornal Nacional e a imprensa brasileira embaracaram.

Hoje a história do menino no balão. Antes que fosse revelado postei no twitter "isto tá com cara de ser a maior barriga da imprensa mundial". E foi. Em tempos de globalização e de velocidade, os boatos e barrigas se espalham mais rápidos que a gripe suína.

O motivo? Infelizmente em função da pressa, da ansiedade louca, estamos esquecendo o principal - o conteúdo. A notícia propriamente dita.

Bem, podemos atualizar o ditado:

"A Pressa é inimiga da apuração"

Foto : cnn.com

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Para ler e seguir

É difícil eu rasgar seda, mas este cara merece. Hoje não está cabendo em si - tal qual um motorista de táxi em dia de chuva- mas uma vitória com seus roteiros, contos e escritos. Seu blog
http://martonolympio.blogspot.com
como diria o Fittipaldi sobrinho, num comercial de chicletes de quando eu era criança "eu ricomeeeeeendo". Textos longos sem serem chatos. Sem intensidade de blogues que são pretensiosos ou pretensos literários, literatos e ou estetas.

Pelé ou Maradona?

Confesso que sempre preferi Maradona ao Pelé. Nunca pensei por um ser argentino e o outro brasileiro. Apenas por ter visto Maradona jogar. Pelé não vi. Como também não vi Garrincha. Quem viu, me garante que superava Pelé em espetáculo.

Pelé em campo foi um gênio que não vi jogar. Garrincha um ser de outro planeta que não vi jogar. Maradona um ser de outro planeta que vi jogar.

Fora de campo Pelé sempre se comportou com se sua majestade fosse garantida. Cometeu atos feios como homem. Como se fosse alguém acima do bem e do mal. Teve sua iniciação sexual -como ele mesmo disse- com uma "bicha". Depois pediu para esquecerem. Teve uma filha fora do casamento. E lutou arduamente tentando negar. Quando o DNA confirmou. Ele renegou sua filha, que morreu de desgosto e não recebeu nem um adeus do seu pai. Já seu filho, que chegou aos mil gols antes dele, (ok ele era goleiro), em uma entrevista a Revista Piauí, mostrou o pai ausente que Edinho teve. Fora os casos de contratos estranhos e até amigo do Collor ele foi.

Sobre Copas. O que conto é história, nada além da história. Pelé se negou em jogar a Copa de 1974, ora ele não queria sofrer o desgaste de uma eventual (ou certa) derrota. Pensou na sua imagem. Justo como os "reis" que pensam em si. E, mesmo em condições, se negou a jogar pelo Brasil. Nas Copas do Mundo que participou, ele foi um talento que despontou aos 17 anos em 58. E fez parte com louvor do título. E um gol antológico no País de Gales. Em 62, se contundiu na fase inicial. E Garrincha com Amarildo, garantiram o título. Coube a ele apenas agradecer este título. Coisa que nunca fez. Apenas colocou em seu "scout" de títulos um Campeonato Mundial que pouco ou nada jogou. Em 70, fez parte de um time que jogou como nunca nas finais de Copa. Era um timaço com craques como Tostão, Gerson,Rivelino. Esta Copa eu vi toda em tapes. Quando digo toda, toda mesmo. Os 90 minutos de muitos jogos. E na semi-final Pelé - irresponsavelmente deu uma cotovelada num uruguaio "botinudo". Poderia ter sido expulso e não ter jogado a final. Graças ao árbitro omisso, não foi. E esta Equipe Maravilhosa, do futebol romântico, cadenciado e lento trouxe a Taça Jules Rimet em definitivo para o Brasil.

Maradona errou. E muito. Ele nunca se "vendeu" como o "Mister Perfection". Teve filho fora do casamento. E assumiu a paternidade. Se envolveu com drogas. Foi ao inferno e voltou. E agora teve coragem de hipotecar sua história a seleção argentina. Arriscou ser comparado a um jogador medíocre como Dunga ao invés de Pelé. Maradona nunca deixou de admitir suas falhas. Como os homens de caráter fazem. Como as pessoas que tem a grandeza digna de admiração.

Em Copas, em 1978, Menotti não levou o "pibe". Teria sido seu primeiro título. Na Copa da Espanha o que ele deixou de imagem foi sua expulsão no jogo contra o Brasil. Em 1986 ele simplesmente ganhou uma Copa sozinho. Que me desculpem os demais companheiros. Foi a Copa mais decidida no talento individual de todas. Depois veio a Copa de 1990. A Copa mais medíocre de todas as Copas. Maradona, junto com um "pegador de penalties" levou um time que teria dificuldade dos torneios de "apertura ou clausura", ou até mesmo na Segundona do Brasileirão,  a final contra a Alemanha. E foi derrotado. Em 1994, Romário , e todos brasileiros, agradecemos o fato do baixinho argentino ter sido pego no anti-doping. Maradona, com aquela vontade, talento e dopping, teria dado trabalho ao time do Parreira.

Agora Don Diego classifica uma Argentina estranha para Copa do Mundo. Faz tempo que a Argentina deixou de ter aquele time que une a garra argentina ao talento. Parecem zumbis em campo. Falta aquele cara que bate do peito e fala "dá aqui que eu resolvo". Talento Riquelme, Aymar ou Messi mostraram que tem. Mas parece que falta uma coisa que o Maradona tem: bolas. O popular com desculpa da má palavra - "cojones".

Não torci pela Argentina, torci pelo Maradona. Que se arriscou, como em um tango. Apaixonadamente. Talvez até mesmo um pouco piegas, dramático, exagerado e fora do tom da modernidade politicamente correta, hipócritamente correta.

Pela coragem de se arriscar. Pela coragem de torcer. Pela coragem de ser fora de campo um sujeito autêntico Maradona merece nosso aplauso. Merece nosso perdão pelo descontrole de hoje na coletiva e os insultos aos jornalistas, aos coleguinhas periodistas. Um descontrole digno de alguém da arquibancada.

Maradona merece até que a gente esqueça que ele é argentino.


PS:
Se estivessemos numa cancha, para disputar nosso joguinho de final de ano, na hora do par ou ímpar podendo escolher entre o Pelé ou o D10s , eu escolheria o Maradona. Acredito que isto diz tudo. Mas é uma escolha minha. E nem sempre minhas escolhas nesta hora dizem respeito a querer ganhar o jogo, mas sim a me divertir com pessoas que eu gosto. Assim que se ganha o que vale ganhar.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Nova Geografia segundo jornalistas esportivos


Por favor, vamos comprar Atlas. Aulas de geografia urgente. Informação para os coleguinhas das Redações Esportivas.  A ONU ainda não conhece o "novo País" criado pelos nossos jornalistas. Eles criaram o País chamado "Mundo Árabe".

Todo jogador de futebol que some, pouco importa se ele esteja no Qatar, Emirados Árabes Unidos ou Síria, "foi contratado pelo Mundo Árabe".
Ainda acho que deve ser culpa daquele jogo chato chamado War, que eu só me lembro de nunca ter terminado uma partida e sempre atacava Vladivostok.

Se bem que, pensando bem, faz diferença que o Emerson (ex Fla) esteja no Iraque ou no Qatar?

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Aniversariante do Dia


Hoje é aniversário da inauguração do Cristo Redentor. Parabéns para ele. Mais que um símbolo da Igreja ou dos católicos, o Cristo Redentor é do Rio. É do Brasil. "Braços abertos sobre a Guanabara..." Ainda que estes braços não se fechem, fazendo um abraço carentemente carinhoso,traduz o Rio.  Cariocas estão de braços abertos. Sem fechar. Sem exageros e intensidades. Isto é o Rio de Janeiro. 

domingo, 11 de outubro de 2009

Manhã de Primavera as 14 horas

O Post anterior me remeteu a esta cena. Uma das que mais me lembro, desde a infância. Graças ao "Youtube" encontrei de prima e aqui divido. Agora uma bela caminhada na praia, pensando como um europeu dizendo para si mesmo "o inverno acabou". Sabe-se lá aonde fica o inverno nosso de cada dia.

Here comes the Sun

Minha filha me fez ouvir os Beatles. Já este Tommy Emmanuel foi uma das melhores surpresas que tive. Um show em Orlando, onde esperava algo deplorável, aparece este guitarrista de 50 dedos. Tommy Emmanuel é um virtuoso. Parece uma orquestra. Habilidade, qualidade e entretenimento.Popular, sem apelar para o popularesco. Agora praia. Depois de muita chuva, um dia de sol. Parece a manhã de Primavera depois do Inverno. Aguardada com data marcada.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Futebol e Eduardo Galeano

"Em que é que o futebol se parece com Deus?

Na devoção de milhares de crentes e na desconfiança de muitos intelectuais".
Eduardo Galeano
Falem o que quiser deste time de 82. Minha memória afetiva se nega a ver defeitos. Para mim este time foi mágico. Minha memória de criança se lembra de cada gol. Cada jogo. E se lembra do meu choro convulsivo pelo jogo no Sarriá, que com orgulho mórbido tenho uma pedra de sua demolição guardada.
Na frase de Eduardo Galeano, um pouco do resumo do futebol. Que cada dia me vejo mais saudosista curtindo jogos antigos que torcendo por jogos contemporâneos.
Este time não tinha falhas. Meus olhos se umedecem a cada jogada. Eu era uma criança, quando vejo este time, volto a ser.

Sexta de Chuva - João e Maria

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Post musical

Lembrei daquelas listas In and Out, hoje faria assim:

Marisa Monte - Not

Céu - Hot

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Carioquismo explícito

Neste surto de carioquismo, pensei no além Rebouças, em João Nogueira - sua canção Espelho é uma obra prima. E no clip do Fantástico aparece um subúrbio lindo e lúdico que hoje aparece na A Grande Família.
Agora una cerveza e Carlos Saura.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Garanhuns Olímpica


Do jeito que o Lula tá, periga ele conseguir levar os Jogos Olímpicos de Inverno para sua cidade natal- Garanhuns- a "Serra" de Pernambuco.

A brincadeira foi feita em cima da boa marca do Encontro Nacional da Sanfona.

sábado, 3 de outubro de 2009

Música boa

Orgulho de ter uma filha que ainda criança gosta do que é bom. Ouvindo com ela. Escolhido por ela a trilha do sábado. Agora é almoçar e ir curtir a Lagoa num sábado nublado.

Jogos Olímpicos - Collor, FHC e Lula



Eu tive uma proximidade dos Jogos Olímpicos de Brasília 2000. Conferi a prepotência audaz dos despreparados - sim, despraparados audazes são um perigo. Ousadia sem conhecimento não é coragem. É imbecilidade. Basta dizer que prometiam fazer tenis de mesa ao ar livre e incluiram 4 cartas que falavam mal da Cidade. Sim não sabiam ler francês e alemão. Acharam chique duas cartas em francês e alemão.As cartas descascavam o Projeto de Brasília 2000.Pouco elogiosas não seria o termo. Uma delas falava que Brasília não tinha condições mínimas.  Eles colocaram as cartas na pasta. Colocaram com orgulho. Assim como a trajetória de Collor, ninguém se lembra desta tentativa de Brasília sediar os Jogos, capitaneada pelo Paulo Otávio. 

Aí veio Rio 2004. Uma aventura. Nosso projeto era bem pior que o de Buenos Aires. Mas , como o atual, também apelava para o emocional. Eu participei. Fiz roteiros. Criei anúncios. Participei de grupos de pesquisa. Era nucleado em torno do Ronaldo Cesar Coelho. Mas o projeto carecia de muita coisa. Em especial de carisma e coragem. Ficou pelo caminho. FHC não conseguiu aglutinar o Terceiro Mundo a sua volta. E Nuzman sozinho é apenas um cartola.

Rio 2016. Parece que aprendemos. Lula foi capaz de usar seu carisma pessoal. Sim é uma liderança caricata. Mas foi desta forma que nos incluímos no cenário mundial. Um operário. Uma liderança popular. Se não tem o saber bacheralado, despertou o interesse mundial pela sua trajetória. Ponto de quem soube aproveitar o clima de "lei de cotas" do Mundo. Soube somar a sua emoção a um projeto técnico. Que se não era o melhor, na soma das circusntâncias e carisma, o Rio de Janeiro ganhou. Os Jogos Olímpicos do Rio tem sim um padrinho. Goste ou não dele, favor colocar na conta o nome do responsável direto: Presidente Lula.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Jornal Nacional - 02 de Outubro 2009

Confesso. Não chorei na morte do Senna. Não chorei na morte do Tancredo. Não chorei na morte de Lady Di. Não chorei na morte de George Harrison e em nenhum outro fim do JN em tom emocional. Sempre achei piegas. O critério jornalístico trocado pelo tom de entretenimento.
Hoje chorei.
Pra caralho.

Sem ufanismos.
Hoje não é dia de pensar no que de bom os Jogos Olímpicos possam trazer. Hoje não é dia de não pensar no que de ruim estes jogos possam trazer. Amanhã a gente acorda e fala de tudo isto. Do bom, dos cuidados, das atenções, das preocupações, dos problemas. Amanhã a gente acorda e lembra da importância de investir em educação. Amanhã a gente aproveita e acorda ainda mais estimulado em pensar este País. Hoje não. Hoje só é dia de celebrar.

Esta vitória de uma Nova Ordem Mundial é do Rio de Janeiro.

Rio 2016 - Agora é pra valer. E valeu

Sem ufanismos. Ganhamos com mérito. Mérito também da nova ordem mundial. Da Globalização. Da inclusão. De ter um Presidente com estrela, carisma - que soube fazer o discurso do "coitadinho" na hora certa (tal qual Mandela para conseguir a Copa de 2010). 
Agora é ficar de olho.
Fiscalizar tudo.
E torcer para fazer um 2016 memorável.
Que Tóquio, Chicago e Obama, Madri e a empáfia madrilhenha nos desculpe.

O Rio é Olímpico por natureza.

Agora eu quero!

Se em alguns minutos teremos os Jogos Olímpicos ou não, sinceramente, não sei.  Mas uma coisa é fato.  Agora a população deve cobrar dos governantes as melhoras que foram propostas para a realização dos jogos, em especial, nos transportes.

Se seria feito com a realização dos jogos, é viável. Então, que façam para os nossos atletas de todos os dias. Uma gente trabalhadora que merece medalha de ouro.

Mercedes Sosa

A voz da "Sud America" dos anos 70. A voz contra as ditaduras. Forza, Mercedes.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

O muque mais famoso de Copacabana


Uma imagem vale mais que mil palavras.

Av. Nossa Senhora de Copacabana - esquina com Djalma Ulrich. O "muque" mais famoso do bairro. Um clássico de mais de 30 anos.

Kisses and Good Night

Além da delícia retrô, esta música é trilha de um filme do Stephen King, "Sleepwalkers". Muitos felinos e a mamãe mais bonita do cinema, sem nenhum "Edipo" mal resolvido. Pura verdade. Boa Noite.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Honduras

Depois do "fim do comunismo" como sistema econômico, pouco importa para o grande capital a crise em Honduras. Lá não tem petróleo, não é estratégico e em nada ameaça os Estados Unidos. Que agora estão fazendo o que a gente sempre pediu, que eles não se metam.

No passado, a Nicarágua era algo emblemático. Hoje, apenas mais uma República da América Central. Honduras a mesma coisa. Com todo respeito ao povo hondurenho.

E que o Brasil tome cuidado para que, com esta vontade de ser protagonista, não se transforme em "intervencionista". Quem conhece um pouco América Latina, sabe do que estou falando.

Um exercício de futurologia


Supondo que o Rio de Janeiro ganhou os Jogos Olimpicos de 2016.

O grande legado dos Jogos Olímpicos : Os ônibus foram banidos do Rio de Janeiro e substituídos por metrô e outras formas eficientes de transporte.


Para não criar mais constrangimentos, decide-se que Pelé será amarrado em local ignorado e substtuído por um clone devidamente treinado. Na verdade um boneco de cera de terno e gravata. Que vai aos eventos e nada fala.
Carlos Arthur Nuzman resolve fazer um curso de fono para deixar de ter língua presa e conta que seu apelido de juventude era "Mara Rúbia". Os motivos do apelido ele promete mais pra frente. Mas garante que não fará o discurso de abertura com um longo vermelho, nem com colar de pérolas.

Resolve-se implodir o Engenhão. O mesmo não está em um local conveniente para o público da Zona Sul. Ninguém vai.

Inclusão Social - Para os jogos, novos atletas são recrutados. Pivetes mostram ter uma velocidade de um Usain Bolt. Na categoria tiro também recruta-se potenciais atletas num projeto de "bandido ontem, medalhista do amanhã". Com incentivo do Governo Federal.
Durante o Governo do Presidente Aécio Neves, o mesmo consegue que algumas provas da Rio 2016 sejam disputadas em Juiz de Fora. Alegando que a mesma é "carioca". Um bairro do Rio.
O Maracanã, agora entregue ao Flamengo e Fluminense, é o palco da cerimônia de abertura. Joãosinho 30, devidamente congelado por criogenia, faz um espetáculo com Escolas de Samba. Zico é barrado para não ser pé frio. Ainda abalados pela derrota na final de 2014 para o Cazaquistão, único jogo que Zico participou como convidado.
Hans Donner faz o círculo olímpico em 3D o que gera protestos em todo planeta. Ele tenta oferecer um nu artístico de sua mulher para silenciar os protestos. Nada feito. Ela agora com 120 quilos de nada serve para calar as massas. E o designer é condenado a se mudar para o interior da Bahia e só sai de lá quando fizer uma marca diferente e sem 3D.

O Brasil consegue incluir alguns esportes tipicamente brasileiros como "Pipa com Cerol", "Jogo de Damas" e "Porrinha" garantindo assim 3 medalhas de ouro.



segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Rio 2016

Não sei o que foi pior para a candidatura do Rio. Obama confirmando a presença ou o Pelé chegando na Dinamarca.

Chicago dois a zero.

Mas ainda dá para reverter.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Sexta-feira...

Fazia tempo que eu não precisava tanto de uma sexta-feira como hoje. Recebi agora este link, achei legal a utilização dos bonequinhos. Não chega a ser um "stop motion" pois tem animação. Mas ainda assim bem legal. A música para mim é um clássico da infância que ouço até hoje. Monster Mash.
Boa Sexta.
Semana que vem este blog volta ao normal.

Sobre publicidade

Como já me falaram- mais de uma vez - que comento pouco sobre publicidade no blog, (temos assuntos mais interessantes, é verdade) um post com o melhor filme publicitário brasileiro que está no ar. Criado pela Artplan, pelo Dolla - criativo talentoso e nosso "young em Cannes" deste ano"(Quem é do mercado entendeu isto, quem não é, com certeza já viu os filmes e sabe que é bom). Um filme publicitário de idéia. Que saudade disto.


sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Um post de ano novo em setembro

Quem tem que entender, entenderá. Quem não entender, que curta a voz de anjo da Fortuna. Um ano bom e doce para quem merece.


quinta-feira, 17 de setembro de 2009

E assim se passaram 20 anos...

O tempo não pára, como já dizia o poeta. Vinte anos. E eu estava lá. Dormi cantarolando esta música. Acordei com ela na cabeça. Da década de 80 para Woodstock parece que era mais longe que da década de 80 para agora. É impressão minha ou faz sentido?

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Igrejas do Rio

O Rio consegue ter uma quantidade de Igrejas que supera até mesmo Salvador e as cidades mineiras. Sim poucos cariocas se dão conta, mas existe uma quantidade enorme de turistas que visitam as Igrejas do Rio, da mesma forma que os brasileiros vão a Notre Dame, a Saint Patrick's e outras mais independente de religião. Uma visita como quem vai a um museu admirar obras de arte e história.
O roteiro de Igrejas do Rio é enorme e diversificado, pois reflete o Rio em seus muitos momentos. O Rio tem história de quase 400 anos de Corte. Então se temos obras de arte como o Mosteiro de São Bento ou como a antiga Sé na rua Primeiro de Março(ambas imeprdíveis), temos também, com orgulho, a Igreja mais feia do Mundo. A nossa Catedral na Avenida Chile é tão feia que poderia estar na Avenida das Américas que tem um sem número de construções de gosto duvidoso.
Numa onda ecológica fica aqui minha sugestão: encher de plantas o lado externo da Igreja. Um teto verde.

domingo, 13 de setembro de 2009

Tango dominical

Momentos não se repetem.

Nem o gato preto e branco

ouvindo

tango comigo

é o mesmo.



Frases feitas e fatos.

Impressões imperfeitas.

Impressões perfeitas.


Fotografias,

memória,

história.

Vida vivida.


No sabor da presença presente,

de presente,

o gosto bom alfajor.


Bienvenida a mi vida.


O Sol do Rio chama pra rua.


Sem tangos, 

outras damas,

tramas ou dramas.