sábado, 11 de junho de 2011

Dia dos Namorados

(Foto do Bolo que a Kadin acabou de fazer. De dia dos Namorados brasileiro.)

Maria Bethânia é mais que uma cantora, ela é a Diva do Brasil. Se fosse escolher as duas maiores atrizes brasileiras vivas, escolheria Marília Pera e Maria Bethânia. O Show Maricotinha é obrigatório. Se não viu ao vivo, tenha o DVD. O show inteiro se aproxima da perfeição. Coloco ao lado do Nirvana Unplugged in New York.

Bethânia talvez seja a maior artista viva em língua portuguesa.

O "Poema do Menino Jesus" de Fernando Pessoa me emociona tremendamente. E um determinado "set list do Show" com Fotografia, Dezembros e Todo amor que houver nesta vida, o qual reproduzo aqui.

Bethânia é poesia. É amor.

Feliz Dia dos Namorados. O segundo do ano.

Se amem.
Fotografia-Dezembros(Anos Dourados)-Todo amor que houver...

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Subway Stinks

Não. Não vou falar de mau cheiro que existe no Centro do Rio. Em geral este mau cheiro acontece mais no Verão. Vergonha para uma Cidade que vai receber a Copa do Mundo FIFA e os Jogos Olímpicos. Ok, ambos acontecem no Inverno carioca. O fato de amar o Rio, não pode nos tortar patetas que confundem desejo com realidade.

Continuando aos odores...

Um é das lanchonetes Subway. Esta rede deveria pagar imposto pelo mau cheiro que exala. Uma fedentina. Se no slogan eles "morrem tentando ser frescos", pelo visto morreram e não enterraram. O que faz o Subway feder tanto? Eu não sei, mas independente dos tempos de E.Coli, vale uma pesquisa deste mau cheiro.

O outro é um odor, este bem característico do Rio, ao contrário do globalizado mau cheiro da lanchonetes Subway, é o cheiro de naftalina no inverno. Quando os cariocas tiram os casacos do armário, a naftalina exala.

No inverno o Rio tem cheiro de naftalina.

Rio- Brasília

Recente pesquisa que pude acompanhar, mostra a carência de "Nomes Nacionais" no cenário político.


Oportuno e veloz, o Governador Cabral pode já ter feito leitura similar.


A bela campanha publicitária que o Governo do Estado colocou na rua, "RJ A Marca Registrada do Brasil", além de celebrar o bom momento que o Rio vive e exaltar nossa auto-estima, ela dá o primeiro passo rumo a eleição presidencial de 2014. Pode parecer longe. Mas não é.


Cabral já entendeu que quanto mais "Rio" , mais ele se credencia para ser um provável candidato a sucessão de Dilma. E um Estado que se apresenta como uma "Ilha de Excelência" com final de Copa, Jogos Olímpicos, diversas obras, queda dos índices de violência e aumento de investimentos é mais que um Estado. É uma plataforma política ilustrada.


O leque de opções de Cabral é amplo. Pode ser candidato a Vice. Pode ser candidato ao cargo máximo, tudo dependendo de como será negociado com Calejados Caciques do PMDB nacional. Coisa que não é fácil. Ou quem sabe, se a popularidade e o nome nacional confirmados, embarcar num PSD e com a boa imagem do Rio ser catapultado ao Palácio do Planalto.


A verdade que está campanha publicitária é mais que boa, ela é ótima, pois fala de uma verdade. O Rio é a marca registrada do Brasil por uma razão simples, o Rio resume o Brasil. E finalmente um político soube ler isto, sem provincianismo ou bairrismo. Mas como exaltação da brasilidade através do carioquismo explícito.


E não achem que esta crise dos Bombeiros revela apenas uma necessidade da Corporação. Reinvidicações justas, que estão encontrando respaldo na população e que com sabedoria e coerência serão resolvidas. Mas esta crise envolve sim a grita de grupos políticos que estão sendo oportunistas. Longe de pensarem numa solução necessária para os Bombeiros, estão querendo é atear fogo no Estado.



quinta-feira, 9 de junho de 2011

Mobilidade Urbana


Insisto que usar a bicicleta como meio de transporte é uma questão de educação e civilidade. Claro que não dá para fazer distâncias grandes, ainda mais numa Cidade que vive sob o signo do Verão. E do Verão de verdade. Mas distâncias na Zona Sul do Rio, a forma mais rápida, inteligente e prazerosa é incluir a bicicleta como opção de meio de transporte. E neste dia de Verão Light, 21ºC, fica mais fácil. Hoje mesmo me desloquei para uma reunião e irei a um almoço de trabalho, de bicicleta.

Fica a sugestão. Pelo planeta, pela sua saúde e para você que é "poser" de politicamente correto, a chance de demonstrar alguma inteligência e civilidade.

Foto de uma senhora inglesa, num dia de Verão de Londres, 22ºC, usando a bike. Mesma temperatura de hoje no Rio. Ou seja, calor não é desculpa para não usar. Ao menos hoje.

E um cartaz que achei interessante. Exposição de bicicletas antigas e curiosas. Se tiver tempo, darei um pulo. Ou melhor, uma pedalada até lá.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Berlin, Berlim

Uma Cidade que me despertava a curiosidade, talvez para todos nascidos nos idos do Muro, Berlin. Era a Guerra Fria, os contrastes. E como agradeço a Deus estar no primeiro Verão pós queda Muro na Europa. Momentos únicos para serem observados com sensibilidade. Quase que como os tempos de contatos com novas civilizações. Pois bem, eu já gostava de Berlin, pela curiosidade dos cabarets naquele clima caótico do pré guerra da República de Weimar, mas este filme me fez gostar da muito da cidade, que tem um cinza e verde que eu adoro. Acordei lembrando muito desta Cidade. Muito mesmo.


segunda-feira, 6 de junho de 2011

Números da infância

Dois painéis de 1,5m cada. Lembrei que tenho que atualizar as telas. No site

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Very polite

Para aqueles que me acham "grosso", fui elogiado por um formal cidadão britânico. O mesmo se referiu a mim como "extremamente educado", em rasgados elogios. Como na Inglaterra me consideram pontual. Bem, se eu me mudar para Londres, viro Lord ou ganho o título de "Sir". E estamos resolvidos.

O divertido do Blog, por ser na primeira pessoa, por vezes se permite a tal post.

Tatuagem

Na minha época (Adoro usar o "Na minha época" faz eu me sentir o Mr. Peterman) tatuagem era coisa na borda do gueto. Era da turma do fundão. Ou Rock and Roll. Acontece que tudo o que é bom sai do gueto e ganha as ruas. Até conquistar de forma massiva o mundo. Com a tatuagem. Que de bandido e marinheiro foi para o Rock e a juventude, hoje é algo normal que pais conversam com filhos.

E então o que era do gauche, do Rock and Roll, normalizou? Sim. E de uma forma natural, sem necessariamente ser vulgar. Normal a ponto de a Patricinha, a Putinha, os Descolados, a Caixa do Super Mercado, o Mauricinho de mercado financeiro, o Formal Juiz de Direito, o Playboy mané, o Nerd que gosta de Star Trek ou Star Wars... ou seja, hoje difícil é encontrar alguém "não tatuado". Mostrando que nossa sociedade, embora tentem ao contrário com Leis formuladas por um estado "paternalista" que gosta de fazer lei para tudo, vem se mostrando naturalmente mais tolerante. Mais assimiladora. O que ela não pode contra, ela assimila e digere.

Claro que algum oportunista vai sacar isto e em breve haverá uma cota para "não tatuados" como representantes de uma minoria sem graça, sem atitude, ou apenas receosos de coisas que são para sempre.

PS:
Ok, ainda existe um certo preconceito com a "Tramp Stamp". Esta tatuagem no dorso que ilustra o post.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Thor Batista na Vejinha Rio

Não penso que ninguém é culpado por nascer rico. Muito menos nascer muito rico. Muito menos nascer muito rico pois o avô, com boas informações, soube usá-las de maneira limpa e lucrativa. Já o pai multiplicou. E dinheiro chama dinheiro. Cada dia mais. Uma Progressão Geométrica que o faz Eike ser um milionário no estilo quase caricato. Midiático. Um personagem.


Antes do grande boom Eike Batista, (o verdadeiro "X Man", já que todas suas empresas tem "X"), mais ou menos uma década anterior, fui a diversos eventos. Via Eike chegar no seu carro, desfilando com a mãe do Thor. Sem uma troupe de seguranças ou excesso de frescuras. Por sinal ele tinha um carro igual ao meu. Época que o Eike era pobre...


Diferente de grande parte das pessoas, não julgo ou culpo Thor Batista. Por mim ele está completamente absolvido. Ele apenas reflete uma sociedade do reality show. A única diferença é que ele tem muito dinheiro.


Claro que todo dom demanda responsabilidade. Mas será que ser rico é um dom. Ou apenas um fato?


Outro dia numa reunião ouvi de um cara, empresário, de seus 30 anos dizer "queria entrar num Big Brother, acho que vou pegar muita mulher com isto" Ou tantos outros que malham para ficar com bração e pegar mulher. E ainda aqueles que reclamam do Thor mais por inveja que por censurar um comportamento vazio do jovem. Mas que se tivessem uma oportunidade desfilariam como ele. E talvez até com ele. Viajariam com ele. Aproveitariam a night "na aba". Pois existe uma profissão tão antiga quanto a profissão mais antiga do mundo, que é a de "amigo de milionário". Aproveitando como rêmoras a fama, o sucesso e o dinheiro alheio.


Quem é esta sociedade fútil para censurar o Thor Batista?


Ao menos Thor ambiciona "ser o Rei da Noite". Com a vaziez de quem tem orgulho de não ter lido um livro. Mas você? Qual foi o livro que você leu neste ano que já está na metade?


O Filho de Eike tem algum empreendedorismo. Poderia ficar em casa, como tantos caras, com crachá "meu pai é um rico e eu sou um bobo". Thor teve coragem de se expor numa entrevista inútil. Ou seja, pode até ser cabeça vazia, estar mal assessorado, mas não culpem o cara. Ele reflete uma sociedade que todos legitimam através do consumismo desenfreado e fútil. A única diferença é que ele tem dinheiro para poder comprar o que a maior parte dos aspirantes a Big Brother apenas ambicionam ou sonham.


Sem dúvida a entrevista foi inoportuna. Então antes de culpar o jovem milionário que nunca leu um livro, prefiro culpar uma sociedade hipócrita, consumista, invejosa e fútil. E, é claro, um grande erro de assessoria de imprensa/imagem. E este erro de imagem acabou causando muita "inVejinha" em cima do Thor Batista. Agora ele tem que ser Van Damme. Retroceder nunca. Render-se Jamais.


domingo, 29 de maio de 2011

Caminhada noturna Copacabana

E vos digo, sem exagero algum, que a caminhada na Avenida Atlântica pela parte interna neste domingo estava algo agradável, humano e civilizado como Viena, charmoso como Paris e globalizado como Nova Iorque, não é exagero, é Copacabana.

The Clash, Ramones e The Beatles

É meio complicado, mas acho os Beatles chatos. Chatos demais. Melosos e pernósticos. Não falo para provocar polêmica. Apenas não gosto. Respeito o gosto alheio e a importância deles. Até ouço. Uma música aqui outra acolá. Pela Kadin e Sofia. Quase sempre prefiro algumas versões, Nina Simone, por exemplo, que ficam melhores que o original. Nenhum dos 4 rapazes de Liverpool entre os vivos ou mortos ficarão chateados com o fato de eu não gostar deles. Talvez algum Beatlemaníaco nazista e sectário se ofenda com o meu "dislike". Mas os meus "Beatles" são Ramones e Clash. Mais importante para mim e para o Rock. Beatles influenciaram o mundo e o pop, sem dúvida, aí incluindo coisas como RoupaNova, aspirantes de American Idol, sertanejos, cantores de churrascaria e genéricos. Clash e Ramones influenciaram tudo o que foi produzido depois deles no cenário de vanguarda. Em todas as artes.


sábado, 28 de maio de 2011

3 Boas sugestões para quem tem medo de praia com chuva e frio

3 exposições altamente recomendadas na Cidade e que pode ser um bom programa para este fim de semana. Frio no Rio não precisa se resumir a comer fondue e tirar o casaco com cheiro de naftalina do armário.

O estranho é que boa parte dos cariocas quando viaja curte uma ida ao MoMA, mas ignora boas exposições em nossa Cidade. Um provincianismo elitista idiota que aos poucos vai acabando.

Das 3, duas eu já estive. Falta ainda a do CCBB que irei com minha filha.


As recomendações:
Veragara no Parque Lage. LIBERDADE.

Saul Steinberg no Moreira Sales.

Mariko Mori. Esta fica até o dia 10 de Julho, ainda não vi, no CCBB. Mas gosto do trabalho da artista que por vezes parece uma Rainha dos Nerds artísticos, com um pop de fácil leitura e bem executado.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

O Politicamente Correto além de hipócrita também é reaça


O texto que circulou pela net, de autoria do Marcelo Rubens Paiva, é de uma boçalidade sem tamanho. Desculpem, mas foi a palavra que melhor traduz.
Confunde ser Correto, ético, justo e coerente com o ser “politicamente correto”, que é a versão hipócrita do correto, do ético e do justo.
Quanto mais se defende o politicamente correto, mais se cria a chance do recrudescimento dos preconceitos por parte dos idiotas inflamados. Pois mais que criar uma coerção natural da sociedade contra as práticas discriminatórias, tenta resolver por decreto. Por proibição.
Eu não avanço sinal. Não páro na calçada. Ajudo pessoas a atravessarem a rua. Separo o lixo para reciclagem. Se vejo uma injustiça seja com um negro, pobre, idoso, criança, deficiente, homosexual, ou com qualquer pessoa que não esteja nestas titulações que na teoria devemos defender, ou até mesmo contra um animal indefeso-vou comprar o barulho como se fosse comigo. Não por estar na lei escrita que libera ou proíbe. Mas contra a natureza do “ser correto”. E chegar , se for o caso, as vias de fato. Mas não vou deixar de contar a piada. Seja com o homosexual, o negro, o pobre, o judeu, o português, o alemão…O pensamento não pode ter censura. Pelo contrário. Pode estar ali contida a catarse que faz a sociedade normalizar e cair os preconceitos no andar da carruagem. O Preconceito é uma coisa odiosa que deve ser banido. Mas não por decreto e sim por consciência. Pela alma.
Não acho que seja homofobia falar para alguém “Pára de bichisse!” ou Preconceito racial dizer para um amigo exibindo seu carro novo “Putz, cara carrro vermelho, tu é crioulo mesmo, hein?”. Para mim não existe raça amarela, preta ou branca, para mim é tudo Raça Humana. E opção sexual eu quero ter o direito a “zoar” meu amigo seja pela sua opção sexual, pela sua opção de time de futebol, pela sua opção política, seja pelo seu hábito de se vestir sempre de verde, de branco ou amarelo.
Quando a piada e a brincadeira são uma pista de mão dupla, (você zoa e dá o direito a ser zoado), é quase que um contrato das normas do bem-viver. Assim eu brinco com uma amiga por ser vascaína, gostar da Cássia Eller ou ser judia e dou a chance a ela me zoar por comer chocolate todos os dias, ser torcedor de um time que não está na Primeira Divisão do Futebol, ou só me vestir de roupas pretas.
Humor, seja politicamente correto ou incorreto, tem que ser inteligente ou ter graça. Se não, não serve. Mais um sofisma. Confundem inteligência ou burrice com politicamente correto e politicamente incorreto. Dizer para o autor do texto “Pô, Alê, mandou mal” não seria nem politicamente incorreto ou politicamente correto. Seria ofensivo, mal educado, estúpido e burro. E sem graça. Mas Marcelo Rubens Paiva, que eu sempre admirei, ah, mandou muito mal. Quem concordou com seu texto na verdade espelha a vizinha de Higienópolis. Quer banir o pensamento livre. Aliás segundo o autor, o pensamento diferenciado deve ser banido. Igualzinho o pensamento da psicóloga de Higienópolis. Os verdadeiros preconceituosos travestidos de moderninhos e politicamente corretos.
Vamos banir o preconceito. Mas vamos deixar o pensamento e a piada livres. E aos humoristas, por favor, que a piada tenha graça. Ao autor, bem…Feliz ano, velho.


Crédito Foto: Galeria The unnamed

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Lost in Supermarket

Pedalada noturna. Depois o raro sabor da cerveja. Gosto de molecagem. No mercado, totalmente "yorker". Cinco chassídicos. Um árabe de traços e tratos. Alguns hispânicos. Pelo sotaque eram centro americanos, talvez mexicanos, hondurenhos, panamenhos...Com certeza centro-americanos mastigando suas línguas ao falarem o espanhol. Um alguém com turbante hindu, sikih, ou com perdão da ignorância generalista, algo da Índia. E no caixa, um senhor com sotaque alemão, que muito parecia meu pai, se ele estivesse envelhecido até esta data. Inclusive no hábito completo do terno.
Saí num vôo direto entre esta Nova Iorque virtual, que habita nesta, cada dia mais louca e multicultural Copacabana, para o mundo real em verde e amarelo, quando li a manchete da revista Conta Mais: "Roberto Carlos se inspira em Lady Gaga".
E não é uma revista de humor. Não é o site, "O Sensacionalista".

Dilma merece o seu apoio

Dilma é uma "estranha" ao Partido dos Trabalhadores. Uma estranha que podia ser ruim de voto, mas vem conquistando seu espaço. Com postura e pelo trabalho. A Presidenta vem aos poucos colocando sua marca. E a marca parece ser positiva. Parece ser de um Brasil moderno que se deseja. Um Brasil da meritocracia, da justiça social e do desenvolvimento.

Em todas as avaliações que pude checar, a Presidenta vem num crescente de popularidade. Mantendo o eleitorado do grotão popularesco e conquistando a classe média e formadores de opinião. Fazendo um quadro comparativo, a popularidade de Dilma vinha sendo superior a de Lula e FHC no mesmo período. E por ser um "produto" menos caricato e menos pernóstico que ambos, acaba tendo um espaço de fato e não com bravatas, personalismo, factóides ou "marketadas". Um tipo de liderança que o Brasil em sua recém democracia não havia conhecido.

Seria realmente leviano acreditar que o "Lulismo" , não no culto `a pessoa, mas sim no entorno e grupo de poder não pensasse em algo para "baixar a bola" da Presidenta. São interesses e diversas correntes.

E a oposição? Bem a oposição, a nau sem rumo, esta vai aproveitar qualquer espaço. Da mesma forma irresponsável que na década de 90 ela acusava o PT de fazer.

Neste jogo, de projeto de poder, quem perde é o Brasil. São os avanços que perdemos.

Quem ganha com a fragilização de Dilma? Os de sempre. Os que negociam cargos. Os que fazem a política no varejo e sem pensar no Brasil. Sem ter um projeto de País. Apenas um projeto de poder pessoal, divorciados do Brasil de fato e da sociedade. Uma classe política que pensa em si. O único plano é jogar por si mesma, mesmo que seja contra o País. E contra você.

Está na hora da Sociedade apoiar a Presidenta Dilma. Uma liderança que é avessa aos exageros de marketing, que cobra ata de reunião e tem coragem de dizer "Não" para a classe política. Querem fragiliza-la. E isto não é bom para ninguém. Só para esta gente de alma pequena. Se você não espera uma boquinha, acredite, é melhor para você e para o Brasil apoiar a Presidenta.










Rio - Speechless

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Cagarras

Para algumas pessoas são Ilhas, para mim são lembranças paternas.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Hai Cai sem jeito


Passou por mim na Ciclovia/Dúvida quem era/Deus ou Jerry Garcia

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Similaridades

Copacabana-Rossio. Lisboa-Rio de Janeiro. Ou vice e versa.


Copacabana,sábado11:40
Rossio,segunda 15:30

domingo, 22 de maio de 2011

Discos e CDs









Não se trata de saudosismo ou nostalgia. Sempre que nos referimos aos nossos hábitos fora de moda ou eixo, parece que é nostalgia. Nem sempre. Eu gosto de comprar CDs e DVDs. Mania de velho. Nada contra baixar músicas na loja do Itunes, que faço, mas tenho um que de sensorial ou materialista.


A pequena CopaDisco e a Modern Sound, que ao lado da Bilboard eram janelas como viajar para Londres todo fim de semana. Tempos pré internet. Pré webhits. Em homenagem aos CDs e DVDs e Discos, Os Mulheres Negras cantando em Durval Discos. Um daqueles bons filmes nacionais que nasceram com vocação de Cult Movie, a ser descoberto pelos jovens de 2030.


Baú da mais profunda infância

E lembranças dos sons de infância se fazem presentes.
"Cá estou carente."
Do fundo da memória de infância.
A música dos adultos.
Tempo de ver o mundo por cima das árvores.






Praia fora do Verão


Eu adoro a Praia, a Orla e o Mar fora do Verão.
Amo o Rio no Outono e Inverno.
Aliás, amo mais.

Mas claro que sei que o Outono e o Inverno no Rio nada mais são que disfarces do próprio Verão. Como se quisesse fugir de paparazi. O Verão nunca sai desta Cidade. É seu signo.

Esta época do Rio, eu amo mais.

sábado, 21 de maio de 2011

Ramones

Depois do post da Banda Mais Bonita da Cidade, precisei de um som bom de verdade. Quer dizer, que eu gosto de ouvir. Ramones bem executado é Mozart. Infeliz de quem não gosta. É clichet. Mas é verdade. Esta versão é para ouvir alto e com fones.

Neo-hippie, nerds, indie e piolhos



Eu realmente detesto este clima neo-hippie piolhento e conformado. Sou Rock and Roll. E detesto jovem conformado. Gordinhos ou barbudinhos com som de nerd. Aquele estilo "sou mané e sou feliz" do Los Hermanos e do Rubinho Barrichello.


Minha primeira reação ao ouvir/ver o clip da Banda Mais Bonita da Cidade foi destilar meu radicalismo, "Putz, Los Hermanos deixaram lêndeas dos piolhos." Logo na abertura desafinada com um zé ruelinha cantando.


Resolvi ouvir uma outra vez sem preconceitos. E vi que a música é um chiclete de ouvido. Um clip super bem resolvido. Que merece elogio. Um clima bem legal. Claro, desde que eu não tivesse que estar naquela casa do clip cercado de nerds que vão começar a jogar RPG a qualquer momento.


O mérito deles? De tentar fazer algo misturado de referências, no clima indie. De cantiga de roda. Enfim, não iria ou irei a um show deles. Mas bem menos pior do que parece. Bem mais agradável e menos pernóstico que os piolhos do Marcelo Camelo e Cia que deram origem a estas lêndeas. E o clip é um hit que caminha para Um milhão de visualizações no youtube. Apesar do nome da Banda contrariar o que se exibe, só tem gente gente feia, fora de forma e sem estilo na "Banda mais bonita da Cidade", eles merecem o destaque que estão tendo como webhit. Parabéns para a Banda Mais Bonita da Cidade, pela Oração.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Pesquisa Qualidade de Vida

Falando hoje com o Boechat na BandNews abordamos a pesquisa realizada nos dias 17 e 18 sobre Qualidade de Vida e a chegada de grandes eventos como Copa do Mundo e Jogos Olímpicos. Eu, que não sou um otimista de plantão, me coloco como parte daqueles que acredita que estes dois eventos podem trazer mais qualidade de vida para a Cidade.

E sempre importante notar como o trânsito vem aparecendo cada dia que passa mais na "cesta básica de reclamações da população". Trata-se de um problema que deve ser debatido na próxima eleição municipal. As perguntas foram focadas em "problemas urbanos" e não em grandes questões.

Dentre estas alternativas, qual o Sr(a) considera como aquela que mais tira a sua Qualidade de Vida?
O Trânsito engarrafado 32%
Ruas mal iluminadas 16%
Calçadas mal cuidadas 12%
A Sujeira da Cidade 08%
Ruas e Avenidas esburacadas 07%
Flanelinha 06%
Poluição Sonora 05%
Camelô na Rua 04%
Placas Mal Sinalizadas 03%
NS/NQO 07%


O Sr(a) acredita que com os Jogos Olímpicos de 2016 e com a Copa os problemas citados acima que tiram sua Qualidade de Vida serão resolvidos?
(Qual destas frases resume melhor a sua opinião)
Não sei se vai resolver, mas Vai melhorar minha Qualidade de Vida. 26%
Se não resolver desta vez, nunca mais. 21%
Só durante o evento que vai melhorar. 19%
Não vai resolver nada 10%
Eu acredito que vai resolver, com certeza. 09%
Não sei se vai resolver, mas Vai piorar minha Qualidade de Vida. 06%
NS/NQO 09%




Como se trata de uma pergunta "indireta" traçamos os seguintes perfis em função das respostas:
Otimista 35%
Crítico Observador 21%
Desconfiado 19%
Apocalipticos 16%


Sobre esta frase:
"Se está assim agora, eu quero ver é quando tiver as Olimpíadas/Copa"
O Sr(a) já usou ou ouviu alguém usar?
SIM 74%
NÃO 17%
NS/NQO 09%

O dorso feminino


Uma pergunta que julguei mal respondida. (Nem sabia se era para mim ou erro). E elaborei um raciocínio que me levou até infância/adolescência. Minha predileção pelo dorso feminino. O que de mais lindo existe na figura do corpo humano. Lembrei das obras de dois pintores os quais muito gosto. Egon Schiele (que coloco numa trindade pessoal ao lado de Chagall e Paul Klee) e Degas, que foi tão presente nestes meus momentos "quinzeanistas"(ou seriam onanistas?).

O dorso. Bunda é apenas um detalhe, talvez o resumo. A parte mais visível. Mais notória. Porém o dorso é muito mais que isto: vai da nuca aos calcanhares. Como se pudesse escrever a anatomia feminina da forma que eu bem entendo. Que eu bem gosto. E isto fosse lei. É para mim. E basta.

O dorso é tão puro e casto quanto sedutor e convidativo. Adoro contradições. Talvez seja a falta de expressão facial, onde lemos as máscaras e personagens, mas confesso que o dorso é lindo. De escrever, desenhar, pintar, admirar e aproveitar.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Estádio Municipal de Braga

Estádios de Futebol


Tenho uns 1000 jogos de futebol. O que não é pouca coisa. Começa na infância no Maracanã e passa por estádios como o da Portuguesa, da Rua Bariri, Conselheiro Galvão e vai do Olímpico ao Curuzu. Depois chega aos estádios, alguns que foram já foram ao chão como o Sarriá e o Delle Alpi e os clássicos completamente reformados, como o antigo Wembley, da Luz ou o maravilhoso Olímpico de Berlim.


Fato: se vê o jogo muito bem em diversos estádios modernos. O Alvallade do Sporting, por exemplo é ótimo. Parece muito com seu irmão gêmeo na Holanda. Ou seja os estádios hoje parecem seguir um padrão de conforto muito similar. Os estádios na Alemanha são muito agradáveis. Na Itália, nem todos. Mas os da Alemanha são realmente agradáveis. E curiosamente aonde o ingresso percentualmente é um dos mais baixos na Europa.




Agora, se existe um Estádio que merece nossa reverência e referência é o Estádio Municipal de Braga. O popular "Da Pedreira". Fizeram uma obra genial. A autoria é de Eduardo Souto de Moura, ganhador do Prêmio Pritzker em 2011. (Gehry, Niemeyer e Pei também ganharam) Quando estive por lá, vendo um jogo entre Dinamarca e Bulgária, que não me lembro do placar final, lembro que foi vitória da Dinamarca, eu fiquei tão maravilhado com o estádio que fiquei perambulando pelo mesmo. Uma obra de arte. Se em campo o futebol não me empolgava, o estádio era lindo. Sem arquibancadas atrás dos gols, apenas nas laterais. Encravado no meio da rocha. Não precisa ser estudante de arquitetura, amante das artes ou do futebol. O estádio é lindo. Inusitado. Capacidade, sem pesquisar na net, mas anotei na época que era para umas 30 mil pessoas.


E o Sporting Braga, time com a alcunha dos "Guerreiros do Minho" chega a uma final de Torneio Continental. E contra o Porto. Dragões e Guerreiros duelando no Reino Unido. É Portugal com seu passado celta se fazendo presente. Que vença o melhor.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Outono Carioca

Vago nas pedras desertas do Arpoador.

sábado, 14 de maio de 2011

Cinza combina com verde

E a Cidade estava assim.
Meio cinza de Berlin.
Meio verde daqui.

Madredeus em BG,
eu quero,
queria,
Win Wenders,
filmaria.



Cinza combina bem demais com verde. E o Rio fica lindo assim. Arpoador, `as 16h 28min.

Não basta ser pai, tem que participar

Miley Cyrus se veste como Madonna, tem o Cabelo da Janis Joplin e o corpinho da Courtney Love. Se não está tão bonita como menina-mulher como na época que era menina-menina, ela mostra alguma personalidade. Não tem cintura, nem presença de palco. E por enquanto não precisa. Tem bochechas e controle absoluto da platéia, que difere de presença de palco. Tem muito carisma e algum talento. Ao menos cantou Nirvana e Joan Jett. E cada vez que uma ídolo teen toca Kurt Cobain, eu penso que é educativo. Ajuda a afastar uma geração da música baiana, sertanejo universitário e outras coisas sem critério. Em resumo : Não foi tão traumático quanto eu pensava que poderia ser.
E Miley Cyrus, por ter consciência que escolheu o caminho mais difícil, ser cantora ao invés de ser atriz, merece sim um elogio. Coragem é algo digno em todos os humanos. Principalmente nos artistas.

Quem merece elogio também é o responsável pelo "som ambiente" do HSBC colocou The Clash e The Jam antes de rolar o show. London Calling e That's Entertainment num show teen? Boa.