segunda-feira, 11 de março de 2013
quarta-feira, 6 de março de 2013
Chavez
Chavez não era "de esquerda". Assim como Lula sempre foi um sindicalista. Mas ambos sempre tiveram uma enorme visão social. Talvez não tenham tido tempo para ler o mínimo de leitura "de esquerda" nos tempos de faculdade.
No futuro próximo, quando olharmos as orquestras sinfônicas pelo mundo, veremos um exército de músicos chineses e venezuelanos. Países que investem pesado na formação destes jovens talentos.
Peguei o exemplo da música erudita para que o pessoal do retardo social, a turma que não gosta de avanços e de distribuição de renda, compreender que visão social não é coquetel beneficente. É ação de fato.
Apesar de preferir o Chapolin ao Chavez, sejamos sinceros, o mundo perde a verve tosca e a sinceridade pragmática. E alguém que batia um tambor diferente. Que buscava uma visão social além do bom mocismo fake de direita travestido de modernidade.
E Chavez sempre foi eleito com voto popular, embora isto faça gemer a direita afetada. A mesma que critica a Venezuela e se silencia diante da China.
Deliciosamente ver o mesmo, ao ser entrevistado por um jornalista inglês, responder ao mesmo : "Você está completamente mal informado. Você não sabe de nada..." e em seguida emendar sua explicação.
Valeu, Chavez. Pessoas como você e o "Velho Briza" fazem falta neste mundo cada dia mais pasteurizado e mais adestrado em "media training". Cada dia mais chato. Mais igual. Mais sem coragem. Sin cojones.
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domingo, 17 de fevereiro de 2013
Celebridades e talentos
Eu não compreendo muito este super mega culto a personalidade. Não vemos mais os jogadores de futebol como ídolos do esporte. Eles vão mais para as páginas sobre barracos, bebedeiras e salários que pela bola. Nós queremos ver isto? Eu pessoalmente não. Com artistas a mesma coisa. Os virais mais fortes são os barracos, os deslizes, ou seja, não os vemos mais como artistas. Como mitos. Os vemos como celebridades. E talvez desta forma a proximdade excessiva, quase constrangedora como uma celebridade que exibiu em seu programa o exame ginecológico da família e uma colonoscopia do pai. Meu Deus, o que é isto?
Bem, de ídolos. Eu tive poucos. Pouquíssimos. Algumas preferências, mas ídolos poucos. Na guitarra, que me perdoem todos os meus guitarristas de rock ou gênios do jazz, eu adorava o Robert Cray. Achava que ele fazia o simples, fantástico. Não confessava, afinal ele era pop demais.
Fui ao show. Moleque impertinente. Entrei no camarim. E pós show. Estava ali. Eu e ele. Bebi uma Pepsi. Lembro bem. E me achando entre amigos e "me achando". Me oferecem uma guitarra. Eu na cara de pau coloco numa distorção perdida, pedalzinho laranja. Perfeito. E toco o único "riff" que sabia tocar, mas por ter colocado a distorção, os caras acharam estranho, talvez legal, pela "cara de pau" do moleque. Depois de algumas fotos, Robert Cray me dá a palheta dele. Agradeci. Estava extasiado. Mas, voltando pra casa, pensei "Ele é próximo demais para ser ídolo." Era esta a diferença, no passado os ídolos estavam distantes, hoje super expostos, exibem a sua vida, não mais a arte que apenas esperávamos.
Bem, de ídolos. Eu tive poucos. Pouquíssimos. Algumas preferências, mas ídolos poucos. Na guitarra, que me perdoem todos os meus guitarristas de rock ou gênios do jazz, eu adorava o Robert Cray. Achava que ele fazia o simples, fantástico. Não confessava, afinal ele era pop demais.
Fui ao show. Moleque impertinente. Entrei no camarim. E pós show. Estava ali. Eu e ele. Bebi uma Pepsi. Lembro bem. E me achando entre amigos e "me achando". Me oferecem uma guitarra. Eu na cara de pau coloco numa distorção perdida, pedalzinho laranja. Perfeito. E toco o único "riff" que sabia tocar, mas por ter colocado a distorção, os caras acharam estranho, talvez legal, pela "cara de pau" do moleque. Depois de algumas fotos, Robert Cray me dá a palheta dele. Agradeci. Estava extasiado. Mas, voltando pra casa, pensei "Ele é próximo demais para ser ídolo." Era esta a diferença, no passado os ídolos estavam distantes, hoje super expostos, exibem a sua vida, não mais a arte que apenas esperávamos.
sábado, 16 de fevereiro de 2013
Madri hoje
Frequento Madrid desde os anos 80. Quando ela era, para alguns europeus, algo fora da Europa. Vi sua alegria do Euro. E agora a vejo triste como na época "pre Euro", "pre Schengen"...porém maravilhosamente decadente. E como a vida é feita de ciclos, ficamos no aguardo.
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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
Real Madrid e Barcelona
Após o trabalho de oito até as oito, uma ida ao Maracanã, digo Bernabeu.
Toda vez que entro no Bernabeu me vem a imagem da Seleção de 82. Onde eu esperava encontra-la. Lembro até do Balão que subia com o Colombia 86. E a Seleção Brasileira de Falcão, Zico e Socrates, ficou no meio do caminho, assim como a Copa Colombia 86, que foi Mexico 86.
Madrid está triste como eu nunca a vi. A crise é bem sentida na Espanha e sobretudo no orgulho de grande nação. Ferida.
O metrô custa um euro e cinquenta, praticamente o mesmo preço que o metrô do Rio de Janeiro. Onde ganhamos em Real.
O jogo. Bem, todo jogo na Europa, até entre times populares, os estádios se tornam cada dia que passa um espetáculo mais elitista, talvez exceto na Alemanha onde o ingresso é bizarramente barato. Mas ingressos, equivalentes as nossas cadeiras, entre 85 e 140 Euros. E dentro do Estádio, que falta faz a nossa "Torcida". Um espetáculo a parte. Que vejam um Fla- Flu e depois me falem.
Europeu chega na hora do jogo. Claro. Seu lugar está marcado e respeitado. E a torcida do Real Madrid aguarda até o início do jogo para entrar completa. Parece um hábito da torcida tricolor carioca que sempre tem tempo para um último choppinho antes do jogo.
Jogadores se aquecendo ao som de música pop, de Queen, de música erudita, bem, fica um espetáculo meio patético, pois parecem estar numa coreografia fora do tempo. Um ballet desajustado.
Antes gols memorávies para a torcida do Real. E o Vasco da Gama devidamente homenageado. O gol de Raul, naquela final em Tóquio, passou umas quatro vezes. Dá-lhe Vascão. Vice Mundial não é para qualquer um.
Ligada calefação. Ainda bem que uso um casaco e camiseta. Pois estava no calor de Moça Bonita. Não entendia os casacos. Ali dentro estava mais quente que Moça Bonita as quatro da tarde com horário de Verão. Me senti fazendo bronzeamento artificial.
Que grama. Que contraste de uniformes.
Na chamada dos jogadores, o marrento Mourinho, ainda que não seja unanimidade, disparado o mais aplaudido. Sempre acho que algo está errado quando o mais aplaudido é o técnico ou o DJ.
O jogo em si foi como todo jogo contra o Barcelona. Eles rodam a bola. Os baixinhos do Barcelona caem. Juiz marca falta. Messi desequilibra. O Real Madrid com um bando de jogadores que seriam recusados na Série B do Paulistão. Cristiano Ronaldo se futebol fosse um esporte individual seria um dos maiores de todos os tempos. E o resultado um empate. Um a um.
Depois um "barraco" uma confusão. O bom garoto e gênio da bola Messi teria cuspido em Arbeloa. Não sei o que Arbeloa fez em campo com Messi, mas se eu fosse torcedor do Real Madrid, também teria tido esta vontade.
A foto que ilustra este post é do Atlético de Madrid. Meu time por razões óbvias. Primeira: igual a camisa do meu Bangu. Segunda: Foi o primeiro uniforme da AAFC - Associação Atlética Flexa Carioca. Terceiro: a obviedade dos times óbvios é chata demais.
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terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
É Carnaval
Quatro dias de Avenida. Desfiles.
Alegria alcoolica de um ônibus de anônimos felizes.
Para mim, cravo e canela. Sabores e cores.
Café.
Alegria?
Então para mim hoje é Natal.
E viva um iPod esquizóide.
Bela surpresa.
Ouço música de Natal o ano inteiro.
Assim é sempre dezembro na minha vida.
Feliz Natal.
Alegria alcoolica de um ônibus de anônimos felizes.
Para mim, cravo e canela. Sabores e cores.
Café.
Alegria?
Então para mim hoje é Natal.
E viva um iPod esquizóide.
Bela surpresa.
Ouço música de Natal o ano inteiro.
Assim é sempre dezembro na minha vida.
Feliz Natal.
Bateria da Beija-Flor
Mangueira exibindo o Mato Grosso e Copa do Mundo
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sábado, 19 de janeiro de 2013
Sábado matinal
Ideal para começar o sábado. Ao ar livre. Independente do clima lá fora. Quente ou frio, vale o ar da rua.
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
Vinhas da Ira? Ou Oliveiras da Vaidade?
Em geral acreditamos que os Países defendem suas uvas com o ardor da paixão. Negativo. A verdadeira paixão de um povo é o seu azeite. Sua Oliva. Sua oliveira. Exemplo: pegue um grego, um italiano, um espanhol e um português. Pergunte a cada um deles qual o melhor azeite...
Some people believe that grapes are "the true pride of a country" actually are the olives. Ask a Portuguese, Italian, Spanish or Greek what is the best olive oil...
Some people believe that grapes are "the true pride of a country" actually are the olives. Ask a Portuguese, Italian, Spanish or Greek what is the best olive oil...
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quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
Setor de Feiras e os novos paradigmas
"Certos ódios honram mais que a solidariedade." Alvaro Lins
Eu não entro no mérito se o jornalista Claudio Humberto foi usado como "boca de aluguel" ou acredita no que escreveu. Mas como homem de marketing digo: insano. O Mundo vem mudando. O segmento de Feiras, em todos os setores no Mundo, se repensa. Após a chegada diversos adventos tecnológicos de informação e a ampliação da plataforma de usuários finais com acesso a internet, temos um novo mundo. E a Embratur, com um trabalho vigoroso e virtuoso, procura o caminho certo deste Mundo Novo.
Não é "puxa saquismo" com a gestão Presidente da Embratur, Flavio Dino. Nem corporativismo. Nem alinhamento partidário ou político. Mas uma defesa coerente de quem pensa exatamente desta forma. É a coerência e o marketing que me fazem abrir este espaço.
Quanto ao que o Claudio Humberto disse, bem, o histórico do jornalista fala por si só. Mas querer antecipar um processo eleitoral atacando sem coerência um trabalho sério, não parece um ataque inteligente. Só aglutina mais em torno do nome do Flavio Dino.
Resposta de Flavio Dino ao Claudio Humberto:
“A EMBRATUR não diminuiu a presença do Brasil no mundo. Ao contrário, aumentamos o número de notícias, de ações e de eventos. Em 2012 realizamos uma atividade internacional POR DIA útil, atingindo todos os mercados prioritários. Prova da eficiência dessas ações está no fato de que em 2012 obtivemos os melhores números do turismo internacional da nossa história, no tocante aos 3 indicadores mais importantes: ingresso de turistas; ingresso de divisas e realização de eventos internacionais
Sobre a participação em feiras internacionais – um dos instrumentos de ação dos órgãos de promoção turística internacional – reduziremos em 2013 a presença em alguns eventos de baixa produtividade para priorizar eventos próprios do Brasil, a exemplo dos seminários GOAL TO BRASIL e das atividades que realizaremos na Copa das Confederações e na Jornada Mundial da Juventude. Algumas feiras internacionais perderam a importância que tiveram outrora, por mudanças de mercado e pelo crescente uso da internet. Vários países têm revisto sua participação em feiras, como França e Chile, entre outros.
Uma gestão eficiente e responsável não pode se manter presa aos paradigmas do passado, desperdiçando recursos públicos, apenas para agradar algumas poucas empresas.
Em 2013 vamos superar os recordes de 2012, confirmando a trajetória virtuosa do turismo no Brasil.
Sobre inverdades e agressões veiculadas em comentários derivados da cena eleitoral maranhense, prefiro nada dizer. Os fatos falam por si. No momento próprio, ou seja na campanha eleitoral de 2014, faremos os debates necessários, quando apresentarei indicadores do meu desempenho de funções nos TRÊS PODERES, em mais de 20 anos como servidor público”.
domingo, 6 de janeiro de 2013
Publicidade e futebol
A publicidade e o futebol, como o Rock ou os quadrinhos, fazem parte da cultura pop. Pensei nos filmes publicitários com futebol que mais gosto. Dispensei as super produções e fiquei com os que remetem a um Brasil que sabia jogar bola, em especial ao som de "Mas que nada" e o melhor de todos os tempos. O da Adidas. Do "Jose + 10". A turma criou como a cabeça de um moleque que sabe bem o que é amar o futebol. E viajar com o futebol como se viaja quando se está na infância e o futebol parece ser quase tudo que existe no mundo.
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
Receita de Ano Novo - Drummond
Drummond é um excelente poeta da língua portuguesa. Mas hoje aqui trago aquele Drummond, aquele mais cafona, que escrevia uns textos melosos no Jornal do Brasil. Este Drummond melado não matou o bom poeta. E hoje, nada melhor que o escritor melado, afinal é ano novo.
Salve Drummond.
Salve 2013.
Texto extraído do "Jornal do Brasil", Dezembro/1997.
Salve Drummond.
Salve 2013.
Receita de Ano Novo
Para você ganhar belíssimo Ano Novo
cor de arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação como todo o tempo já vivido
(mal vivido ou talvez sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser,
novo até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens?
passa telegramas?).
Não precisa fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar de arrependido
pelas besteiras consumadas
nem parvamente acreditar
que por decreto da esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.
Para ganhar um ano-novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo de novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.
Texto extraído do "Jornal do Brasil", Dezembro/1997.
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domingo, 23 de dezembro de 2012
Zózimo
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Fonte da Juventude
Esta fonte, atualmente seca, fica na entrada do Tunel Novo, aquele que fica no final da Princesa Isabel, foi um "presente dos Vinhos Ramos Pinto", um vinho o qual me remete ao Porto por naturalidade.
Pois bem, esta fonte, talvez seja a única "Fonte da Juventude" do Rio, (desconheço a existência de outra), uma bela obra de arte, e já no início do século uma ativação de marketing por parte da empresa de vinhos, esta fonte, está merecendo um trato.
A sugestão para a turma da Prefeitura do Rio - montar um esquema para patrocinar esta "reforma e manutenção da fonte". Com água. Se for o caso em outro lugar. Patrocinadores?O primeiro a ser procurado, é claro, deve ser a importadora de vinhos. E por ser uma "Fonte da Juventude" a quantidade de produtos e empresas que gostariam de ter seu nome associado a este "forever young" é bem extensa.
Pois bem, esta fonte, talvez seja a única "Fonte da Juventude" do Rio, (desconheço a existência de outra), uma bela obra de arte, e já no início do século uma ativação de marketing por parte da empresa de vinhos, esta fonte, está merecendo um trato.
A sugestão para a turma da Prefeitura do Rio - montar um esquema para patrocinar esta "reforma e manutenção da fonte". Com água. Se for o caso em outro lugar. Patrocinadores?O primeiro a ser procurado, é claro, deve ser a importadora de vinhos. E por ser uma "Fonte da Juventude" a quantidade de produtos e empresas que gostariam de ter seu nome associado a este "forever young" é bem extensa.
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sábado, 22 de dezembro de 2012
Rio de Janeiro. Foto retrospectiva 2012 pelo telefone
Fotos pelo telefone.
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domingo, 16 de dezembro de 2012
O primeiro time brasileiro campeão mundial
Bangu Campeão Mundial.
Não é papo de entusiasta. É fato.
Era organizada, na primeira metade da década de 60, nos Estados Unidos, a International Soccer. Uma verdadeira Copa do Mundo de Clubes.
Na edição vencida pelo Bangu disputaram :
-Campeão Inglês
-Campeão Francês
-Campeão Norte Irlandês
-Vice-Campeão Escocês
-Bayern de Munique (representando a Alemanha)
-Campeão Sueco
-Campeão Austríaco
-Campeão Iuguslavo
-Sporting (representando Portugal)
-Sampdoria (representando a Itália)
-E, é claro, o Bangu representando o Brasil.
Em 1960, numa campanha vitoriosa, o Bangu se tornou o Primeiro time brasileiro a se tornar Campeão Mundial. Dois anos antes do Santos de Pelé. Inconteste. Se tem ou não o reconhecimento da FIFA, pouco importa.
Aqui um video da conquista histórica.
Quem tiver mais curiosidade, pode pesquisar sobre o Torneio nos links:
Links:
http://en.wikipedia.org/wiki/International_Soccer_League
http://www.campeoesdofutebol.com.br/international_soccer_league.html
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
Copacabana - Mangueira, Braguinha e Caymmi
Copacabana começa com Braguinha e termina com Caymmi.
Completamente musical.
Uma estátua na entrada do Bairro, quem vem do Centro, antes de entrar nas ruas do Bairro - Barata Ribeiro ou Avenida Atlântica, encontra o autor de "Copacabana". No calçadão da Orla, antes de chegar na Francisco Otaviano, a caminho de Ipanema, o mais carioca de todos os baianos.
Viva Caymmi.
Viva Braguinha.
Curiosamente os dois foram enredos da Estação Primeira de Mangueira.
sábado, 1 de dezembro de 2012
domingo, 25 de novembro de 2012
Contra a injustiça em defesa do Rio - Veta, Dilma
Amo o Rio. Por saber que ele resume o Brasil. Mas este texto é apenas razão. E justiça. Não tem paixão.
Royalties não são "parte da riqueza", São compensatórios. O petróleo não é uma riqueza ou energia limpa. Ele é sujo e perigoso. Ele demanda uma série de investimentos nas suas proximidades. Petróleo é "o excremento do Diabo". Como bem disse Juan Pablo Pérez Alfonso. Venezuelano, pioneiro da fundação da OPEP.
Agora que já compreendemos a questão dos royalties. Eles indenizam o que o petróleo estraga. Não se trata de "dividir a riqueza" do Petróleo. O mesmo já é dividido. A Federação fica com a maior parte, que ela reverte para todo o Brasil. Ou deveria reverter. O Rio não é o menino rico que não quer dividir seus brinquedos. Já dividimos. E temos prazer e vontade de ver outros Estados tendo ciclos positivos como o que o Rio de Janeiro vive. Não queremos ser uma Ilha da Fantasia no meio do Brasil. Estamos juntos. E misturados. Mas, Royalties indenizam o estrago da extração do petróleo. Qualquer coisa diferente disto é demagogia.
Outro ponto. O Rio de Janeiro. Povo e bancada. Em momento algum se colocou contra outros Estados. Na partilha das riquezas do Pré Sal e futuras, houve a sinalização de buscar um novo entendimento. O que o Rio clama é para que NÃO SE MUDE AS REGRAS DO JOGO NO MEIO DO JOGO. Esta emenda é quase que um golpe populista, jogando os demais Estados contra Rio e Espírito Santo. Mudar regras do jogo no meio do jogo é golpe. Golpeia a credibilidade na segurança jurídica estabelecida no País.
Por isto, amanhã é dia de ir para as ruas. Se isto vai sensibilizar a Presidenta Dilma, sinceramente, pouco importa. O que vale aqui é mostrar a mobilização. Uma causa justa. Como o Rio de Janeiro foi em momentos de luta pela democracia. E por esta mesma democracia, de valer a Constituição lá estaremos.
É pela Constituição. Por Justiça. E, fundamentalmente, pela democracia que estaremos retornando.
Contra a injustiça em defesa do Rio.
Em defesa da Constituição.
Em defesa da Democracia.
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Em defesa da Democracia.
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