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sábado, 22 de dezembro de 2012

Rio de Janeiro. Foto retrospectiva 2012 pelo telefone

Fotos pelo telefone. 
Pics from mobile.
Ilhas Cagarras.
Copacabana.

Pão de Açucar.

Lagoa Rodrigo de Freitas.

Copacabana.

Dois Irmãos, Leblon.

Ipanema.

Corcovado, Humaitá.

Aterro do Flamengo.

Morro do Alemão.

Arpoador.

Colombo.

Copacabana.

Calçadão Copacabana.

Leblon.

Leme.
Ipanema
Jardim Botânico




quinta-feira, 21 de junho de 2012

Pedalar no Rio com chuva. Pedalada noturna


Num dia de grande evento na Cidade, onde boa parte das comitivas parece estar curtindo mais o RioSul que o RioCentro, digo que a Cidade está maravilhosa. Em todos os sentidos. No sensorial. Aromas, por exemplo.

A chuva, providencial, protegendo os visitantes da praga nossa de todos os dias, dengue. E a Cidade num colorido que parece a ONU com um quadro do Zorra Total a julgar pela variedade dos trajes e cores.

E numa noite de chuva, após o brilho na tarde - sim em função do fuso do outro lado do Atlântico, após o brilho vespertino do Ronaldo lusitano, uma vitória épica que parece querer redimir uma geração que teve no seu início, seu ápice. A vitória sobre o Brasil no Sub 20 da FIFA de 1991 com o velho estádio dos encarnados lotado como no passado. Pois o português, que tem alguma coisa de Michael Jackson, pelo pop, pela genialidade, pelo desejo midiático. Pois Cristiano Ronaldo  é bom de bola. E decisivo. Ao menos até agora foi. E Portugal vem oferecendo  uma superação coletiva, um amor pela bola e a presença do talento individual decisivo. Chamando para si a responsabilidade. O título, se vier, é um detalhe. Mas parece que ficará em boas mãos caso vá para Lisboa. Portugal, pelo histórico nos últimos 10 anos, está entre os grandes do futebol. E EuroCopa é uma festa. Das que eu mais curto. E pelo prazer presencial nem a Copa do Mundo chega perto. A proximidade dos Países na Europa e a malha de transporte faz a festa das torcidas se deslocando.

Um "Bansky Tabajara" em Ipanema.

Quiosques Aromáticos. Flores. Caril/Curry. Chuva.Terra molhada. Praça Nossa Senhora da Paz.
Voltemos ao Rio com chuva. Pedalando, ao ver minha sombra, com capuz e a cesta na frente da magrela, a inevitável  lembrança da cena clássica de "ET". Mas sem Bicicletas Voadoras. Assim como a lembrança paternal, do "Parapluie de Cherbourg", mas sem Catherine Deneuve.

Pedalar na chuva resgata um prazer quase adolescente. Despretensioso. Completamente sem motivo. Sem razão ou responsabilidade. E pedalar na chuva, adulto com esta consciência é como terapia de regressão. Sem nostalgia. Sem paranóia. Sem dramas. Apenas relaxar. Aproveitar a chuva. Ver o mundo como uma pintura impressionista. Sentir o aroma da chuva, da terra molhada, mesclado com o aroma das flores dos quiosques da Praça Nossa Senhora da Paz. Ouvir os sons além do próprio Ipod. Ver a convivência harmoniosa de um samba, dos bons saindo de dentro do Bip Bip com direito a Alfredinho reclamando, com um Hendrix do lado de fora e um pagode rasteiro e popular. Aqual mistura que Copacabana sabe fazer. E fica um passeio completamente sensorial. Campo para todas as sinestesias de cores, sons e aromas.

O Rio com chuva fica perfeito. Quem não nota é por falta de sensibilidade. Ou por ser um chato. Pedalando é como se sentir com 15 anos. Sem para isto ser completamente ridículo. Apenas o limite tolerável.

sábado, 23 de julho de 2011

Outro site

Achei legal. Recebi um mail de um site sobre minhas poesias, feito por terceiros que não sabia da existência. Confesso que fiquei feliz, até mesmo envaidecido. Sem solene ou pretensão. Já ri quando fui tema de dissertação de pós em literatura...Bem, aí, realmente se eu ficasse envaidecido, seria contrariar minha essência.
Sobre o site, mesmo sendo não oficial, ele ganha hoje a oficialidade e o agradecimento para a Carla Chaves autora do site.

Diário Fragmentado

O site do livro Diário Fragmentado. Coisa antiga.



sexta-feira, 25 de março de 2011

Post Poético

Para fazer o "adesivo" da campanha "Orgulho de Ser Neurótico" do post anterior, abri um programa e encontrei alguns textos e poemas do meu livro "Achados e Perdidos". Assumidamente leves, sem pretensões, descompromissados e "pop".