Amanhã eu falo alguma coisa de Carnaval.
Hoje apenas isto.
The Good Life.
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De Nova Iorque, depois de tantas entradas, muitas boas lembranças e muitos gostos. Mas uma, lembrança e gosto (não necessariamente um gosto bom é bom gosto), demonstra, sem sutileza, o sabor da azia, trazida pela comida ruim. Esqueça Daniel, Cirque ou algo elogiado no Zagat. Meu sabor da azia nova iorquina vem no Sbarro, carregado de pimenta com gosto artificial. A verdadeira azia nova iorquina. Barata, sem categoria e para comer em pé. E lembrei do Murray. Um cachorro especial, que tinha "murreisice" do seriado, ambientado em Nova Iorque, com Helen Hunt e Paul Reiser, Mad About You.
Um pequeno engarrafamento em frente a antiga Casa da Moeda, hoje Arquivo Nacional, me fez lembrar de uma deliciosa lenda sobre trocas de projetos. O Palacio Governamental de Santiago do Chile, o "La Moneda" havia sido trocado com o Projeto de nossa antiga "Casa da Moeda" num navio que vinha da Europa com os dois projetos. Passei anos de estudo ali, ao lado, na UFRJ - Direito e já conhecia esta lenda. E sabia que era infundada. Já que os dois palácios são de épocas distintas. As lendas podem ser mais deliciosas que a crua verdade. Mas viva a verdade. Não houve troca de projeto.

"Verde que te quiero verde.
Verde viento. Verdes ramas."
Queria mostrar uma cena com os anões do filme "História que nossas babás não contavam". Anões falando um monte de palavrões. Filme brasileiro que por 10 minutos não aparecer um peitinho ou um palavrão (quase sempre totalmente desconexo como alguém que sofre da Síndrome de Tourette), se não aparecer palavrão ou peitinho, pode apostar é filme dos Trapalhões ou da Xuxa. Bem, este filme tem uma das mulheres que, se o mundo já estivesse globalizado, teria sido uma Eva Mendez e estaria naquelas listas de mais sexys do mundo. Adele Fátima. Aqui com o papel do filme citado, ela está de "Clara das Neves".