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sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Paes e Gabeira - Excesso de debates

Uma eleição que começou morna e...Continua morna.
E arrastada como um filme ruim.

Mesmo com panfletos baixo nível contra Gabeira.
(Pego tal qual "baton na cueca" da turma do Eduardo Paes.)

Mesmo com Eduardo Paes jogando a Zona Oeste contra a Zona Sul.
(Tem mais gente que fAz isto na política popularesca)

Mesmo com Gabeira bancando o coitadinho.
(Tem mais gente que fEz isto na política popularesca)

Mesmo com as alegações sobre vida sexual de ambos.
(Faltaram exigir o popular "teste da farinha" dos dois.)

Mesmo com afirmações dos dois sobre o consumo de substâncias ilícitas.
(Fumo mas não trago. Quem "trago" é um amigo meu)

A eleicão continua morna.

Gabeira e Eduardo Paes de tanto debaterem-eu já vi pela imprensa uns 5 debates- depois da eleição eles vão virar coleguinhas . Vão beber drinks, ou chazinho juntos. Sair para fazer compras. Falar sobre relações. Estilo as 4 malas do "Sex and The City". É muita conversinha. A eleição do Rio com os dois ficou muito blá blá blá e pouca proposta de fato.


Lá em cima, Obama e McCain fizeram 3 debates. Aqui tem 10 programados entre as duas. Duas candidaturas! Sem maldades.


terça-feira, 17 de junho de 2008

Ver dois dias na frente

Diante da força da bandidagem, pois o que Cidades como Rio e São Paulo vivem está além de chamar de violência urbana, os mais simplistas, sempre pedem a presença do exército nas ruas.

Dizer não com reservas a esta presença não se trata de nenhum sentimento anti-militar, ou desrespeitoso com nossas Forças Armadas.

O ser humano tende a desejar repetir experiências bem sucedidas. E a presença do Exército durante da Rio-92(Eco92
Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente) foi um sucesso que parece ter deixado saudade.

O fato é que a história não se repete e vivíamos um momento diferente nestes mais de 15 anos.

Hoje o poder paralelo da bandidagem não é localizado a uma única atividade. Mesmo se acabasse com o tráfico, as ramificações do crime seriam mutáveis. A bandidagem, que alguns chamam de violência urbana, ocupou o papel do Estado nas comunidades. Legislam. Cobram. Julgam. Executam. Este último verbo conjugado nos amplos sentidos.

Se por mágica acabasse o consumo e a entrada de entorpecentes no Rio de Janeiro, o poder paralelo da bandidagem estaria habilitado a novas formas de ser exercido. Não acabaria nem de longe a violência urbana. Ela existe no vácuo do estado omisso.

E a ocupação do exército, colocando jovens bem treinados próximos a este poder paralelo pode servir para militarizar esta bandidagem. Um risco previsível para qualquer pessoa que veja dois dias na frente.

Porém atribuir culpa direta ao Senador Marcelo Crivella no caso do Morro da Providência é uma maldade. O projeto Cimento Social busca diminuir a omissão deste Estado tão omisso nas comunidades que acabou criando uma filial do Brasil. O Brasil aonde o Lula é amado. O Cabral é conhecido. O César é visto de forma simpática, mas o respeitado mesmo é o "dono da comunidade".

sábado, 17 de novembro de 2007

Alterações idiotas no tráfego


Existem alterações no tráfego que não tem como a lógica e o bom senso terem sido cogitados.

Só pode ser para agradar ou algum morador, ou alguma empresa que se interesse em tal traçado burro. Um traçado que prejudique o coletivo em função do particular.

Podemos citar claramente dois trajetos que se foram traçados sem má intenção para agradar alguém, com certeza foi pensado por algum imbecil. Se foi feito com o intuito de atender, ainda sim quem fez foi um imbecil. Um imbecil bem mandado, talvez bem agraciado, mas ainda sim um imbecil.

Caminho idiota número 1

Retorno criado na Barra, próximo ao Shopping Barra Point. O intuito era atender os moradores do Jardim Oceânico, que pouco serviu, mas conseguiu criar engarrafamentos no Itanhangá e na entrada da Barra. Palmas para o gênio. Merece apurar o responsável e garantir que o mesmo nunca mais obtenha um novo mandato. Ou proibir o mesmo de cogitar ou legislar sobre tráfego.

Caminho idiota número 2

Vindo da Barra, para ir a Gávea, o fechamento da rua na saída do Tunel, com o intuito de atender meia dúzia de moradores é um absurdo. Faz com que o deslocamento da Barra para a Gávea seja ampliado em 40 minutos. Isto mesmo, na hora de rush, traçar um caminho que fica 40 minutos mais distante. Eu não entendo como moradores da Barra, que estudem na PUC não se mobilizem para tirar aquela arbitrariedade do fechamento.

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

Prefeitura do Rio - Culpa do ar seco 2

Sérgio Cabral:

“Se for preciso eu deixo o Governo do Estado e concorro a Prefeitura”

Bem, por mais que o Governador queira apoiar e defender o Presidente Lula, deve lembrar ao mesmo que:

-Ele é Governador do Rio de Janeiro.

-A aliança Garotinho(PMDB) e César Maia (DEM) em muito pouco atrapalha o Lula.

-Bravata do Garotinho e César sendo respondida com bravata? Que coisa ginasiana. O correto seria desconsiderar este tipo de aliança. Lembrando da alma oposicionista e gauche do eleitor da Cidade do Rio de Janeiro.

-E, Governador, entendemos o carinho ao Presidente Lula, mas o senhor assinou a ficha de filiação ao PT? Se mete nisto não...

Prefeitura do Rio - Culpa do ar seco 1

Garotinho + César = 2+2 = 3

A soma que subtrai.

O voto tem um caminho natural. Fico admirado que um político antenado como César Maia tenha esquecido este ponto. Mas conhecendo César, pode ser um factóide. Pode ter algo além que a simples eleição municipal.

Os votos que César tem , em especial junto aos filhos da UDN, quando se aproxima de um candidato no estilo Garotinho, vão para outro lugar.

Em política não basta você pegar um candidato com 1,5 milhão de votos e somar com outro de 1,5 milhão e achar que você tem 3 milhões de voto. Política não é matemática. A migração do voto respeita características muito particulares que se verifica em estudos e com inteligência.

Boa parte dos votos de César são exatamente por fazer oposição ao que Garotinho representa.