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quinta-feira, 16 de junho de 2011

Sobre Ronaldo e o tempo que passa

Claro que vi diversos jogadores encerrarem a carreira. Craques como Zico, Francescoli e Maradona. Até mesmo o genial baixinho Romário. Mas o que difere o encerramento da carreira de Ronaldo(R9) dos demais? Ele foi um grande craque midiático. E seu bom mocismo (nunca soube se hipócrita por marketing ou sincero) sempre o colocou no olho da mídia. Além dos 15 gols feitos em Copa do Mundo. (Que não adianta algum espírito de porco lembrar que o bonde polonês/alemão Klose tem 14 Gols.)

Ronaldo pode não ter sido tão craque quanto Romário, mas teve uma projeção gigantesca e merecida. Foi mais que um jogador e menos que um gênio. Porém uma das maiores celebridades brasileiras contemporâneas. Soube se gerenciar e estar nos lugares certos. (Exceto quando entrou no Motel com 4 travecos)

O R9 pode não ter realizando nenhum contrato com os Clubes até o fim. Mas com a camisa da Seleção este cara merece aplauso. Independe de gostar ou não. Mas de ser justo. Sempre jogou com vontade pela Seleção.

Agora o que faz o encerramento da carreira dele ter tanto impacto na minha geração? Falo por mim. Ronaldo foi o primeiro grande jogador mais jovem que eu a encerrar a carreira. O primeiro que acompanhei desde muito moleque. Desde o início. E vê-lo encerrar agora me dá uma dimensão de idade. De fechamento de ciclo. Todos vimos Ronaldo começar, ainda dentuço andando no seu Golf dentro da concentração do Cruzeiro passando pelo mico na Copa da França, a Redenção Gloriosa em 2002 e um gordo milionário e agonizante com a camisa do Corinthians. Vimos o início, o meio e o fim.

Claro que é um ponto de vista.
De ter certeza que os anos 90 faz muito tempo.
A trilha? A música que mostra que existia vida inteligente no pop rock dos anos 90.




domingo, 5 de abril de 2009

E assim se passaram 15 anos


Pensei que com a morte, ainda jovem, com semblante altamente iconizável, Kurt Cobain seria transformado num ícone pop como Hendrix, Bob Marley ou Guevara.

Com quinze anos de sua morte, vejo que errei.

Kurt não foi elevado a categoria de ícone que eu acreditei que ele seria. Talvez no futuro ele atravesse as gerações como eu pensava.

Mas Nevermind continua sendo um disco obrigatório no pop/rock.

sábado, 29 de novembro de 2008

Misturas que funcionam anos 70, 80 e 90

Um filme emblemático dos anos 80-embora alguns incautos não se lembrem da história de Rusty James, seu irmão Motorcycle Boy e a necessidade de fugir para o mar. O filme se não é obrigatório, é quase. Com Matt Dillon e Mickey Rourke. Dois atores que poderiam ter sido a releitura do Marlon Brando.

Enfim a cena do confronto de gangues ao som de uma música emblemática dos anos 90 "Smells like a teen spirit" do Nirvana, cantada por Patti Smith, um ícone dos anos 70. 

O que eu gosto deste admirável mundo novo é misturando a gente se entende. Anos 70, 80 e 90 num único post.

Agradeço a leitora quase brasiliana, quase italiana que me enviou este link. Baci amiga.