quarta-feira, 26 de dezembro de 2007
Termos para não ouvir em 2008 -Superávit Primário
Este foi um termo inventado, não sei se na gestão Lula ou FHC, mas o mesmo é um absurdo ao bom senso.
Em resumo seria como se você pegasse o seu salário e olhasse para o mesmo antes de pagar algumas contas e falasse "Eu tenho 10 mil reais de superávit primário". Mas... se pagar as dívidas sobrar apenas 2 mil. Você tem é 2 mil. Pouco importa os 10 mil do superávit primário. Se o mesmo estiver comprometido em pagar dívidas e juros, só serve para vocie ter a certeza de que está pagando uma conta alta de juros e dívidas. Ou seja o termo é um embuste que a imprensa da boa notícia cai por ausência de critério. Economistas se manifestem contra este termo!
Por mim eu proibiria estes índices que induzem a mentira.
Adesivo Mac no carro, que coisa anos 90...
Usar um adesivo com a maçã da Apple hoje em dia denota uma grande cafonice. Prefiro muito o Mac. Uso e garanto que o mesmo é muito melhor que o PC. Mas daí a fazer campanha "eu amo meu computador" é demais.
Se antes usar a maçã da Apple era “cool”, ou no máximo afrescalhado, hoje em dia, como a plataforma Mac deixou de ser do "gueto" de artistas e designers, usar demonstra uma mesmice, falta de personalidade e breguice.
Ou seja é tão cafona quanto usar o “Deus no Céu e eu no Corcel”. Que importa qual marca é o computador que você usa?
Em resumo, quem usa a maçã da Apple no carro deve ser visto da seguinte forma: “Sou cafona” ou
"Sou um dinossauro ultrapassado da época que poucas pessoas sabiam o que era esta maçã. Ainda não acordei para o século XXI"
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
Endinela, a mulher que mais liga e você nunca atende
Post Natalino - Do they know it's Christimas?
Foram shows simultâneos nos Estados Unidos e Inglaterra. Artistas pegando Concorde para tocar nos dois Países. Ridículo, mas foi. E tudo começou com esta música de Natal. Vale ver as estrelas do Pop/rock da década mais cafona, e seus figurinos, neste clip. "Será que eles sabem que é Natal?"
PS:
Aqui no Brasil a gente viu o show pela TV. E o show de ignorância da TV Globo na época. Conseguiu errar o nome das músicas, errando o inglês, nome das bandas, dos artistas, das músicas, de dar vergonha.
Feeeeeeed the World.....
Greve de fome do Bispo

Sempre vejo atos extremados como ou muito dignos ou realmente patéticos. Na maior parte a segunda opção. Dignos de chamar o terapeuta e despertar pena. Greve de fome, auto imolação e similares, por exemplo.
Contra a transposição do São Francisco, onde com certeza muitos empresários vão aproveitar e talvez algumas pessoas possam aproveitar, seja com a água, seja com a possibilidade de obter um sub emprego em alguma das empresas que vão se beneficiar com a transposição, não sei se cabia uma greve de fome.
Agora greve de fome, se fosse do Padre Jorjão(na foto), um que já foi queridinho da mídia como um genérico mais gordo do Padre Marcelo Rossi, eu acreditaria. Seria um ato muito nobre. Afinal conseguir fazer que alguém como ele feche a boca, seria realmente um ato de muita dedicação e altruísmo.
O capitalismo a brasileira

Claro que já tive dezenas e dezenas de atrasos em aeroportos do mundo inteiro. Atrasos não são um privilégio do terceiro mundo. Heathrow, em Londres, o vôo nunca sai na hora certa. Mas atrasos são estudados e punidos. Aqui não. As empresas fiscalizadas parecem ter mais força que o permitido pela ética e bom senso nas agências reguladoras. Uma espécie de capitalismo sem supervisão de estado omisso. Que existe na hora de cobrar para sustentar a gastança. Mas se omite na hora de justificar a sua existência.
PS: Agências reguladoras tem que ser temidas como se fossem a "corregedoria".
Palavras quando saem da boca...
Existe um provérbio que afirma que a palavra guardada na nossa boca é nossa escrava, quando sai, você se torna escravo da palavra. Por isto o cuidado com o que se fala. O Ministro Nelson Jobim foi, no mínimo, leviano ao afirmar com todas as letras que os Aeroportos estariam " calmos" durante o período de Festas de fim de ano. Fim de ano aeroportos nunca são calmos. Em lugar nenhum do mundo ocidental. Quanto mais aqui, aonde as empresas aéreas atrasam impunemente. No seu discruso de posse já teve uma bela bravata: "Aja ou saia, faça ou vá embora"
Ministro,
Cuidado para não ser vítima de si mesmo.
Jobim por Jobim, sempre ficarei com o Antonio Carlos. O Jobim de verdade.
domingo, 16 de dezembro de 2007
Chatos são paranormais

Não tenho comprovação científica. Mas por ensaios no nosso dia a dia podemos ter esta certeza. Chatos são paranormais. E eles usam o telefone para demonstrar esta paranormalidade. Pense, quantas vezes no banho o telefone tocou? E era quem? Um chato ou chata.
E você saiu para atender crente que era alguém que você tinha interesse em falar. Na hora do sexo? E até mesmo com atividades como a troca de lâmpadas. Sempre um chato vai pertubar você. E usando o telefone. Por estas e outras que telefone bom é telefone morto. Digo desligado. Ou sem som.
Relogio fora do tempo
terça-feira, 11 de dezembro de 2007
Era Disco Brasileira
Claro, tudo o que vem da era disco, e com 30 anos de passagem de tempo, só pode ser tosco. Vide Village People e algumas músicas que ainda tocam em casamentos após o consumo de alcool de forma excessiva.
Mas esta abertura é um clássico e tem valor por ser extremamente contemporânea ao que se fazia no cinema e tv internacional da época. E ser até bem mais interessante do que era feito lá fora.
E vem de um tempo aonde as aberturas buscavam inovar de verdade.Inovar e surpreender em linguagem, não em apenas direção de arte ou tecnologia. De um tempo aonde as marcas das novelas não eram obrigatoriamente com fontes de letra em 3D, fazendo que todas sejam iguais.
Abertura tem que ser algo que consiga sobreviver a mais de 200 aparaições diárias e não cansar ou até mesmo irritar. Um desafio.
Esta ,mesmo cafonamente datada, serve para mostrar uma criatividade e boa edição.
Vale do Rio Doce e Absolut


A Vódica preferida das "Patricinhas Wannabe" e dos "Quase Meninas", deve ser vendida por algo entre 6 e 7 Bi de dólares. A antiga "nossa" Vale do Rio Doce foi vendida por 3,4 Bi. Ou o Governo Sueco, atual dono da vódica, tá pedindo muito na bebida, ou nossa Vale foi vendida muito barato. Resta saber quem está algumas doses acima. O atual Governo Sueco ou o Tucanato do ex Presidente FHC.
segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
Sex and The City - O filme
Estranho.
Uma série que se auto proclamava como "feminista" e na verdade as 4 encalhadas ficavam o tempo inteiro a procura do marido perfeito. O qual elas iriam para casa lavar as cuecas e serem felizes para sempre.
Que feminismo é este que só se pensa em casar? Como se casar fosse solução para a vida da mulher?
O roteiro era chatérrimo. Pareceia coisa do Benedito Ruy Barbosa. A personagem falando sozinha, escrevendo seu diário. Nada mais chato. No lugar das vacas ou personagens falando em italiano/português, as 4 encalhadas. Feias, mas extremamente bem arrumadas. Chatas de se espancar. Se salvava a mais coroa e mais "saidinha". Agora a espera pelo filme com ansiedade por parte do público feminino.
Toda a geração que acompanhou este filme, continua encalhada. Sabe o que é uma bolsa Marc Jacobs, ou um sapato Manolo, era isto que a futilidade das 4 conseguia ensinar de feminismo. E se você assistia este programa e está encalhada, deve ser mau exemplo. Processe os produtores, a chata da da nariguda Carrie e suas amigas malas. Se não conseguem um marido, ao menos uma indenização pode ser possível.
domingo, 9 de dezembro de 2007
Post pateta Natalino
sábado, 8 de dezembro de 2007
Primeiro Post Natalino
sexta-feira, 7 de dezembro de 2007
13 anos se passaram
1994 foi um ano ruim.
Parodiei Fante com seu "1933 foi um ano ruim".
O ano ruim o qual me refiro é o dia 8 de dezembro de 1994.
O dia da morte de Antonio Carlos Jobim.
Me lembro dele pela Plataforma, sempre com paciência para os chatos tietes.
Charuto, chapéu e roupa clara.
Mesmo reverenciado com a palavra, Maestro, se comportava como se fosse um velho conhecido.
Jobim, com sua simplicidade, não forçada, mas natural, encantava.
A genialidade de Tom, dispensa comentários. Jobim pode ser comparado a um Cole Porter, um Gershwin.
Não temos que gostar de Jobim pela obrigação nacionalista. Pelo fato de sermos brasileiros. Nem mesmo pelas referências em verde e amarelo na sua música. Ou pela sua carioquice exposta. Também não precisamos gostar pelo saudosismo e lembrança de uma época em que o Brasil era um país de futuro e que o Rio de Janeiro era uma Cidade naiff e extremamente feliz. Gostamos de Jobim por ser naturalmente bom. Naturalmente eterno.
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
Show do The Police
Veja a carência de eventos para a Terceira Idade.
Show do The Police -Programa da Terceira Idade

O Sting e os outros dois tem todo o direito de se lançar numa turnê para aumentar ainda mais a fortuna pessoal do amigo do Raoni, do que parece uma chacrete aposentada ou manicure-o guitarrista e o ser bizarro com cara de artista plástico, o baterista.
O patético é a coroada correndo para ir ver um show com um bando de música antiga, tocada pelo pessoal que já teria desconto no ônibus devido a idade. E ao som. Ouçam o CD em casa. É mais a cara de vocês.
Este show é brega. Cafona e estranhíssimo a badalação em cima do mesmo. No Chile venderam apenas metade. Na Argentina apenas a metade. No México tiveram que cancelar um show por falta de público. Mas aqui, acredito que vá lotar.
Toda a turma da terceira idade, ou próxima disto, está disputando os ingressos como adolescentes em fúria.
Periga ainda ter uma ida dos mesmos a Ilha de Caras, uma saída noturna com o dono da Osklen ou algum outro arroz de festa com vontade de aparecer/ciceronear artistas. Uma esticada deles para o reveillon. Um convite para o Carnaval. Uma tietagem de alguma aspirante a fama. Alguma que consiga engravidar de um deles...
Se você perguntar o que alguém vai fazer no próximo sábado e a pessoa responder que vai ao Maracanã, trate esta pessoa muito bem. Em nome do estatuto do idoso.
Perca alguns minutos do seu trabalho
Preencha e descubra.
Este site tem uma "calculadora de probabilidade de cor dos olhos".
http://museum.thetech.org/ugenetics/eyeCalc/eyecalculator.html
terça-feira, 4 de dezembro de 2007
Sobre Romario

Em algum momento entre 1995/1996.
Cena numa boate....
Um amigo gaiato/réporter esportivo questiona que moça da foto ao lado, uma "namorada"de Romário, a charmosa Andrea de Oliveira,
alega que Romário é o pai de seu filho.
Romário coça a cabeça e diz:
E o nome vai ser Romário também.
Um Romário Jr e outro Romário Filho ... (pequena pausa)
Complicado "mêrmo"vai ser decidir quem vai jogar com a Onze...."
Confirmado - Remédio anti calvície não retarda envelhecimento

Depois de Maradona ele foi disparado o maior que vi jogar. Digamos que "melhor" se aplica com mais propriedade do que maior em se tratando de Romario e Maradona.
Voltou ao Brasil quando era o melhor do mundo em 1995. Banzo. Como se Kaká ou Ronaldinho Gaúcho resolvessem jogar agora no Brasil.
Flamengo e Vasco tem que agradecer ao cara.
O Campeonato Brasileiro só foi notícia de verdade lá fora por ocasião do milésimo Gol.
Assumiu todos os filhos que teve. (Né Pelé?)
Chamou a responsabilidade para si e não amarelou. (Ihhhh aqui tem um monte de gente que amarelava com uma facilidade. Em 82, em 86, em 98- Escolha vc aqui o seu amarelão de cada Copa) Romário prometeu e cumpriu.
Deu um exemplo com a Princesinha Ivy.
Teve a maior atuação individual que vi de um jogador - Brasil e Uruguai em 93.
Por estas e outras que um remedinho de calvície não mancha sua trajetória. Mesmo sendo um ex jogador em atividade. Foi homem. Foi sério.
Ainda me orgulho de ter colocado em 1998 uns 40 outdoors em homenagem ao mesmo.
Criação minha e do Renato Alt. Meu parceiro de press and poster em Cannes.
Brasil reprovado na escola

Fim de ano. E o Brasil levou pau! 9 mil alunos brasileiros- comparados até mesmo com os Países latinos e nações mais pobres, ficamos nos últimos lugares.
Este problema não é exclusivo do Presidente que não tem estudo. Vamos ser sinceros. Pois cansa a mídia parcial. Seja aquela que resolve bater em Lula a serviço do Tucanato. Seja a que resolve exaltar Lula, por carinho ou verba.
O descaso com educação vem de longe. E não se resolve problemas de educação do dia para noite. Fomos o último em matemática.
E agora, vão fazer uma solenidade para comemorar?
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
Ela é carioca

Não. Ela não é carioca. Mas poderia ou deveria ser. Sofia Vergara é um encanto. E como lugar de mulher bonita é na Cidade Maravilhosa, sugiro que a mesma receba a Medalha Tiradentes. (Se deram para o Mario Testino, ela merece mais, pois é uma maravilha).
E que se naturalize Sofia Vergara como carioca. Por mais mulheres bonitas que o Rio produza, ela por aqui vai deixar a Cidade ainda mais maravilhosa. Um monumento.
Novo propinoduto - Fraude de 1 Bi
Jabuti não sobe em poste.
Alguém colocou ele lá.
quarta-feira, 28 de novembro de 2007
Pelas barbas do profeta -O mais irreverente locutor esportivo de todos os tempos
Quem teve infância antes da TV paga e gostava de esporte, assistia a Band. Faz tanto tempo que ela ainda se chamava Bandeirantes. Tinha a melhor cobertura de futebol. Era possível assistir desde do Juventus de Turim do Platini, ao Juventus-moleque travesso, da Rua Javari.
Esporte era mesmo um show. Mas era complicado aturar o "paulistês" de "jornalistas" como o Juarez Soares e Cia.
Porém uma exceção. O melhor locutor esportivo da TV brasileira de todos os tempos. Silvio Luiz. Um cara que sempre falou a linguagem do povão. Numa época que a líder de audiência-TV Globo-não admitia algo fora do "padrão Globo". E acabou por criar um bando de locutores sem alma.
E Sílvio Luiz sempre foi um gênio. Sem ser pausterizado como o padrão dos locutores que hoje somos obrigados a ouvir na tv.
Uma homenagem ao mais irreverente locutor esportivo de todos os tempos.
Uma espécie de Pato Donald em carne e osso. A gente até esquecia que ele era paulista, verdade seja dita, nunca secou os times do Rio. Ao contrário do resto da equipe da Bandeirantes dos anos 80/90.
segunda-feira, 26 de novembro de 2007
Não somos idiotas sozinhos

Vejam os nossos amigos lusitanos entraram na onda cafona da "maior árvore da Europa".
Não estamos sozinhos com nossa árvore da Lagoa. Temos os portugueses ao nosso lado. Nesta onda natalina.
Na onda de quebrar recordes idiotas.
Como, a maior árvore de Natal da Europa.
Maior Quebra-cabeça.
Maior bolo de aniversário.
Maior infecção por bolo de aniversário.
Maior quantidade de idiotas voluntários em um único projeto.
Vamos lembrar que quebra de recordes acontecem em lugares como interior dos Estados Unidos, Minas Gerais e China.
E no link ainda tem câmera on line para você acompanhar árvore. Nossa, como vivemos até hoje sem isto?
Vejam, lá eles tiraram este "estrupício" de Lisboa e levaram para o Porto. Que motivo não tiram a árvore da Lagoa Rodrigo de Freitas e colocam em 2009 na Tijuca, Laranjeiras, Méier...
http://arvoremillenniumbcp.sapo.pt/
Deu no Globo on line "Lula ouve gritos pedindo terceiro mandato"
Agora, que oposição sem graça esta.
Sem sal.
Sem cara de povo.
Com a empolgação do Alckmin.
A sobriedade do Aécio.
A simpatia do Serra.
Depois não venham culpar o Lula por conseguir um terceiro mandato.
PS:
Por estas e outras que eu nasci eternamente oposição. Não importa quem seja o Governo. Muito mais divertido.
sábado, 24 de novembro de 2007
Post de Sábado - Pessoal e Coletivo
Encontrei uma foto-completamente Família Simpson- na Feira da Providência. A família atolada na lama. Sim a Feira era no entorno da Lagoa Rodrigo de Freitas. E eu estava lá. Mesmo que no colo. Eu estava lá.
Me senti de outro tempo. Quando coisas importadas eram encontradas apenas no retorno de viagens ou em idas ao Lidador. Ou ainda com a visita do amigo aviador (contrabandista?) que trazia toda sorte de encomendas. De discos, sim ainda LPs, a eletrônicos e bebidas. No caso do meu pai, até cigarros: Kent, L&M e 555.
Aí fiz uma pequena lista de quem viveu nos anos 70/80 no Rio, Zona Sul. Quando o Yakult era vendido por representantes na porta. Tal qual uma Avon.
Só quem é carioca da clara e da gema, e viveu nos anos 70/80, sabe fazer morrinho de areia com o pé. Se lembra do Sorvete Rico. De côco. Da Laranjinha e uvinha, que os pais não queriam que a gente bebesse na praia, mas eram vendidas pelo baleiro na saída da escola. Das balas de tamarindo enroladas e grudadas no papel, do chiclete bazooka e do caramelo Zorro. O mate o Biscoito Globo resistiram ao tempo. E continuam. São mais que produtos. Mais que hábitos. São instituições cariocas.
Quem viveu os anos 70/80 se lembra de figuras que circulavam por Copacabana e Ipanema. Tinha um cara que parecia um aborígene. Andava na praia com seu pequinês. Também tinha a Maria Pára-quedas. Esta ainda circula por Ipanema.
Também tinha o garoto propaganda.Um cara alto, com a publicidade de uma loja chamada “Di Marcelo”com a estampa do Union Jack-a bandeira do Reino Unido. E ele usava um chapéu de viking. AH, meória, passar em frente da Perucas Lady na Barata Ribeiro, e lembrar da Neide Aparecida, a eterna garota propaganda.
Quem viveu os anos 70/80 fez Ibeu em Copacabana. Ou Cultura Inglesa em Ipanema.
Teve um pediatra ou dentista em Botafogo. Copacabana ou Tijuca.
Quem viveu anos 70/80 foi no Tivoli. Se puxar pela memória encontra até alguma foto do Mafuá que tinha na Lagoa. Este pouco lembrado, mas existia lá.
Se lembra dos anúncios do Parque Shangai na Penha. Mesmo sem nunca ter conseguido convencer o pai a leva-lo. Se lembra da publicidade do Mandiopan, Rocambole Pullmann e Piscinas Tone.
Teve móveis coloniais.Horrorosos. Mas teve. Se não teve, algum ambiente com clima indiano na casa existia.
Gravador de fita de rolo era o máximo. A parede de som do Josias era sonho de consumo dos pais.
Se lembra claramente de algumas capas de disco. Dos pais, tios ou irmãos mais velhos. Um da Rita Lee, todo rosa. Do Secos e Molhados com as cabeças na mesa. De algum do Roberto Carlos. Eu me lembro do Johnny Mathis. Nem sei o motivo, mas lembro claramente deste Long Play.
Se lembra que a Barra da Tijuca era distante em quilômetros e perto em minutos. Hoje ficou ao contrário. A Barra ficou perto em quilômetros, mas distante demais em minutos.
E na Barra tinha dunas. E nada de sinais. E era uma viagem e aventura . A Barra era um paraíso. Sem engarrafamentos. Sem emergentes. E sem louras de 40 anos siliconadas.
Não se trata de um surto saudosista. Mas do relato de lembranças particulares, que acredito serem coletivas.
sexta-feira, 23 de novembro de 2007
A indesejada - Árvore da Lagoa

A árvore da Lagoa consegue:
-aumentar a quantidade de veículos gerando engarrafamento.
-aumentar o número de colisões, pois os barbeiros resolvem pisar no freio do nada para olhar a árvore.
- aumentar o número de carros velhos no entorno da Lagoa, enguiçando e piorando o tráfego.
Eu não sei o motivo que colocam na Lagoa. A zona sul do Rio já tem beleza e atrativo suficiente. Façam esta árvore em outros bairros que precisem de fluxo.
E fazendo todo ano, por mais que queiram oferecer alguma coisa diferente, fica cada ano que passa mais cafona. Mais sem graça. Mais provinciano.
quarta-feira, 21 de novembro de 2007
Publicitários - Cronistas do Rio de Janeiro
O outro apresenta um ícone igualmente dos anos 80 como o cigarro Hollywood, seus filmes e trilha na Tv. O outro ícone? He Man.
Tudo isto para uma marca bem carioca, o Supermercado, Disco.
E o mais divertido é a boa utilização de Tião Macalé.
Nojento!
Sensacional.
Globinho - Mio e Mao
Mio e Mao.
Dois gatinhos de massinha do Globinho super colorido. Anos 80. Bem início.
Eu detestava eles.
E sempre acreditei que tivesse sido meu primeiro contato com o idioma esperanto. Pois os murmuros deles, as vezes ouvia palavras em alemão e italiano ( na época com parco conhecimento) e ouvia palavras em francês e inglês. Ouvia claramente em francês e inglês. Além de suspeitar de palavras em japonês. Enfim, a fala deles era como um daqueles testes para saber o que você vê. No caso o que você ouvia.
Mas ainda assim esta dupla era menos chata que Teletubies.



