Copacabana é Nova York de sandálias Havaianas e bikini.
Alguns locais "wannabe" Manhattan afloram na Princesinha. E isto é bom. Enquanto aguardamos a abertura de um espaço cultural como o MIS, uma ida ao The Bakers na Santa Clara, uma pedalada até o Leme para constatar que "Do Leme ao Pontal não há nada igual no Mundo" e uma passada no Guerin para comprar o melhor pão da Cidade, você tem a certeza de que muita coisa mudou para melhor por Copacabana. E ela não perdeu sua essência tumultuada, neurótica e deliciosa. Ai te ti Copacabana.
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sábado, 1 de setembro de 2012
sábado, 12 de fevereiro de 2011
sábado, 30 de outubro de 2010
Praia de sábado
Copacabana estava com uma luz que eu acreditava ser exclusividade de Lisboa. Dia nublado. Cinzento. Plúmbeo diria o pedante lírico. Mas a tarde cinza trazia um sol paradoxalmente presente. Na areia, bem próximo ao calçadão, diversos jogos de futebol davam um colorido especial. Remetiam a minha infância. A cara de dezembro se deu por completo quando entrava um vento forte. No Ipod, música de Natal. Fazia muito sentido. E não é novidade. Ouço música de Natal o ano inteiro. Na rua, só vi gente da Dilma. Se era vontade, amor, paixão, certeza da vitória, militância ou o simples fato da campanha de apelo mais popular, mais voltada para os mais pobres ser e estar mais rica e melhor resolvida que a do Serra, eu realmente não sei. Amanhã eu também voto. E voto na Dilma. Sem o entusiasmo do passado, mas com a sobriedade de que é o melhor para o Brasil. Voto na Dilma mesmo acreditando no valor fundamental e quase sacro da alternância de poder. Voto na Dilma mesmo que contrarie meus valores de "hay gobierno,soy contra" meu jeito "gauche" de ser do contra, de ser de oposicão, meu sentimento niilista. Sem empolgação, mas com coerência pelo Brasil. Voto na Dilma.
A trilha? A música que estava no meu Ipod. Clique e descubra.
E agora, enquanto escrevo estas linhas, depois do meu café e minha torta de chocolate,(quando suas manias se tornam preferências, você está maduro e passa a ter ritos e hábitos e não mais "manias") Chego em casa chego e sinto o cheiro sagrado de chuva.
Agua benta do meu sábado.
A trilha? A música que estava no meu Ipod. Clique e descubra.
E agora, enquanto escrevo estas linhas, depois do meu café e minha torta de chocolate,(quando suas manias se tornam preferências, você está maduro e passa a ter ritos e hábitos e não mais "manias") Chego em casa chego e sinto o cheiro sagrado de chuva.
Agua benta do meu sábado.
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