Mas vendo Woodstock, um festival direto, sem patrocínios, puro, na loucura e até infantil.
Hoje em dia teria uma ONG catando as latinhas, alguma entidade se preocupando com o Carbono Zero, um patrocínio de refrigerante, discursos politicamente corretos-o que difere de discursos politizados-provavelmente o cara da Virgin faria uma aparição. E a Caras faria de tudo para ter um camarote por lá. Claro, teria algum lobby para incluir artistas latinos, talvez algum brasileiro. A mesma coisa que fizeram com a NBA para globalizar e popularizar. Caindo o nível, mas, para que nível? O importante é globalizar.
Sem saudosismo, os festivais eram mais divertidos e menos patéticos. Menos lucrativos, porém mais românticos.
