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segunda-feira, 20 de agosto de 2007

Pesquisa- Hábitos modificados em função da violência


Recentemente acompanhei uma pesquisa sobre violência no Rio de Janeiro. Em especial como o carioca se comporta em função da mesma.

Notadamente vemos hábitos-desde o casulo-como o consumo de tv paga, dvds e home theatre, cada vez mais populares ou a troca de programas por receio de passar em determinados locais/horários.

Mas um ato mais visível que as grades. Um ato que violência atrapalhou. Uma das maiores instituições cariocas: a paquera no tráfego.

Antes estabelecer contato era mais fácil. Não havia a paranóia do insul-film. Isso mesmo. Aquela película colocada nos vidros dos carros atrapalha o flerte automobilístico e não garante nenhum tipo de segurança.

Pelo fim da violência.

Pelo fim do insul film, que atrapalha não só a azaração no engarrafamento, como atrapalha de ver bem as cores do Rio.

O Insulfilm é uma espécie de "blindagem" de pobre. Não serve para nada.

quinta-feira, 19 de julho de 2007

Parte da cidade refém de um sinal


Um gênio chamado Sergio Bernardes, quando se debatia cortar ou não a Puc e construir o Túnel Acústico, para ligar a Gávea ao Dois Irmãos, afirmou que não deveria ser feito.

Geraria um fluxo absurdo de pessoas em seus carros. Falou brincando que deveria fazer ali era um retorno. Pois ao dinamizar este acesso, criaria na Barra um dormitório e o caos no tráfego.

Sergio Bernardes acertou.

Quem mora na Barra e São Conrado é refém de um Sinal na Visconde de Albuquerque/ Mário Ribeiro, que cria o engarrafamento monstruoso. Sim, aquele sinalzinho que fica ali,no Leblon, com um ar inocente é um dos grandes culpados pela retenção que transforma a vinda da Barra a Zona Sul, na parte da manhã, em um pára e anda paulistano.

Sei que não se tem muito apreço pela Barra e seus emergentes.Mas melhorar o tráfego é qualidade de vida para toda cidade.

Impossível que não vejam a necessidade de se construir ali um viaduto , algum “mergulhão” ou algo do gênero.