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domingo, 20 de fevereiro de 2011

Domingos e Sinatra


Lembrei de um debate com uma amiga que dizia que meu símbolo de incoerência é ouvir Sinatra e usar All Star(Converse). Discordo veementemente e digo que é coerência pura.

Sinatra é o melhor companheiro de um domingo que começa cedo e tem um agenda cheia. Caminhar na praia ouvindo Sinatra no Ipod transforma toda concentração de pessoas em Central Park no Verão. E você ainda está no Rio. Perfeito.

E Sinatra, após ver um jogo do Campeonato Italiano, uma caminhada na praia. Perfeito. Companheirão, velho Francis.

Assim como o Converse. Sempre perfeito e companheirão.

A coerência é que Sinatra e o Converse(All Star) estão sempre adequados.


Aliás o único calçado sempre adequado. Desde meus 13 anos.

sábado, 7 de março de 2009

Natal, neve, lobos e huskies em março


Que alguém me explique os motivos que eu gosto de música de Natal. Ouço o ano inteiro. Minha predileção por huskies e lobos eu entendo. A neve, bem...depois de 3 dias dos termômetros beirando os 40 graus no Rio de Janeiro, nossa atávica insatisfação oriunda da vontade de reclamar de algo, se ilustra na neve. Sinatra diminui o calor. Ouça, é verdade.

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Sinatra diz tudo

Sinatra tudo traduz. Vou beber uma única e inocente dose de Jack para brindar a felicidade da segunda-feira, da troca de estação.

Separei a minha música de Natal predileta, mais lacrimejante, óbvia como o Natal. Com Sinatra, é claro.

A música da felicidade, aquelas que a gente canta para quem mereça, com Sinatra é claro.

E a abertura de um seriado idiota e delicioso, Married with children, não lembro se havia tradução da série em português. Com Sinatra no fundo.

Sinatra é uma espécie de Roberto Carlos globalizado. Todo mundo tem alguma música dele que faz parte da trilha da sua vida. Goste ou não. Quem não tem, não faz parte do mundo ocidental. Falta referência. Falta vida. Desculpe.