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terça-feira, 3 de março de 2009

Aniversário do Zico

O ex grande craque dos gramados com a camisa do Flamengo faz aniversário. Como o Assaf cunhou a frase que todo dia 3 de março é Natal na Gávea, ela é aqui repetida. Faz muito sentido. O que Zico foi para o Flamengo. A tradução de um time.

A coincidência é que Zico nasceu justamente no dia que foi criado, em 1891,  a penalidade máxima no futebol. E aqui um penalti que nem Zico, nem os brasileiros vivos naquela época, mesmo as crianças, esquecem.

Brasil e França, Copa do México, 1986.

E de Zico, me lembro de uma atuação memóravel, a segunda maior atuação individual que presenciei no Maracanã, a maior foi a do Romário contra o Uruguai nas eliminatórias para a Copa de 94. Na atuação maravilhosa de Zico, foi um 4 a 1 no Fluminense. Com 3 gols de Zico. E, acredite, a torcida do Flu aplaudiu Zico. Sim, Zico saiu aplaudido de um Fla-Flu. Pela torcida do Fla e do Flu. Antológico o jogo e o momento. Nunca vi isto no Maracanã. Coisas do Fla-Flu. Coisas da fidalguia tricolor. Coisas de ver um grande craque em ação.


domingo, 23 de novembro de 2008

Zico, Leandro, Cerezo, Sócrates

25 anos se configura como nostalgia mesmo. 
Coisa de velho.
E...
Sócrates de calcanhar
Cerezo
Leandro lança na área
Zico emenda.


Desafio quem aos 8,9 ou 10 anos não tenha se encantando com este time. `As favas quem aponta os defeitos. Eu não os via. Acreditei piamente em estar diante da primeira grande injustiça testemunhada. Foi útil. Ainda me emociono com cada gol deste time. Não teve tetra ou penta que tenham apagado. Memória afetiva e infantil não tem perdão.



terça-feira, 10 de julho de 2007

A derrota no Sarriá


Faz um quarto de século que este time fez muita gente sorrir e chorar. Que ele tinha falhas é fato, mas com certeza está na memória afetiva de muita gente. Era pura poesia.

Em 2004 quando pude criar uma premiação com o nome do Telê Santana, para os melhores do Campeonato, eu me senti rendendo uma homenagem ao mestre do bom futebol. E ao vê-lo, na sua cadeira de rodas, sorrir e acenar, me lembrei de cada gol deste time. E me emocionei de verdade.

Em 82 quem perdeu não foi a Seleção Brasileira, foi o bom futebol romântico. Obrigado mesmo, Mestre Telê. Mesmo com toda lágrima que rolou naquele julho , quem gosta de futebol, tem que agradecer os momentos mágicos que este time ofereceu. E 25 anos se passaram.