Mostrando postagens com marcador Paris. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Paris. Mostrar todas as postagens

sábado, 17 de novembro de 2012

Clima de Flickr

Uma imagem vale mais que mil palavras...

completamente clichet.
valor agregado/marca ou frescura mesmo?
de 2012 fui para 1962.
não esquece-los jamais. não esquecer jamais.
meu clichet. e de muita gente.
grafite é a tatuagem da cidade.
tentaram "censurar" AK 47 no grafite.
para começos de futuros auspiciosos




sábado, 16 de julho de 2011

Disney

Ele não questionava o fato dos pais não deixarem ele conhecer os personagens da Disney. Como Mickey não despertava seu interesse, não se levantava contra isto. E os pais incentivavam que ele questionasse. E ele questionava praticamente tudo. Era uma criança "chato-adestrada" por pais que viam na contestação a única forma de existir.


Eis que um exemplar da Paris Match. Encontrado ao acaso. Falava das florestas de Bariloche, que para ele era San Carlos. As florestas daquela que ele achava sua terra. As árvores que ele via nas fotos onde ele mesmo aparecia. (Não se lembrava que estivera ou mesmo não se lembrava que ele existia. Ainda não. Mas efetivamente estava nas fotos). Aquele cenário, tão conhecido por ele, ao menos nas fotos, era a fonte de inspiração para o desenho animado "Bambi". Aquele do veadinho. Sem nenhuma agressão ao politicamente correto ou duplo sentido.


Mesmo com diversos desenhos tchecos, sem nenhuma legenda, que o pai disponibilizava no projetor de 16mm, sem audio, ele queria ver o Disney com o Bambi. Queria ver o que "inimigo" teria feito com um local que ele conhecia. Queria ver se ele contava mesmo mentiras. Ali ele conhecia. E não seria um desenhista do imperialismo yankee que conseguiria enganá-lo. Ele não era bobo. Já tinha 8 anos.


Viu Bambi. Seu primeiro contato com o Mundo Disney. Se emocionou com a cena da morte da mãe. Entendia bem aquilo de alguma forma. E o apartamento do 18º arrondissement de Paris, numa tarde fria de um fevereiro, ficou ainda mais gelado.


Até hoje a dúvida se era uma janela ou uma ferida aberta.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Rua do Rio


Aubergine.
Rua do Rio
naquele
vento estranho

que só venta
naquele
Agosto desértico

no deserto de Paris.

domingo, 12 de dezembro de 2010

Domingo distante

O Charuto. A Guiness.
O azul do céu. A trilha -Trini Lopez,UB40 e Van Halen.
O cheiro do tempero da comida.

Me levaram para longe.

Tava amarradão no Marais. E era Verão.

Até a des Vosges eu desenhei no Moleskine.

O Rio hoje tava meio assim, Verão disfarçado. Dezembro não assumido. Estranho. Não gosto do Rio enrustido.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Paris, França


A França sempre foi presente pra mim. Os "recuerdos" espalhados pela casa de vó, os discos de Aznavour do pai e aulas de D. Odette. Uma senhora francesa e ruiva que me alfabetizou no colégio com Rabelais. Bem, nunca fui francófano. Admito. Nunca morri de amores pela cultura francesa. Apesar de gostar da culinária normanda. Saber francês garante pedir um bom prato e bancar um ar um pouco pernóstico e quase afeminado.

Mas mesmo sem morrer de amores, sempre tive a França e Paris por perto. E depois de tantas idas e vindas, algumas delas por culpa da Varig com suas insistentes escalas em Paris, eu fui curtindo um pouco mais da Cidade Luz. Já consegui me espalhar por quase todos os arrondissements. Cada vez me hospedava em um. Já fiz Paris a pé. De bicicleta. De carro.(Em alguns momentos com vontade de atropelar os ciclistas). E, é claro, de metrô. Andar com aquele prazer de caminhar quase como um local, conhecendo as ruas como se estivesse em Copacabana, apesar de ainda embrulhar o pão no papel e insistir em mostrar que sou brasileiro e não um gringo de outra origem.

Lembro de dois filmes que via dia sim, dia também ainda em VHS, "As loucas aventuras de Rabi Jacó" e "O dia do Chacal". Os dois ambientados em Paris, transformaram a cidade em algo corriqueiro para mim. Fora o Louvre, que antes de vê-lo pela primeira vez aos 20 anos, eu já conhecia. Graças aos trabalhos de Dona Odette. Então não era uma Cidade que eu descobria, eu apenas vivia o que já tinha vivido nos livros, discos, fotos e filmes. Emocionava a presença, não a descoberta.

Em Paris comecei um casamento. Muito tempo depois, tive a certeza do fim dele também. Sem tramas ou dramas. Depois, um teste: uma nova chance. Uma nova história sendo escrita diretamente daquela Cidade. Vi minha filha zombar da Gioconda, com a acidez de humor que se faz necessário a quem merece um sorriso pela inteligência. Então, no Ano da França no Brasil, que está quase chegando ao fim. Viva Paris.

Acredito que a Place des Vosges fica aqui na minha esquina. E que fumo um Cohiba e bebo Calvados , sem ninguém me incomodar. E continuo invicto sem ter ido a Versailles.(Mas isto eu não conto pra ninguém)
No título, parodiei Win Wenders.
Paris, France
France has always been present to me. The trip gifts and goods around the house of grandmother, the Aznavour in father's songs and lessons by Madam Odette. A French lady with the big red hair who taught me the A B C with Rabelais. Well, I was never francophone.I never fall in love with French culture. Ok, I love Normand Recipes and Cuisine. If you know French , you can ask a good meal and pay for a air a little pedantic and almost effeminate.
After so many trips to Paris, some fault with our deceased Varig , wich repeated stops in Paris, I was enjoying a little over the City of Light. I have managed to spread almost all the arrondisements . Each time I stayed in one. I've done Paris on foot. Cycling. By car. (At times, willing bypass or to run over cyclists). And, of course, the subway. Walking with that pleasure to walk almost like a place, knowing the streets as if in Copacabana. I still wrap the bread in paper and insist on showing that I am Brazilian and not a foreigner from another european country.
I remember two films , I saw many times, also still on VHS, "The Adventures of Rabbi Jacob" and "The Day of the Jackal". The two set in Paris. Transformed the city into something commonplace for me. Outside the Louvre, before seeing it for the first time at age 20, I already knew. Thanks to the "Dona Odette's homeworks". Thank you very much indeed, Madam Odette. So it was a city that I discovered, I just lived what he had been in the books, records, photos and movies. I had seen. I already knew. Now, I lived. Just this.
In Paris got a marriage. Later, 10 years, I was sure the end of it too. Without drama. In Paris last year, a test: a new chance. A new history being written directly to that city. Thank you Paris. The romanti City. I saw my I saw my daughter make a comment with verve about The Gioconda. With the acidity of humor and inteligence that is necessary to who deserves a smile. 2009 the Year of France in Brazil, which is almost over. Viva Paris.
I believe the Place des Vosges is here in my corner. Yes, is nearest. I smoke a Cohiba and drink Calvados, without anyone bothering me. And I'm proud of never having gone to to Versailles. (But this I did not tell anyone)
I parodie this title - Wim Wenders, of course.

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Meninos eu vi

Um carro circulava com um adesivo, dos grandes, com o nome do Aécio e o padrão que ele usou na Campanha para Governador em Minas.
O cara é in.
Circula no Rio de bermuda. Vai ao Galeto do Leblon. Namora a Miss e ainda tem cabo eleitoral em Paris.

Padrão de beleza?


Ok, nós homens(leia-se heterosexuais convictos) temos uma certa dificuldade de achar homem bonito. No máximo dizemos que o cara é boa pinta. Pode ser até o Brad Pitt.
Mas veja esta figura que estrela a campanha da Galeries Lafayette para homens. O cara tem cara de doente. Corpo de doente. Aspecto de sujo.

Para ser usado nos cartazes deveria vir acompanhado de uma chamada:
"Se você não se vestir aqui vai ficar parecendo com ele". O cara é daqueles que só serve para ser um exemplo ruim.

Estilo veja como você vai ficar se não beber Nescau.

domingo, 27 de abril de 2008

Blogué de Paris

Em breve alguns posts direto da Capital francesa , sem a pretensão de ser o Reali Jr, é claro.

segunda-feira, 6 de agosto de 2007

Segunda-feira, não . Lundi


Hoje o Rio de Janeiro estava parisiense. Pelo caos no tráfego, o caminho sensato de um morador da Barra, foi usar as Paineiras. Uma fuga sensacional.

Ao descer por Santa Tereza, rumo ao Centro, 17 graus de temperatura externa. Uma luminosidade de Paris. Talvez apenas poetas e fotógrafos entendam este comentário. E para completar, uns 5 automóveis da marca Peugeot dos anos 40/50 estacionado nas ruas. Para você se sentir numa foto do Robert Doisneau. Era um cenário absolutamente parisiense.

Completando este delírio, o Municipal, plantado na Cinelândia. Mas com sua fachada úmida e molhada, travestido do Palais Garnier, o popular L’Opera de Paris.

Bendito Rio de Janeiro. Chuva é água benta