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quarta-feira, 8 de julho de 2009

Alguém sabe explicar?

Numa mesma quarta-feira, dois jogos.

Um jogo comum do campeonato brasileiro, envolvendo o Corinthians e o Fluminense.
Vamos repetir : um jogo comum de meio de rodada. Não se trata de nenhum mata-mata.

O jogo entre o décimo da tabela contra o décimo quinto. 

O outro jogo, uma final do mais importante torneio do Continente. A Taça Libertadores da América.
Com um time do Brasil envolvido: o Cruzeiro.

Que critério faz a TV Globo empurrar goela a baixo de todo Brasil um jogo entre o décimo contra o décimo quinto ao invés da final da Libertadores?

Vale lembrar que o Cruzeiro não é um time de pequena torcida, em todos os estudos sempre fica situado entre as 8 maiores torcidas do Brasil.

Mas tem um pecado. O Cruzeiro é de Minas. Se fosse "Cruzeiro Paulista" estaria hoje na TV aberta e para todo Brasil.

É o mercado publicitário mandando no critério esportivo, no critério jornalístico e em todos os critérios que não pensem apenas no dinheiro urgente e na satisfação a ser dada ao mercado de SP. Coisa que até mesmo os paulistas mais esclarecidos se perguntariam sobre isto. Não se trata de um bairrismo. Mesmo porque tem um time do Rio envolvido. E o time de minha filha. E eu não tenho nenhuma simpatia especial pelo Cruzeiro. Apenas no critério de cobertura jornalística, não faz sentido. É o desespero pela audiência imediata. 

Em resumo, Ronaldo hoje na TV para todo Brasil, exceto para Minas Gerais, é uma paulistada sem tamanho. Sem motivo e sem critério.

terça-feira, 28 de agosto de 2007

Seu Jorge de São Paulo


Tenho que confessar: não nutro grande simpatia pelo "Seu Jorge". Acredito piamente que aquela brincadeira do argentino a ele se aplica. "Comprar Seu Jorge pelo o que vale, vendê-lo pela o que ele pensa que vale" como a grande negociação.
Mas admito que ele tem talento sim.
Mais do que a média que circula na mediocridade do pop atual.
Em recentes entrevistas ele faz questão de falar mal do Rio e bem de São Paulo. Natural e aceitável como estratégia de ser adotado pela mídia paulistana. Mas ele parece hoje negar o Rio e até mesmo sua origem no Gogó da Ema. Parece ser uma estratégia desenfreada de buscar o apoio da mídia paulista. Se a idéia é dele ou de algum marketeiro, realmente não sei.

Agora, ele vir emporcalhar o Rio com o "grafite comercial" em pró da Sagatiba, aí, como carioca, eu realmente fico com vontade de fazer um movimento contra a cachaça metida a besta. E ruim.