
O "artista contemporâneo" Peter Coffin (o termo artista contemporâneo me assusta tanto quanto "músico minimalista"), bem o americano, esta é a origem dele, vai sobrevoar o Rio entre 19 h 30 min e 21h 25 min, numa espécie de "disco voador". Uma "escultura voadora" presa a um helicóptero.
O Pedido é que as pessoas que observem e registrem esta interferência do mesmo.
O argumento da obra é que o "público em geral" (novamente um daqueles termos que coloco em questionamento) dificilmente tem acesso a "arte contemporânea" é seu motivo principal para tal interferência.
O trajeto do "disco voador" será
Ida: Aeroporto de Jacarepaguá - Barra - São Conrado - Leblon - Ipanema - Forte da Copacabana - Leme - MAM
Volta: MAM - Leme - Forte de Copacabana - Leme (sobrevoo de 20 minutos entre os fortes do Leme e de Copacabana) - Ipanema - Lagoa (sobrevoo de 15 minutos) - Leblon - São Conrado - Barra - Aeroporto de Jacarepaguá
AGORA A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR:
Justo neste momento, quando quase todo mundo tem um telefoninho celular com câmera. Quando o mundo tem o youtube para postar imagens...os OVNIs, UFOs, os populares discos voadores e as avistações praticamente desapareceram da mídia.
Estranho, pois com a tecnologia de registro mais facilitada, deveríamos ter muito mais registros.
Será que os ETs desistiram da gente?
Ou será que nós que desistimos do mito de esperar alguém de fora?
