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domingo, 24 de julho de 2011

Campanha Ministério da Saúde


Primeiro foi a popularização do silicone. Que chegou até as meninas da Avenida Atlântica. Mais um exemplo de crescimento da economia. E dos seios das meninas de difícil vida fácil. Depois foi a popularização do Botox. Na Barra da Tijuca a dificuldade é encontrar alguém sem botox. E ficou popular. A copeira do escritório de um amigo, aplicou botox.

E agora, mais um fato da popularização. O clareamento dental. Em 6 reuniões esta semana, notei que em todas tinham pessoas com Mentex radiantes na boca. Não censuro. Juro que não. Me lembrei quando eu falei para meu dentista que queria fazer clareamento. Ele riu e me mostrou os padrões de "branco de dente". O meu era o segundo mais claro. E ele falou "Quer ter os dentes mais claros? Tome um sol. Seus dentes estão brancos. Muito brancos. Não aparecem pois você está muito branco". Bom quando você encontra profissionais sérios que dão uma meia trava nos delírios e imbecilidades estéticas que profissionais focados na futilidade e na grana acabam por envolver clientes.

Nada contra o Botox. Apesar de acreditar que num futuro próximo alguma ruguinha vá dar uma idéia de ser mais jovem que o rosto com photoshop. Nada contra o silicone, apesar de recomendado em alguns casos, nada supera o toque de um seio natural e durinho. Nada contra o clareamento dental, mas quando ele passa dos limites, parece que as pessoas carregam nas suas bocas materiais sintéticos ou Mentex com glitter.

Tudo em nome do mercantilismo superficial. O mesmo mundo que trasformou as mulheres em gordas potenciais para vender remédios e todos os produtos de dieta. Os homens em metrossexuais para dobrarem o mercado de cosméticos, antes restrito apenas as mulheres, cria cada dia uma nova paranóia, uma nova moda. Os incautos mau orientados seguem. Estilo "Simon Says".

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Botox e Silicone - Você precisa saber quando parar

As pessoas dizem que usam a plástica para ficarem melhor com elas mesmas. Mentira. Elas usam pois esta coisa vicia mais que tatuagem ou comer chocolate. Assim, homens, ao invés de malhar, resolvem na base da lipo. Sem preconceito, isto não é coisa de preguiça ou metrosexual, é papo de fresco mesmo. Fora os que resolvem fazer "gominhos" de silicone na barriga. Aí não tem perdão e merece apanhar mesmo como num corredor polonês.


Já as mulheres, meu Deus, o que faz mulher jovem, quase pós menina, de 27 anos fazer botox? Para que?


Aí começa a mexer. Encontra uma sociedade de consumo que quer vender. Serviços e Produtos. Médicos pouco sérios. E tome venda. E puxa, estica, ajeita e piora. Os médicos que cuidam de estética estão no fenômeno "Doctor Ray". Tudo começa a se transformar em decorador. Não que seja errado ser decorador, mas o nosso corpo deve ser tratado com mais seriedade e menos futilidade.


Sou plenamente favorável as pessoas ficarem bem consigo mesmas, mas sem entrarem nas paranóias. Existem pessoas que fazem boas plásticas? Evidente que existe. Mas cada dia que passa a boa plástica tem se tornado exceção que confirma regra. E da mesma forma que não é legal alguém se largar por completo, não é aceitável que alguém fique tão escravo da futilidade. Tão Los Angeles. Carne, Osso e Silicone. Como dizia a música do Inimigos do Rei "Macho com cara de Luma de Oliveira". Em resumo, o padrão estético do silicone não é natural. Não é para agradar homens heterosexuais, mas sim aqueles que gostam de travecos. Depois de deixarem as mulheres magras como cabides, aqueles que tem raiva das mulheres, querem transforma-las em travecos. Só pode.


Mulheres são como pizza, até quando é ruim é bom. Ou seja, menos futilidade. Quando der vontade de fazer um botox, leia um livro. Deu vontade de fazer uma plástica, uma hora de natação e uma de corrida. Menos bebida, menos hormônio, menos maquiagem e mais vida. Mas cuidado, afinal para esta gente sorrir deve dar ruga. 


O Ministério da Saúde tem que lançar uma campanha: Botox e Silicone, você tem que saber quando parar.


Agora sobre as rugas, fazer Botox não te deixa mais jovem. Apenas sem rugas. Como se fizesse um Photoshop no rosto. Em breve ter uma ruguinha aqui ou acolá periga dar uma idéia de mais jovem. Ou ao menos menos preocupado com os excessos da fútil pressão estética.


Eu gosto da mulher que se cuida. Se trata. Mas sem os exageros. Elas não precisam. Quem inventou isto foi realmente alguém que não gosta de mulher.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Trash TV - Lipstick Jungle - Botox Party

Nem só de TV aberta vive a TV Trash. O seriado "Lipstick Jungle" exibido pela Fox, além de uma dublagem com atraso no audio, parecendo "Hermes e Renato" ,tem um festival de coroas tentando ser gatinhas que deprime. O seriado poderia se chamar "The Botox Party" pois tem as coroas que foram passadas no "photoshop", ou melhor no "botox". Bizarro.

E de trintonas/quarentonas neuróticas, a minha musa continua sendo "Elaine Bennes". Divertida, simpática, pegadora...superando as problemáticas do Sex and the City e do "Botox Party" deste post. 
Viva Elaine!